Uma amostra das questões. Crie uma conta para resolver todas com correção e comentário.
UEMA20251a faseQuestao 1PortuguêsMediaAluísio de Azevedo, maranhense nascido em São Luís, autor de Casa de Pensão, mantém em sua ficção relações vivas com o mundo real, demonstrando como comportamentos humanos são determinados pelo meio. Foram selecionados dois fragmentos que servem de base para as questões de 01 a 06.
Texto I Estava hospedado há dois dias em casa do Campos; esse tempo levara ele a entregar cartas e encomendas. À noite, fatigado e entorpecido pelo calor, mal tinha ânimo para dar uma vista de olhos pelas ruas da cidade. Entretanto, a vida externa o atraía de um modo desabrido; estalava por cair no meio desse formigueiro, desse bulício vertiginoso, cuja vibração lhe chegava aos ouvidos, como os ecos longínquos de uma saturnal. Queria ver de perto o que vinha a ser essa grande Corte, de que tanto lhe falavam; ouvira contar maravilhas a respeito de cortesãs cínicas e formosas, ceias pela madrugada, passeios ao Jardim Botânico, em carros descobertos, o champanhe ao lado, o cocheiro bêbado; – e tudo isso o atraía em silêncio, e tudo isso o fascinava, o visgava com domínio secreto de um vício antigo. – Mas, por onde havia de principiar?... Não tinha relações, não tinha amigos que o encaminhassem! Além disso, o Campos estava sempre a lhe moer o juízo com as matrículas, com a entrada na academia, com um inferno de obrigações a cumprir, cada qual mais pesada, mais antipática, mais insuportável! – Olhe, seu Amâncio, que o tempo não espicha – encolhe!... É bom ir cuidando disso!... repetia-lhe o negociante, fazendo ar sério e comprometido. - Veja agora se vai perder o ano! Veja se quer arranjar por aí um par de botas!... Amâncio fingia-se logo muito preocupado com os estudos e falava calorosamente na matrícula. Mexa-se então, homem de Deus! bradava o outro. – Os dias estão correndo!... Afinal, graças aos esforços do Campos, conseguiu matricular-se na academia, duas semanas depois de ter chegado ao Rio de Janeiro.
AZEVEDO, Aluísio de. Casa de Pensão. Editora Ática, 1997.
No contexto da obra, o trecho que bem evidencia um exemplo de rebaixamento do ser humano é
- A)“[...]fatigado entorpecido pelo calor, mal tinha ânimo para dar uma vista de olhos pelas ruas da cidade. “
- B)“[...] com um inferno de obrigações a cumprir, cada qual mais pesada, mais antipática, mais insuportável!”
- C)“É bom ir cuidando disso!... repetia-lhe o negociante, fazendo ar sério e comprometido. – Veja agora se vai perder o ano!”
- D)“[...] estalava por cair no meio desse formigueiro, desse bulício vertiginoso, cuja vibração lhe chegava aos ouvidos, [...]”
- E)“Amâncio fingia-se logo muito preocupado com os estudos e falava calorosamente na matrícula.”
UEMA20251a faseQuestao 2PortuguêsMediaA linguagem do século XIX prima pelo registro formal, a exemplo de Casa de Pensão. Há, no entanto, exemplos de uso mais informal da língua, que se aproximam, por vezes, de usos da modalidade oral. O trecho cujo uso do pronome destacado pode ilustrar caso de variação linguística, em registro mais informal, além de poder gerar certa ambiguidade para o leitor, é
- A)“[...]a vida externa o atraía de um modo desabrido; [...]’’
- B)“[...]esse tempo levara ele a entregar cartas e encomendas.”
- C)“[...]cuja vibração lhe chegava aos ouvidos, [...]”
- D)“[...]não tinha amigos que o encaminhassem!”
- E)Amâncio fingia-se logo muito preocupado [...]
UEMA20251a faseQuestao 3PortuguêsMediaNo trecho: “Entretanto, a vida externa o atraía de um modo desabrido;", considerando as características de Amâncio, o vocábulo destacado, em relação ao parágrafo anterior, introduz à oração tom de
- A)pessimismo.
- B)altruísmo.
- C)rejeição.
- D)descaso.
- E)malícia.
UEMA20251a faseQuestao 4PortuguêsMediaTexto II
[...] – Bem me dizia o Simões, pensou ele. – Bem me dizia o Simões “Quando te começarem as aventuras, hás de ver o que vai por esta sociedade!” [...] – O Simões tinha toda a razão ... principiavam as aventuras! Diabo era aquela asneira de abandonar tão intempestivamente a casa do Campos! Fora uma triste ideia, que dúvida! mas ele também não podia adivinhar quais seriam as intenções de Hortência!... O melhor por conseguinte era não se apoquentar – o que lhe estivesse destinado havia de chegar- lhe às mãos!... E já nem pensava nisso quando subiu as escadas da casa de pensão. Sorrisos amáveis de Amelinha e de Mme. Brizard o receberam desde a entrada. Coqueiro estava na rua. Veio à conversa o baile dessa noite. Amâncio, pela primeira vez, ia conhecer uma sala da Corte. As duas senhoras profetizavam que ele voltaria cativo por alguma carioca. – Duvido! respondeu o estudante, a rir. – É! disse a francesa – vocês do Norte são todos uns santinhos! Eu já os conheço! Nunca vi gente tão assanhada. Amelinha abaixou os olhos, depois de lançar à outra um gesto repreensivo. Mme. Brizard não fez caso e acrescentou: – Os demônios não podem ver um rabo-de-saia! – Loló! censurou Amelinha em voz baixa. – Também não é tanto assim! ... contradisse o provinciano. Mme. Brizard citou logo os exemplos de casa, até ali entre todos os seus hóspedes, só os nortistas davam sorte em questão de amor. – Um deles, um tal Benfica Duarte, chegara a raptar com escândalo uma crioula, e crioula feia!
AZEVEDO, Aluísio de. Casa de Pensão. Editora Ática, 1997.
O texto de Aluísio de Azevedo é representativo do Naturalismo, vigente no final do século XIX. O fragmento que revela total fidelidade ao discurso naturalista, pois relaciona a posição social a padrões de comportamento e à condição de raça, é o seguinte:
- A)“Amâncio, pela primeira vez, ia conhecer uma sala da Corte. As duas senhoras profetizavam que ele voltaria cativo por alguma carioca.”
- B)“E já nem pensava nisso quando subiu as escadas da casa de pensão. Sorrisos amáveis de Amelinha e de Mme. Brizard o receberam desde a entrada.”
- C)“Mme. Brizard não fez caso e acrescentou: / – Os demônios não podem ver um rabo- de- saia!/ – Loló! censurou Amelinha em voz baixa.”
- D)“– O Simões tinha toda a razão ... principiavam as aventuras! Diabo era aquela asneira de abandonar tão intempestivamente a casa do Campos!”
- E)“Mme. Brizard citou logo os exemplos de casa, até ali entre todos os seus hóspedes, só os nortistas davam sorte em questão de amor. – Um deles, um tal Benfica Duarte, chegara a raptar com escândalo uma crioula, e crioula feia!”
UEMA20251a faseQuestao 5PortuguêsMediaO Naturalismo, por seus princípios científicos, considerava as narrativas literárias exemplos de demonstração de teses e de ideias sobre a sociedade e o homem. No diálogo entre as duas senhoras e o protagonista, a palavra que confirma a tese do enunciador é
- A)profetizavam.
- B)duvido.
- C)respondeu.
- D)contradisse.
- E)acrescentou.
UEMA20251a faseQuestao 6PortuguêsMediaConsiderando a estreita relação entre protagonista e a construção do enredo, o trecho “O melhor por conseguinte era não se apoquentar – o que lhe estivesse destinado havia de chegar-lhe às mãos!” exemplifica e, até antecipa ao leitor, na perspectiva do Naturalismo, o determinismo
- A)psicológico que explica as ações coletivas retratadas nas relações dos personagens.
- B)religioso que concebe uma visão sentimental nas ações do antagonista ao longo do enredo.
- C)social que condiciona o personagem ao ambiente que influencia suas ações ao longo do romance.
- D)biológico que reverte as condutas ao longo da narrativa por ações mais aceitáveis na natureza.
- E)moral que intensifica atitudes castiças nos ambientes narrativos.
UEMA20251a faseQuestao 7PortuguêsMediaJoão Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo, uma pequena cidade mineira. Desde menino, procurava observar o muito que a natureza tinha para oferecer. Em Campo Geral, cria uma história em que as personagens vivem histórias enquanto contam e ouvem outras histórias. Para responder à questão 07, leia o primeiro parágrafo do texto Manuelzão e Miguilim que apresenta a descrição dos personagens, as primeiras ações e o espaço da narrativa. Um certo Miguilim morava com sua mãe, seu pai e seus irmãos, longe, longe daqui, muito depois da Vereda-do-Frango d’Água e de outras veredas sem nome ou pouco conhecidas, em ponto remoto, no Mutúm. No meio dos Campos Gerais, mas num covoão em trecho de matas, terra preta, pé de serra. Miguilim tinha 8 anos. Quando completara sete, havia saído dali, pela primeira vez: o tio Terêz levou a cavalo, à frente da sela, para ser crismado no Sucurijú por onde o bispo passava. Da viagem, que durou dias, ele guardara aturdidas lembranças, embaraçadas em sua cabecinha. De uma, nunca pôde se esquecer: alguém, que já estivera no Mutúm, tinha dito: – é um lugar bonito, entre morro e morro, com muita pedreira e muito mato, distante de qualquer parte; e lá chove sempre ...”
ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
Para causar um efeito de distanciamento, de extensão e de abrangência, o autor faz uso, no trecho descritivo, de
- A)numerais, a exemplo de “oito anos” e “pela primeira vez”.
- B)pronomes, a exemplo de “um certo Miguilin” e “alguém, que já tivera”.
- C)substantivos, a exemplo de “com sua mãe, seus pais e seus irmãos” e “num covoão”.
- D)advérbios, a exemplo de “entre morro e morro” e “longe, longe daqui”.
- E)verbos no pretérito imperfeito, a exemplo de “morava” e “passava”.
UEMA20251a faseQuestao 8PortuguêsMediaO texto a seguir trata de uma conversa entre os dois personagens, Miguilim e Tio Terêz. Leia-o para responder às questões 08 e 09.
– “Escuta, Miguilim, você alembra um dia a gente jurou ser amigos, de lei, leal, amigos de verdade? Eu tenho uma confiança em você...” – e Tio Terêz pegou o queixo de Miguilim, endireitando a cara dele para se olharem. – "Você vai, Miguilim, você leva, entrega isto aqui à Mãe, bem escondido, você agarante?! Diz que ela pode dar a resposta a você, que mais amanhã estou aqui, te espero ...” Miguilim nem paz, nem pôde, perguntou nada, nem teve tempo, Tio Terêz foi falando e exaparecendo nas árvores. Miguilim sumiu o bilhete na algibeira, saiu quase corre-corre, o quanto podia, não queria afrouxar ideia naquilo, só chegar em casa, descansar, beber água, estar já faz-tempo longe dali, de lá do mato. – Miguilim, menino, credo que sucedeu? Que que está com a cara em ar? – Mesmo nada não, Mãe. Gostei de ir na roça, demais. Pai comeu a comida ... O bilhete estava dobrado, na algibeira. O coração de Miguilim solava que rebatia. De cada vez que ele pensava, recomeçava aquela dúvida na respiração, e era como se estivesse sem tempo. – “Miguilim está escondendo alguma arte que fez!” – Foi não, Vovó Izidra...” “– Dito, quê que foi que o Miguilim arrumou?!” “– Nada não, Vovó Izidra. Só que teve de passar em matos, ficou com medo do capeta ...”
ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
Considerando a leitura da obra, a partir da perspectiva da infância de Miguilim, o fragmento que melhor define, no contexto, sentimentos e valores humanos que refletem o encontro do menino Miguilim consigo é o seguinte:
- A)– “Escuta, Miguilim, você alembra um dia a gente jurou ser amigos, de lei, leal, amigos de verdade? Eu tenho uma confiança em você...”
- B)“O coração de Miguilim solava que rebatia. De cada vez que ele pensava, recomeçava aquela dúvida na respiração, e era como se estivesse sem tempo.”
- C)– “Miguilim está escondendo alguma arte que fez!” – Foi não, Vovó Izidra...”
- D)“– Dito, quê que foi que o Miguilim arrumou?!” “- Nada não, Vovó Izidra.”
- E)“– Você vai, Miguilim, você leva entrega isto aqui à Mãe, bem escondido, você agarante?! Diz que ela pode dar a resposta a você, que mais amanhã estou aqui, te espero ...”
UEMA20251a faseQuestao 9PortuguêsMediaO texto a seguir trata de uma conversa entre os dois personagens, Miguilim e Tio Terêz. Leia-o para responder às questões 08 e 09.
– “Escuta, Miguilim, você alembra um dia a gente jurou ser amigos, de lei, leal, amigos de verdade? Eu tenho uma confiança em você...” – e Tio Terêz pegou o queixo de Miguilim, endireitando a cara dele para se olharem. – "Você vai, Miguilim, você leva, entrega isto aqui à Mãe, bem escondido, você agarante?! Diz que ela pode dar a resposta a você, que mais amanhã estou aqui, te espero ...” Miguilim nem paz, nem pôde, perguntou nada, nem teve tempo, Tio Terêz foi falando e exaparecendo nas árvores. Miguilim sumiu o bilhete na algibeira, saiu quase corre-corre, o quanto podia, não queria afrouxar ideia naquilo, só chegar em casa, descansar, beber água, estar já faz-tempo longe dali, de lá do mato. – Miguilim, menino, credo que sucedeu? Que que está com a cara em ar? – Mesmo nada não, Mãe. Gostei de ir na roça, demais. Pai comeu a comida ... O bilhete estava dobrado, na algibeira. O coração de Miguilim solava que rebatia. De cada vez que ele pensava, recomeçava aquela dúvida na respiração, e era como se estivesse sem tempo. – “Miguilim está escondendo alguma arte que fez!” – Foi não, Vovó Izidra...” “– Dito, quê que foi que o Miguilim arrumou?!” “– Nada não, Vovó Izidra. Só que teve de passar em matos, ficou com medo do capeta ...”
ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
Considerando a leitura da obra, a partir da perspectiva da infância de Miguilim, o fragmento que melhor define, no contexto, sentimentos e valores humanos que refletem o encontro do menino Miguilim consigo é o seguinte:
No texto, a atitude do tio Terêz, ao buscar “o olho no olho” de Miguilim, tem como consequência
- A)a visão antiética de Miguilim na relação entre os dois para o pedido ser feito.
- B)o olhar distoante de Miguilim para acatar o pedido do tio.
- C)a percepção nítida da amizade entre os dois para atender ao solicitado.
- D)o sentimento de predileção ao tio pela solicitação feita.
- E)o vislumbramento pela cena vivida com o tio no pé da serra.
UEMA20251a faseQuestao 10PortuguêsMediaO episódio a seguir narra os sentimentos mais íntimos de Manuelzão. Leia-o para responder à questão 10.
Manuelzão saía de lá, queria estar mais simplificado. Mas, debaixo de tão curtas horas, e sentia que estava caído de alturas – das alturas da festa. Tudo era diferente do que devia de ser. Mesmo enquanto se festava, a gente carecia de sofrer também o ramêrro dos usos, o mau sempre da vida: uns adoeciam com moléstias, outros se entristeciam, alguém tinha de cuidar das necessidades de todos, rompe, reinavam as maçadas, e a gente tinha de precatar os perigos do amanhã, que subia armado contra os fundamentos de hoje. Os outros aceitavam o misturado disso, entravam nus na festa, feito fossem meninos. Mas, ele, Manuelzão, não. Não conseguia. Para ele, o apreciável das coisas tinha de ser honesto, limpo, estreito, apartado: ou uma festa completa, só festa, todamente! – ou mas então a lida dura, esticada, sem distração, sem descuido nenhum, sem mixórdia! Mais uns enganos. Homem, não suspirava. Mesmo, competia de demonstrar cara satisfeita, não dessem de reparar e falar, desfazendo em sua boa fama. Por pouco, quem sabe até iam dizer: - Festa de Manuelzão, todos divertem, ele não...Não queria.
ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
É notória a habilidade de Rosa para reconstrução das estruturas da língua portuguesa. Um exemplo desse rearranjo de palavras está contemplado no seguinte fragmento:
- A)“Mas, ele, Manuelzão, não. Não conseguia.”
- B)“Manuelzão saía de lá, queria estar mais simplificado.”
- C)“uns adoeciam com moléstias, outros se entristeciam, alguém tinha de cuidar das necessidades de todos, [...]”
- D)“Para ele, o apreciável das coisas tinha de ser honesto, limpo, [...]”
- E)“Mesmo enquanto se festava, a gente carecia de sofrer também o ramêrro dos usos, [...]”
UEMA20251a faseQuestao 11PortuguêsMediaManuelzão e Miguilim apresenta duas narrativas complementares que tratam da existência humana. Da leitura do texto, pode-se depreender, comparativamente, que o fio condutor narrativo apresenta
- A)paradoxo entre o mundo da infância de Miguilim e as recordações da vida de Manuelzão, com suas dores e seus arrependimentos.
- B)eufemismo entre as brincadeiras e as alegrias de Miguilim e as lembranças episódicas de Manuelzão dos momentos de sofrimento.
- C)hipérbato entre sentimentos da infância de Miguilim e da velhice de Manuelzão , com os desejos dos personagens.
- D)hipérbole entre o desejo da vida adulta de Miguilim e a alegria da velhice de Manuelzão.
- E)gradação entre as sensações da infância de Miguilim e as sensações de Manuelzão.
UEMA20251a faseQuestao 12PortuguêsMediaAs questões relativas ao Poema épico Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meirelles, estão centradas nos versos que compõem o Romance LIX ou Da reflexão dos justos.
O título Romance LIX ou Da reflexão dos justos abre espaço que se estende ao leitor para uma afirmação do eu poético que busca
- A)reconhecer razões que geram dúvida sobre a fidedignidade do algoz, confirmando o caráter atemporal da história.
- B)relativizar a matéria histórica com objetivos diferenciados, colocando-lhe em lugar comum.
- C)misturar fatos bélicos com o sentimentalismo do eu lírico, caracterizando os fatos como inverossímeis.
- D)projetar dramaticidade sobre os fatos ocorridos na rebelião, enaltecendo os personagens do movimento da inconfidência.
- E)reforçar o núcleo histórico que desenvolve reverência de pátria, configurando ideia sobre o caráter humano.