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Questões de Artes do FUVEST

11 questões de Artes do FUVEST (2022–2026): os tópicos que mais caem e uma amostra para treinar de graça.

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Artes no FUVEST (tópico × ano)

2022–2026
Topico2026202520242022
Artes visuais no Brasil111
História da arte: Maneirismo11
Arte barroca1
Arte contemporânea1
Arte e tecnologia1
Arte indígena1
Artes cênicas e circo1
Artes visuais e corpo1

Tópicos de Artes que mais caem

  • Artes visuais no Brasil27% · 3 questões
  • História da arte: Maneirismo18% · 2 questões
  • Arte barroca9% · 1 questão
  • Arte contemporânea9% · 1 questão
  • Arte e tecnologia9% · 1 questão
  • Arte indígena9% · 1 questão
  • Artes cênicas e circo9% · 1 questão
  • Artes visuais e corpo9% · 1 questão

Questões de Artes do FUVEST

Uma amostra das questões. Crie uma conta para resolver todas com correção e comentário.

FUVEST20261a faseQuestao 10ArtesArtes visuais no BrasilDificil
Capoeira, Maria Auxiliadora da Silva, técnica mista sobre tela, 69,5 x 75 x 1,5 cm, 1970. Acervo MASP. “Maria Auxiliadora nasceu em 24 de maio de 1935, em Campo Belo, MG, numa família de 18 irmãos, gerados por Dona Maria, uma humilde bordadora, que acumulava ainda as funções de dona-de-casa, escultora e pintora. (...) Auxiliadora, ainda criança, mostra uma inclinação natural para tingir os fios que a mãe borda para fora e, com 11 anos, já desenhava, com carvão, figuras nos muros. Absorta nessa atividade, esquecia muitas vezes de olhar as panelas no fogo, e a comida da família queimava. (...) Sem conhecer perspectiva ou claroescuro, bem dentro dos princípios dos artistas autodidatas, Auxiliadora foi aprimorando sua arte. No fim dos anos 1960, juntou-se, com outros integrantes da família, como o escultor Vicente de Paula e o pintor João Cândido, ao grupo que girava em torno do músico, teatrólogo e poeta negro Solano Trindade, no Embu das Artes, SP, onde se formara um centro de artesanato, principalmente de cultura e arte de origem africana.” D'AMBROZIO, Oscar. Maria Auxiliadora. Um cometa das artes. Adaptado. A trajetória da artista autodidata Maria Auxiliadora da Silva desafia as estruturas convencionais do sistema de artes visuais no Brasil ao articular, em sua obra e atuação, experiências de pertencimento, identidade e resistência. Em crítica publicada no livro “Pensando a Arte”, Mário Schenberg descreve sua produção como marcada pela "vivência autêntica da vida popular", "senso mágico afro-brasileiro" e uma "imaginação construtora de arquiteturas cromáticas e lineares". Considerando a obra “Capoeira”, os comentários de Schenberg, o texto de Oscar D’Ambrozio e os debates contemporâneos sobre arte e decolonialidade, é correto afirmar:
Imagens anexadas
  1. A)A obra de Maria Auxiliadora é classificada como "naïf" ou "primitivista" por apresentar um vocabulário visual simples e espontâneo, característico de artistas sem formação acadêmica, o que justifica sua exclusão dos grandes circuitos institucionais da arte contemporânea.
  2. B)A produção de Maria Auxiliadora deve ser compreendida como uma manifestação isolada, desprovida de intencionalidade crítica ou diálogo com os debates socioculturais e políticos do seu tempo, reforçando o lugar da arte popular como expressão puramente intuitiva.
  3. C)A visibilidade póstuma de Maria Auxiliadora nos museus e exposições de arte brasileira evidencia o reconhecimento institucional imediato e contínuo de artistas racializados e periféricos no país, fruto da tradição inclusiva das artes visuais brasileiras desde o século XX.
  4. D)A categorização da obra de Maria Auxiliadora como “primitivista” ou “ingênua” revela, muitas vezes, uma perspectiva colonizadora que desconsidera a complexidade estética, a intencionalidade política e a potência simbólica de sua produção, ligada a vivências negras, femininas e periféricas que tensionam o cânone eurocentrado da arte.
  5. E)A valorização da obra de Maria Auxiliadora por críticos como Mário Schenberg atesta a neutralidade das categorias da crítica de arte moderna no Brasil, demonstrando que critérios estéticos sempre foram suficientes para reconhecer artistas não brancos e mulheres no campo artístico.
FUVEST20261a faseQuestao 19ArtesArte contemporâneaDificil
Observe e analise a obra artística de Cildo Meireles: Anverso e reverso de Zero Cruzeiro, de Cildo Meireles. Acervo Fundação Cultural Banco Itaú. Em Zero Cruzeiro, obra criada em 1978,
Imagens anexadas
  1. A)a assinatura reproduzida na nota é a do presidente do Banco Central e confere um efeito oficial e realístico à nota Zero Cruzeiro.
  2. B)a indicação do valor nominal sugere a estabilização econômica promovida pelas políticas públicas da época com a diminuição da inflação.
  3. C)a ilustração empregada na composição subverte o culto dos heróis nacionais e introduz a presença de pessoas comuns e anônimas, com frequência desvalorizadas.
  4. D)a obra sugere a indistinção entre a criação artística e a nota de dinheiro, uma vez que ambas têm valor de troca.
  5. E)a imagem exalta a valorização de setores marginalizados que foram beneficiados com as políticas de inclusão social adotadas pelo regime militar.
FUVEST20261a faseQuestao 42ArtesArtes cênicas e circoMedia
Os espetáculos circenses organizados ao final do século XVIII uniam o cômico e o dramático, como historicamente já faziam outras formas de espetáculo, por meio da combinação da atuação das famílias de saltimbancos, ciganos, atores da Commedia dell’Arte, e mesclavam a pantomima e o palhaço com a acrobacia, os equilíbrios, as exibições equestres e a doma de animais em um mesmo espaço. Desde aquele momento, fica visível a emergência não somente de novos modelos de espetáculos, mas também novas estruturas de organização e produção desses espetáculos, caracterizadas pela delimitação do espaço físico das apresentações, cobrança compulsória de entradas e alternância entre exibições de equilibristas, acrobatas, artistas equestres, comediantes, pantomimas e representações diversas, ou seja, um espetáculo pautado na íntima mistura de expressões e artistas originários de diferentes espaços e formações. LOPES, Daniel de Carvalho; SILVA, Ermínia. Circo: percursos de uma arte em transformação contínua. Cadernos do GIPE-CIT, v. 1, 2020. Adaptado. No contexto histórico, o circo
  1. A)bem como outras expressões artísticas, interage e se apropria, continuamente, de elementos estéticos, sociais, culturais, políticos e tecnológicos da época e da sociedade em que se apresenta, revelando, assim, sua contemporaneidade.
  2. B)é constituído pelas interações que estabelece com os variados elementos que o compõem, e o local de sua manifestação é similar e perene às realizações espetaculares dos séculos anteriores.
  3. C)presente no Brasil a partir do início do século XX promove uma ruptura do circo tradicional e início do circo novo que não se constitui com elementos antes explorados.
  4. D)moderno descaracteriza o modelo encontrado nos séculos XVII e XVIII e faz emergir uma nova expressão artística que ainda há de se configurar por um novo nome, diferente de circo.
  5. E)tradicional não tinha como principal característica divertir os espectadores, haja vista a veiculação de artistas com corpos ditos grotescos nos espetáculos; nos dias atuais reconhece-se a mudança de objetivo que traz no circo a clara representação de entretenimento e diversão a partir de corpos virtuosos.
FUVEST20261a faseQuestao 43ArtesArte e tecnologiaMedia
Imagem ilustrativa da exposição imersiva de Van Gogh. Nos últimos anos, exposições imersivas têm atraído um público amplo ao proporcionar experiências sensoriais e visuais baseadas em obras de artistas consagrados, muitas delas com trilha sonora, narração de cartas e projeções em altíssima definição. Contudo, parte da crítica especializada tem problematizado essa tendência de oferecer vivências multissensoriais que buscam envolver o visitante por completo. As críticas apontam implicações relacionadas à natureza da experiência estética, à espetacularização da arte, ao patrocínio corporativo e ao sucesso de público mediado pelas redes sociais. A crítica de arte Sheila Leirner, por exemplo, comenta: Fica como se O Jardim das Delícias, A Tentação de Santo Antônio (telas de Hieronymus Bosch) e outras preciosidades como as frutas de Giuseppe Arcimboldo ou as festas campestres de Brueghel fossem ilustrações ou decorações para a grandiloquência artificial e sensacionalista de um show de cabaré. Certo, pode ser muito bonito, mas será que estas maravilhas pictóricas (em si) precisam de “efeitos especiais” para que cheguemos a elas? Até mesmo uma pequena reprodução em cartão postal pode ser mais fiel à nossa percepção... Disponível em https://sheilaleirnerblog.wordpress.com/. Com base nas informações e discussões apresentadas, assinale a alternativa que expressa a análise crítica mais fundamentada sobre o fenômeno das exposições imersivas:
  1. A)Embora promovam amplo acesso à arte, exposições imersivas tendem a diluir o conteúdo crítico e histórico das obras em favor de uma experiência sensorial voltada ao entretenimento, o que pode comprometer o potencial formativo e reflexivo da fruição estética.
  2. B)A tecnologia empregada nas exposições imersivas permite que o público se aproxime mais intensamente do processo criativo dos artistas, oferecendo uma reconstrução autêntica e historicamente precisa de suas intenções originais.
  3. C)Ao integrar projeções em alta definição, trilhas sonoras e ambientes cenográficos, as chamadas exposições imersivas potencializam a percepção visual das obras, demonstrando que a experiência estética pode ser intensificada por meios artificiais sem prejuízo de seu valor cultural.
  4. D)A crítica especializada, conforme mencionado, desconsidera o valor pedagógico das exposições imersivas, pois, ao recorrerem a recursos de entretenimento, essas mostras democratizam o acesso à arte e ampliam o repertório visual do público geral.
  5. E)O êxito de exposições imersivas no circuito internacional comprova a crescente obsolescência do modelo tradicional de museu e sinaliza uma necessária ruptura com a ideia de contemplação silenciosa e introspectiva das obras.
FUVEST20261a faseQuestao 44ArtesHistória da arte: ManeirismoDificil
Paul Cézanne. A montanha de Sainte-Victoire, 1904. Assim também o gênio de Cézanne consiste em fazer com que as deformações de perspectiva, pela disposição de conjunto do quadro, deixem de ser visíveis por si mesmas na visão global e contribuam apenas, como ocorre na visão natural, para dar impressão de uma ordem nascente, de um objeto que surge a se aglomerar sob o olhar. (...) O desenho deve então resultar da cor, se se quer que o mundo seja restituído em sua espessura, pois é uma massa sem lacunas, um organismo de cores, através das quais a fuga da perspectiva, os contornos, as retas, as curvas instalam-se como linhas de força, pois é vibrando que a órbita do espaço se constitui. Merleau-Ponty. A dúvida de Cézanne. Merleau-Ponty, filósofo francês do século XX, dedicou um espaço importante em sua filosofia à reflexão sobre a pintura e, em particular, à obra de Paul Cézanne. Com base na proposição do filósofo e na observação da tela do artista, é correto afirmar que cabe à expressão por meio da pintura
Imagens anexadas
  1. A)encontrar uma forma de representação pictórica que se sobreponha ao mundo visível.
  2. B)retratar a realidade, explicitando suas deformações de perspectivas.
  3. C)fazer aparecer a espessura do mundo, especialmente pela ênfase à cor.
  4. D)deixar o mundo se revelar, sem o recurso técnico a qualquer mediação.
  5. E)destacar a cor sobre o desenho, para fazer aparecer as perspectivas.
FUVEST20261a faseQuestao 46ArtesArte barrocaDificil
Francisco Ruiz Gijón (1683-1720), Santíssimo Cristo da Expiação, popularmente conhecido como Cristo Cachorro. Escultura em madeira, 1682 (detalhe). A partir da comparação entre a escultura Cristo Cachorro, de Francisco Ruiz Gijón, e o livro O Cristo cigano, de Sophia de Mello Breyner Andresen, inspirado por ela, depreende-se:
Imagens anexadas
  1. A)A escultura barroca Cristo Cachorro prenuncia os traços modernistas do livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, uma vez que a faca, metáfora central do poema, pensada a partir de um objeto do cotidiano, está indiretamente presente na escultura como o instrumento cortante utilizado para sua criação.
  2. B)Tanto a escultura Cristo Cachorro, enquanto obra barroca, quanto o livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, obra modernista, revelam, na precisão dos detalhes anatômicos e na personalização do objeto faca, respectivamente, o desaparecimento da visão da arte enquanto ligação com o divino e a concepção da morte como fim absoluto.
  3. C)Na precisão dos detalhes anatômicos e na concepção do Cristo como um ser humano perfeito e unido ao divino pela morte, a escultura Cristo Cachorro revela a visão barroca do mundo, enquanto o livro de Sophia de Mello Breyner Andresen revela seu traço moderno na despersonalização do humano, ao propor a faca e o amor como condutores da ação.
  4. D)A elaboração metonímica do corpo do Cristo no Cristo Cachorro, atenta aos detalhes, revela uma antecipação de traços modernistas nessa escultura barroca, enquanto a comparação entre amor e morte no livro de Sophia de Mello Breyner Andresen revela os traços tardiamente românticos de seu estilo poético.
  5. E)A precisão de detalhes anatômicos e o equilíbrio de traços alcançados pelo artista na elaboração da escultura Cristo Cachorro revelam a visão barroca da arte como vitória do humano sobre o divino, enquanto o livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, ao ocultar a imagem do cigano e resumi-la a uma voz em agonia, revela a concepção modernista de um mundo sem Deus.
FUVEST20251a faseQuestao 1ArtesArte indígenaMedia
Texto 1 “Afinal, depois de ver todas as coisas daquele museu, acabei me perguntando se os brancos já não teriam começado a adquirir também tantas de nossas coisas só porque nós, Yanomami, já estamos começando também a desaparecer. Por que ficam nos pedindo nossos cestos, nossos arcos e nossos adornos de penas, enquanto garimpeiros e fazendeiros invadem nossa terra?” KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. Queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p.429. Texto 2 “Em seu trabalho, Glicéria debruça-se sobre a artesania do manto tupinambá, símbolo das tradições ancestrais de seu povo. A artista chama de cosmo-técnica a feitura do manto, e hoje busca compreender qual era sua função cultural e social em sua comunidade. Recentemente, a artista esteve na Europa e encontrou mantos datados do século XVII, que foram levados do Brasil ao longo da colonização, na Dinamarca. Segundo Glicéria, ‘hoje, as pessoas entendem o manto como arte, arte contemporânea, mas eu vejo muito além. É um ancestral nosso’.” Instituto Pipa. Ocupação dos artistas premiados do Pipa 2023: Glicéria Tupinambá. Disponível em: https://www.premiopipa.com/2023/10/ (Adaptado). A reflexão de Davi Kopenawa sobre a apropriação de objetos indígenas por museus e a pesquisa de Glicéria Tupinambá sobre o manto tupinambá em contextos europeus permitem explorar diversas dimensões da arte indígena. Com base nos textos e na imagem, assinale a alternativa que relaciona corretamente as reflexões apresentadas à importância da arte e dos artefatos culturais na discussão sobre questões indígenas no Brasil.
Imagens anexadas
  1. A)A arte indígena, ao ser exposta em museus europeus, perde seu significado original e se transforma apenas em objeto de decoração, desvinculando-se completamente de suas raízes culturais e simbólicas, de acordo com David Kopenawa.
  2. B)Glicéria Tupinambá, ao retomar elementos tradicionais em suas obras, busca uma representação autêntica que resiste à domesticação cultural imposta pelos colonizadores, valorizando o aspecto utilitário desses objetos.
  3. C)O trabalho de Glicéria Tupinambá, ao redescobrir os mantos tupinambá na Europa, revela como a arte indígena pode servir como uma ponte para o entendimento e a valorização das culturas indígenas por sociedades que historicamente as marginalizaram.
  4. D)Para David Kopenawa, a guarda de artefatos indígenas em museus da Europa é uma forma eficaz de preservação e valorização da cultura indígena, pois demonstra reconhecimento da sua importância e esforço, por parte da sociedade, para proteger os direitos territoriais desses povos.
  5. E)A arte, como mostrado por Glicéria Tupinambá, atua como um meio de resistência cultural, em que elementos tradicionais são recontextualizados para contestar narrativas coloniais e reafirmar identidades indígenas em face de processos de desapropriação e desaparecimento. Glicéria Tupinambá, Assojaba Tupinambá, 2021. Disponível em: https://dasartes.com.br/de-arte-a-z/.
FUVEST20251a faseQuestao 86ArtesArtes visuais no BrasilMedia
No texto intitulado Tarsila, a pesquisadora Aracy Amaral transcreve um trecho das impressões de Tarsila do Amaral sobre a viagem às cidades históricas coloniais mineiras, que realizara em 1924 com o grupo modernista, liderado por Mário de Andrade: “(...) As decorações murais de um modesto corredor de hotel; o forro das salas, feito de taquarinhas coloridas e trançadas; as pinturas das igrejas, simples e comoventes, executadas com amor e devoção por artistas anônimos; o Aleijadinho, nas suas estátuas e nas linhas geniais da sua arquitetura religiosa, tudo era motivo para as nossas exclamações admirativas. Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado... Mas depois vinguei-me da opressão passando-as para as minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo, sem medo de cânones convencionais. Liberdade e sinceridade, uma certa estilização que a adaptava à época moderna.” AMARAL, Tarsila, 1939. Apud AMARAL, Aracy. Tarsila, In: Tarsila do Amaral. São Paulo: Fundação Finambras, s.d, p.4. Tarsila do Amaral, O mamoeiro, 1925, óleo s/ tela, 65,0 cm x 70,0 cm. Coleção Mário de Andrade - Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Reprodução fotográfica: Rômulo Fialdini. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/. Considerando a obra O Mamoeiro, de Tarsila do Amaral, qual é o principal elemento que caracteriza a influência do movimento modernista brasileiro na pintura?
Imagens anexadas
  1. A)O emprego de recursos pictóricos que realçam os efeitos de luz e sombra na cena retratada.
  2. B)A representação de aspectos da cultura brasileira, valorizando uma paisagem local.
  3. C)A simplificação de formas geométricas abstratas.
  4. D)A inspiração na arte africana e na produção simbólica de povos originários.
  5. E)A incorporação da colagem e de técnicas mistas como procedimentos artísticos centrais.
FUVEST20241a faseQuestao 3ArtesArtes visuais e corpoMedia
A arte foi e ainda pode ser utilizada para criar, reforçar e disseminar ideias, valores e estereótipos, mas também pode colocá-los em discussão. A obra “Sentem para jantar”, de Gê Viana, faz parte da série “Atualizações traumáticas de Debret”, na qual o artista propõe uma revisão iconográfica da história do Brasil tendo como referência as obras de JeanBaptiste Debret, especificamente aquelas presentes em “Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil” (1834-1839), publicação que pautou de maneira imagética o período colonial brasileiro. Em sua revisão, Gê Viana dá continuidade ao seu projeto de análise crítica de representações históricas, produzindo releituras de algumas dessas obras, dentre as quais, a obra “Um jantar brasileiro”, do artista francês. A seguir, são reproduzidos os quadros desses dois artistas. Jean-Baptiste Debret. “Um jantar brasileiro”, 1827. Aquarela, 15,7 x 22 cm. Disponível em http://museuscastromaya.com.br/. Gê Viana. “Sentem para jantar”, 2021. Impressão em jato de tinta com pigmento natural de colagem digital sobre papel Hahnemuhle Photo Rag 308 g/m2; 29,7 x 42 cm. Disponível em https://mam.rio/ge-viana/. Com base nas informações e imagens apresentadas, assinale a alternativa que corresponde à abordagem adotada por Gê Viana em sua obra “Sentem para jantar”, ao utilizar como referência a obra “Um jantar brasileiro”, de Jean-Baptiste Debret.
Imagens anexadas
  1. A)Gê Viana reproduz, em sua obra, as mesmas relações sociais representadas na obra de Debret.
  2. B)Gê Viana exalta, em sua obra, especialmente as características físicas das pessoas retratadas, enquanto Debret enfatiza as relações pessoais.
  3. C)Gê Viana emprega, em sua obra, as mesmas técnicas e os mesmos materiais utilizados na obra de Debret, o que lhes confere grande semelhança.
  4. D)Gê Viana ignora aspectos relacionados a questões étnicoraciais em sua releitura da obra de Debret, focando apenas na estética visual da obra.
  5. E)Gê Viana busca desconstruir, em sua obra, os estereótipos étnico-raciais presentes na obra original de Debret.
FUVEST20221a faseQuestao 80ArtesArtes visuais no BrasilFacil
Identifique a alternativa mais adequada para expressar as relações entre arte e sociedade no quadro:
Imagens anexadas
  1. A)A obra retrata o êxodo rural de um grupo de nordestinos, fugindo da fome, da seca e da miséria.
  2. B)O quadro critica a incapacidade da SUDENE em propor políticas públicas para a população nordestina.
  3. C)A pintura veicula uma mensagem de esperança, ao opor o céu azul aos tons terrosos para designar a aridez da paisagem.
  4. D)A imagem do grupo com corpos esquálidos e doentes evidencia uma visão preconceituosa sobre os nordestinos.
  5. E)A tela expressa fortes convicções religiosas, ao retratar o calvário dos nordestinos como uma passagem bíblica.
FUVEST20221a faseQuestao 85ArtesHistória da arte: ManeirismoMedia
O “Homem Vitruviano” foi desenhado por Leonardo da Vinci (1452-1519) com base em um tratado sobre Arquitetura escrito e ilustrado por Marcus Vitruvius no século I a.C., na Roma Antiga. A obra ganhou versões impressas e traduções nos séculos XV e XVI. O desenho de Da Vinci expressa propostas do movimento Renascentista ao
Imagens anexadas
  1. A)buscar perpetuar obras da Antiguidade Clássica por meio da cópia e da salvaguarda.
  2. B)censurar os estudos da anatomia humana herdados da Antiguidade Clássica.
  3. C)retomar a percepção da simetria e das proporções humanas como ideal do Belo.
  4. D)apoiar-se no legado da Antiguidade greco-romana para reafirmar o teocentrismo.
  5. E)separar a arte do pensamento humanista e do conhecimento matemático.
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