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UEMA20261a faseQuestao 9PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaA Dama do Leque, o primeiro conto do livro Entre a Espada e a Rosa, de Marina Colasanti, descreve uma mulher que vive eternamente na superfície de um leque, tocando um instrumento para garças enquanto um vulcão no fundo fuma. Em uma análise da estrutura da narrativa, o trecho que contempla a apresentação dos fatos iniciais, parte na qual se situa o leitor diante da história que será lida, é o seguinte:
- A)“Era uma dama de quimono que vivia na superfície pregueada de um leque de papel. Não vivia sozinha. Pousada atrás dela, uma garça cravava a longa perna de coral na água de um lago. Enquanto no canto esquerdo, outra garça voava. Sem chuva ou neve que viessem alterar a paisagem, sem frutos que substituíssem as flores do pessegueiro, a dama e suas garças pareciam paradas no tempo.”
- B)“Bastava, porém, que o mandarim abrisse outra vez o leque, para que todos despertassem. As pequenas ondas do lago brilhavam como se algum vento lhes chegasse das montanhas. Voava a garça sem sair do lugar. A dama de longos cabelos tocava o instrumento que tinha sobre os joelhos, tangendo as cordas com dedos pálidos. Que calorento era aquele mandarim! A todo momento, rraac! abria o leque, [...]”
- C)“Com ela, os dias tornaram-se longos, às vezes longuíssimos para a dama de quimono. Tocava seu instrumento, olhava as aladas companheiras, e assim se distraía. Porém, as garças, sem nada para fazer, sem poder pescar, trançar ninho ou acasalar-se, começaram a achar o céu de papel cada vez mais limitado, a amplidão além dele cada vez mais tentadora.”
- D)“E chegou um dia em que a garça do canto esquerdo, aquela que desde sempre mantinha as asas abertas, agitou-se de leve, depois com mais vigor, e adejando enfim livre, voou para fora do leque. Durante aquele dia e nos que se seguiram, a dama esperou por ela, tocando sua doce música. Mas a garça não voltou. “
- E)“Aquela noite, ainda olhou com encantamento antes de dormir. Depois apagou a luz e fechou os olhos. Dorme a dona do leque, dorme a casa. Mas na superfície de papel um vulcão fumega, enquanto uma dama de quimono toca para suas garças a suavíssima música de um instrumento de cordas.”
UEMA20261a faseQuestao 10PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaO conto “O reino por um cavalo” é a história de um rei, dono de um cavalo que só se alimentava de moedas de ouro, fazendo com que todos os recursos do castelo se esgotassem, e o rei tivesse de criar novos impostos. Mesmo assim, chegou o momento em que não havia moeda alguma no reino. O final do conto é surpreendente porque leva à reflexão sobre
- A)a participação na sustentação de sistemas que exploram a população, alimentados no nosso dia a dia, representados pelos "cavalos", metáfora da vaidade.
- B)a simbologia de um retorno à épica romântica, com um término idealizado, marcado pelo distanciamento da violência, metonímia da exploração do convívio humano.
- C)o encerramento abrupto, sem o leitor conhecer o que se sucede quanto à revelação da “identidade” do Rei e do grão-curador, metáforas do autoritarismo.
- D)o retrato da crueldade nas narrativas contemporâneas que revelam, de forma metonímica, o ardil dos “poderosos” para enganarem a população.
- E)a intenção de se verem as relações de mera aparência transformadas, ampliando a consciência das relações humanas.
UEMA20261a faseQuestao 11PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaNo conto “O castelo que se vai”, Colasanti constrói dois reinos, administrados pelo Rei do Nada e pelo Rei Ráiç, também conhecido como Rei do Tudo. Leia o fragmento a seguir: “E porque o rei nada possuía, nem mesmo um mínimo pedacinho de terra, a qualquer sopro de vento, lá se ia o castelo com toda a sua corte, etérea arquitetura flutuando no azul. Pousava quando amainasse o vento. Ora era visto num pico escarpado, ora surgia à beira do mar ou assentava-se na planície. Nada o prendia a lugar algum. E o mundo inteiro era seu reino. “(Colasanti, 2009 p. 38)
As escolhas semânticas do fragmento com os termos nada possuía / mínimo pedacinho de terra / nada o prendia a lugar algum, que caracterizam aventuras do rei do Nada, levam o leitor a perceber que, em seu reino, não havia
- A)exploração de aspectos de inferioridade; as pessoas mais novas não se sentiam predestinadas a mudar o futuro.
- B)diferenciação entre a esperteza e a astúcia; as pessoas não venciam esses males, a não ser por meio do equilíbrio de sentimentos.
- C)ascensão na escala social; as pessoas não se mantinham no nível social, a não ser pelo maior enobrecimento dos poderosos.
- D)imposição de um modus vivendi caracterizado pelo destino; as pessoas não concebiam uma força essencial para a realização de seu eu.
- E)preocupação com riqueza; as pessoas eram livres, não ficavam aprisionadas a valores materiais.
UEMA20231a faseQuestao 7PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaO conto a seguir serve de base para responder às questões 07, 08 e 09. Entre as folhas do Verde O
O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo. Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela. Apanhou as luvas e desceu. Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao Sol. Brilhavam os dentes abertos em risadas, as armas, as trompas que deram o sinal de partida. Na floresta também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E cada um se escondeu como pode. Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa, e estava debruçada no regato quando os caçadores chegaram. Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a cabeça ouvindo. Então o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele correu e a segurou, chamando homens e cães. Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça num quarto de porta trancada. Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio. Então, ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer. Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-la virar toda mulher. Ela queria dizer que o amava tanto, que queria se casar com ele e levá-lo para a floresta, que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores e que pediria à Rainha das Corças para dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho. Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra. Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a primeira lágrima rolou nos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro. Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só, e compridas, um corpo branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher. Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha. O Sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta, só corça, não mais mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005.
O conto começa com o relato da felicidade do príncipe porque era um dia de caçada. Ao longo do conto, entretanto, percebe-se que os interesses e a linguagem dos dois personagens da narrativa eram diferentes. O trecho que confirma essa ideia é o seguinte:
- A)“Mas corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio.” Então ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.“
- B)“Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, [...]”
- C)“Ela queria dizer que o amava tanto, que queria casar com ele e levá-lo para a floresta, que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores [...]"
- D)“E no dia que a primeira lágrima rolou dos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro. “
- E)“Duas pernas só, e compridas, um corpo branco. Tentou levantar não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias.“
UEMA20231a faseQuestao 8PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaO conto a seguir serve de base para responder às questões 07, 08 e 09. Entre as folhas do Verde O
O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo. Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela. Apanhou as luvas e desceu. Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao Sol. Brilhavam os dentes abertos em risadas, as armas, as trompas que deram o sinal de partida. Na floresta também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E cada um se escondeu como pode. Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa, e estava debruçada no regato quando os caçadores chegaram. Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a cabeça ouvindo. Então o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele correu e a segurou, chamando homens e cães. Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça num quarto de porta trancada. Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio. Então, ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer. Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-la virar toda mulher. Ela queria dizer que o amava tanto, que queria se casar com ele e levá-lo para a floresta, que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores e que pediria à Rainha das Corças para dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho. Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra. Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a primeira lágrima rolou nos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro. Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só, e compridas, um corpo branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher. Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha. O Sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta, só corça, não mais mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005.
O conto começa com o relato da felicidade do príncipe porque era um dia de caçada. Ao longo do conto, entretanto, percebe-se que os interesses e a linguagem dos dois personagens da narrativa eram diferentes. O trecho que confirma essa ideia é o seguinte:
O trecho cujos verbos revelam simultaneidade de ações na cena relatada é
- A)“Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar. Se chegasse perto será que ela fugia? [...]”
- B)“Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a primeira lágrima rolou nos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro.”
- C)“O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo. Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela. Apanhou as luvas e desceu. Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao sol.”
- D)“Quando a corça acordou, já não era mais corça. [...]Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão”
- E)”Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.”
UEMA20231a faseQuestao 9PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaO conto a seguir serve de base para responder às questões 07, 08 e 09. Entre as folhas do Verde O
O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo. Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela. Apanhou as luvas e desceu. Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao Sol. Brilhavam os dentes abertos em risadas, as armas, as trompas que deram o sinal de partida. Na floresta também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E cada um se escondeu como pode. Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa, e estava debruçada no regato quando os caçadores chegaram. Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a cabeça ouvindo. Então o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele correu e a segurou, chamando homens e cães. Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça num quarto de porta trancada. Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio. Então, ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer. Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-la virar toda mulher. Ela queria dizer que o amava tanto, que queria se casar com ele e levá-lo para a floresta, que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores e que pediria à Rainha das Corças para dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho. Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra. Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a primeira lágrima rolou nos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro. Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só, e compridas, um corpo branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher. Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha. O Sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta, só corça, não mais mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005.
O conto começa com o relato da felicidade do príncipe porque era um dia de caçada. Ao longo do conto, entretanto, percebe-se que os interesses e a linguagem dos dois personagens da narrativa eram diferentes. O trecho que confirma essa ideia é o seguinte:
Esse conto nos ajuda a explicar a polaridade entre os gêneros que apontam dicotomias biológicas e psicológicas, ilustrando as diferenças entre macho-fêmea, homem-mulher, visto na vida cotidiana como bem-mal, certo-errado, temática central dos contos de fadas. Pode-se depreender, mais de que uma mera dicotomia, que o tema central do conto revela
- A)a hierarquização que se faz em torno de um indivíduo privilegiado, ou seja, o homem é positivo, o que torna a mulher negativa, oprimida, excluída.
- B)o arranjo entre o desejo de ser e a necessidade de ter, ou seja, o homem deseja e realiza, o que torna a mulher submissa ao que é desejado pelo seu amor.
- C)a alternativa possível de diferentes conhecimentos de mundo, ou seja, privilegiando sentimentos, o que torna o homem um predestinado e a mulher, dependente.
- D)o reconhecimento catártico em que a mulher tem um procedimento estético, de fazer, ou seja, de querer, enquanto o homem apresenta a visão da realização.
- E)a transformação de todos os cidadãos, parecidos uns com os outros, ou seja, irradiando uma força centralizadora e uniformizante.
UEMA20231a faseQuestao 10PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaAs questões 10, 11 e 12 tomam como base o conto "Um Espinho de Marfim". Leia o fragmento para responder à questão 10.
“Um dia, indo o rei de manhã cedo visitar a filha em seus aposentos, viu o unicórnio na moita de lírios. Quero esse animal para mim. E imediatamente ordenou a caçada.”.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005.
Em relação às características do rei, recorrendo-se às leis da natureza que se conhecem, de imediato, é sugerida ideia de
- A)curiosidade metafísica.
- B)aventura e prazer.
- C)descoberta inédita.
- D)afeição e emotividade.
- E)poder e autossuficiência.
UEMA20231a faseQuestao 11PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaAs questões 10, 11 e 12 tomam como base o conto "Um Espinho de Marfim". Leia o fragmento para responder à questão 10.
“Um dia, indo o rei de manhã cedo visitar a filha em seus aposentos, viu o unicórnio na moita de lírios. Quero esse animal para mim. E imediatamente ordenou a caçada.”.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005.
Em relação às características do rei, recorrendo-se às leis da natureza que se conhecem, de imediato, é sugerida ideia de
Sobre a estilística empregada pela escritora, o emprego de frases nominais, bem pertinentes ao gênero literário de “Um Espinho de Marfim”, está correto na seguinte exemplificação:
- A)“Amanhecia o sol e lá estava o unicórnio. Por entre as flores olhava a janela do quarto onde vinha cumprimentar o dia."
- B)“Um dia, mais nada. Nenhuma pegada, nenhum sinal da sua presença. E silêncio nas noites.”
- C)“Amanhã é o dia. Quero sua palavra cumprida,- disse o rei - virei buscar o unicórnio ao cair do sol.”
- D)“Salvar o amor era preciso” “O sol mais uma vez encheu de luz as corolas.“
- E)"A princesa aproximou-se. Que animal era aquele de olhos tão mansos retidos pela artimanha de suas tranças?”
UEMA20231a faseQuestao 12PortuguêsConto (Marina Colasanti)MediaAs questões 10, 11 e 12 tomam como base o conto "Um Espinho de Marfim". Leia o fragmento para responder à questão 10.
“Um dia, indo o rei de manhã cedo visitar a filha em seus aposentos, viu o unicórnio na moita de lírios. Quero esse animal para mim. E imediatamente ordenou a caçada.”.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005.
Em relação às características do rei, recorrendo-se às leis da natureza que se conhecem, de imediato, é sugerida ideia de
Leia o final do conto "Um Espinho de Marfim". "E nesse último dia aproximou a cabeça do seu peito, com suave força, com força de amor empurrando, cravando o espinho de marfim no coração, enfim florido.Quando o rei veio em cobrança da promessa, foi isso que o sol morrente lhe entregou, a rosa de sangue e um feixe de lírios."
O leitor pode fazer uma interpretação simbólica do dilema vivido pela princesa que decide por
- A)autodestruição por incapacidade de ser.
- B)consenso social concreto.
- C)vingança abstrata do mundo.
- D)ruptura com o sistema instituído.
- E)renúncia à fragilidade do amor.