A auxina é um hormônio vegetal que atua no controle do desenvolvimento e do crescimento das plantas, estimulando a divisão e a expansão celular. No final do século XIX, observaram-se respostas de fotomorfogênese no ápice de mudas de gramíneas que se curvavam no sentido da luz em resposta à iluminação lateral, fenômeno conhecido no geral como fototropismo positivo.
Nessa situação, a absorção da luz é feita por proteínas denominadas fototropinas, que são fotorreceptores de luz azul do espectro eletromagnético visível. Esses fotorreceptores regulam o transporte da auxina, fazendo com que esse hormônio concentre-se em maior quantidade em determinadas regiões da planta. Com isso, ocorre a distensão celular, o que resulta na curvatura da planta. De acordo com as informações do texto e da figura, e considerando apenas o espectro eletromagnético da luz visível, tem-se que as fototropinas são mais sensíveis às ondas de
Imagens anexadas
A)menores comprimentos de onda, cujas ações resultam na maior concentração de auxina no lado sombreado da planta.
B)maiores frequências, cujas ações resultam na maior concentração de auxina no lado iluminado da planta.
C)menores frequências, cujas ações resultam na maior concentração de auxina no lado iluminado da planta.
D)maiores comprimentos de onda, cujas ações resultam na maior concentração de auxina no lado sombreado da planta.
E)maiores frequências, cujas ações resultam em uma mesma distribuição de auxina nos lados sombreado e iluminado da planta.
A imagem ilustra a deposição de poluentes atmosféricos particulados sobre as superfícies superior e inferior de uma folha. As micrografias mostram a deposição desses poluentes sobre as células da epiderme foliar e em um estômato.
(Sigi Chen et al. “Composition and size of retained aerosol particles on urban plants: insights into related factors and potential impacts”. www.sciencedirect.com, 2022. Adaptado.) A deposição desses poluentes atmosféricos particulados na epiderme e nos estômatos de uma folha afeta
A disposição e a distribuição dos estômatos nas folhas são adaptações das espécies vegetais aos ambientes onde ocorrem. Os estômatos podem estar dispostos em ambas as faces da folha ou em apenas uma delas. Quando são encontrados nas duas faces, a folha é chamada de anfiestomática; quando são encontrados apenas na face abaxial (inferior), a folha é hipoestomática; e quando estão presentes apenas na face adaxial (superior), a folha é epiestomática. A figura 1 apresenta a salvínia (Salvinia auriculata), uma planta aquática cujas folhas flutuam sobre as águas. A figura 2 apresenta um pequizeiro (Caryocar brasiliense), espécie vegetal arbórea de ambientes quentes e de baixa pluviosidade. E a figura 3 apresenta exemplares de bromélia (Quesnelia testudo), espécie vegetal adaptada a ambientes úmidos e de alta pluviosidade. Figura 1
(http://www.plantsoftheworldonline.org)
Figura 2
(http://wwwnaturezapura123.blogspot.com)
Figura 3
(http://faunaeflorauna.blogspot.com) As figuras que representam as espécies anfiestomática, hipoestomática e epiestomática estão corretamente relacionadas a seus respectivos biomas em:
Imagens anexadas
A)3 - Caatinga, 1 - Pantanal e 2 - Cerrado.
B)1 - Amazônia, 2 - Cerrado e 3 - Mata Atlântica.
C)3 - Mata Atlântica, 2 - Cerrado e 1 - Pantanal.
D)1 - Pantanal, 3 - Amazônia e 2 - Caatinga.
E)2 - Amazônia, 1 - Mata Atlântica e 3 - Caatinga.
A figura mostra um experimento realizado com duas espécies de gramíneas, A e B. As gramíneas foram inicialmente plantadas em uma curta faixa nos extremos opostos de duas caixas retangulares contendo solo. As caixas foram acondicionadas em ambientes separados e submetidas à mesma intensidade luminosa. Por semanas, ambas as caixas foram regadas igualmente, mas uma delas foi mantida a 10 °C e a outra, a 40 °C.
O gráfico que melhor representa a variação da taxa de fotossíntese de ambas as espécies, em relação às temperaturas a que foram submetidas, é:
Funcionamento de uma folha artificial As folhas artificiais estão entre as tecnologias mais promissoras para um mundo mais limpo, pois podem tanto capturar o dióxido de carbono da atmosfera quanto transformá-lo em combustíveis limpos, além de gerar energia sob outras formas. Essas folhas biomiméticas convertem o dióxido de carbono em combustível e decompõem a água em oxigênio e hidrogênio, tudo isso usando energia solar. Os dois processos ocorrem simultaneamente, mas um de cada lado de uma célula fotovoltaica: o oxigênio é produzido no lado “positivo” da célula e o combustível é produzido no lado “negativo”. (www.inovacaotecnologica.com.br. Adaptado.) Comparando o processo de fotossíntese natural com o executado pelas folhas artificiais, constata-se que ambos
A tabela mostra os horários do nascer e do pôr do Sol na cidade de São Paulo, em quatro datas do ano de 2019.
Data | Nascer do Sol | Pôr do Sol
24 de março | 6h12 | 18h12
21 de junho | 6h48 | 17h27
19 de setembro | 6h00 | 18h00
22 de dezembro | 5h18 | 18h51
Em Macapá, única capital brasileira cortada pela linha do equador, o nascer e o pôr do Sol nessas quatro datas ocorrem em horários diferentes daqueles registrados para São Paulo. Considere dois arbustos da mesma espécie, com o mesmo porte, em vasos de mesmo tamanho, mantidos à luz ambiente, em dia sem nebulosidade, sob condições adequadas de temperatura, nutrição e aporte hídrico, um deles na cidade de São Paulo e o outro na cidade de Macapá. Com relação aos tempos de duração da fotossíntese e da respiração celular nesses dois arbustos, assinale a alternativa correta.
A)Em 21 de junho, a duração da fotossíntese no arbusto em São Paulo foi maior do que no arbusto em Macapá, mas a duração da respiração foi igual em ambos.
B)Nas quatro datas, a duração da fotossíntese e a duração da respiração são iguais em ambos os arbustos.
C)Em 21 de junho, a duração da respiração foi maior do que a duração da fotossíntese em ambos os arbustos, situação que se inverterá em 22 de dezembro.
D)Em 24 de março e em 19 de setembro, a duração da fotossíntese foi a mesma que a da respiração em ambos os arbustos.
E)Em 22 de dezembro, a duração da fotossíntese no arbusto em São Paulo será maior do que no arbusto em Macapá, mas a duração da respiração será igual em ambos.
Um coqueiro (Cocos nucifera) pode atingir até 30 metros de altura e produzir até 80 frutos por ano. Cada fruto, ainda verde, tem em média 289 mL de água, na qual estão dissolvidos açúcares e sais minerais.
(www.agencia.cnptia.embrapa.br) Por analogia, os frutos de um coqueiro assemelham-se à caixa d’água de uma residência. Em ambos os casos, a água obtida ao nível do solo é armazenada, em grande quantidade, metros acima do nível desse solo.
(www.forumdaconstrucao.com.br. Adaptado.) Para que a água ascenda à caixa d’água e à copa do coqueiro, é necessário que,
A)ao nível do solo, haja no cano e no floema uma impulsão da coluna de água, elevando-a até a extremidade oposta desses sistemas condutores.
B)metros acima do nível do solo, haja no cano e no xilema uma sucção da coluna de água, elevando-a desde o nível do solo.
C)metros acima do nível do solo, haja no cano e no floema uma sucção da coluna de água, elevando-a desde o nível do solo.
D)ao nível do solo, haja no cano uma impulsão da coluna de água e, metros acima do nível do solo, haja no xilema uma sucção da coluna de água, elevando-as desde o nível do solo.
E)ao nível do solo, haja no cano e no xilema uma impulsão da coluna de água, elevando-a até a extremidade oposta desses sistemas condutores.
A figura reproduz o modelo físico proposto por Ernst Münch para explicar sua hipótese sobre o deslocamento de seiva nas plantas. Duas bolsas semipermeáveis, interconectadas por um tubo, são imersas em vasos que contêm o mesmo volume de água destilada. A bolsa 1 contém apenas água destilada e a 2, uma solução concentrada de água e açúcar. Os vasos são ligados por outro tubo, com uma torneira acoplada, que permanece fechada durante todo o experimento. Na figura, ∆h indica o desnivelamento de água ocorrido nos vasos após o início do experimento, no curto intervalo de tempo em que o açúcar permaneceu restrito à bolsa 2.
Sobre o experimento, foram feitas as afirmações: I. A bolsa 1 representa o sistema radicular, enquanto a bolsa 2 representa as folhas da planta. II. Na bolsa que corresponderia às folhas da planta, a pressão osmótica equivale ao produto entre a densidade da água, a aceleração da gravidade e o ∆h. III. Enquanto fechada, a torneira equivale, na planta, ao método de anelamento do caule. É verdadeiro o que se afirma em
Em determinado experimento, o desenvolvimento de uma planta em um vaso em repouso em relação à Terra é acompanhado a partir da situação inicial representada na figura. Na região do experimento, o campo gravitacional terrestre é constante e pode ser representado por linhas paralelas orientadas para o centro da Terra.
Sabendo que as raízes dessa planta apresentam geotropismo positivo, que seu caule apresenta geotropismo negativo e considerando apenas a influência do campo gravitacional no crescimento dessa planta, a posição relativa de suas raízes e de seu caule em relação ao campo gravitacional, após algumas semanas de observação, está corretamente representada em:
(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
Analise as imagens de uma mesma planta sob as mesmas condições de luminosidade e sob condições hídricas distintas.
Os estômatos desta planta estão
Imagens anexadas
A)abertos na condição 1, pois há intenso bombeamento de íons K+ das células-guarda para as células acessórias, resultando na perda de água e flacidez destas últimas.
B)fechados na condição 2, pois há redução na troca de íons K+ entre as células acessórias e as células-guarda, mantendo a turgidez de ambas.
C)abertos na condição 2, pois há intenso bombeamento de íons K+ das células-guarda para as células acessórias, resultando na perda de água e flacidez destas últimas.
D)fechados na condição 1, pois há intenso bombeamento de íons K+ das células acessórias para o interior das células-guarda, resultando na perda de água e flacidez destas últimas.
E)abertos na condição 2, pois há intenso bombeamento de íons K+ das células acessórias para o interior das células-guarda, resultando na turgidez destas últimas.
Os gráficos apresentam as taxas de respiração e de fotossíntese de uma planta em função da intensidade luminosa a que é submetida.
De acordo com os gráficos e os fenômenos que representam,
Imagens anexadas
A)no intervalo A-B a planta consome mais matéria orgânica que aquela que sintetiza e, a partir do ponto B, ocorre aumento da biomassa vegetal.
B)no intervalo A-C a planta apenas consome as reservas energéticas da semente e, a partir do ponto C, passa a armazenar energia através da fotossíntese.
C)a linha 1 representa a taxa de respiração, enquanto a linha 2 representa a taxa de fotossíntese.
D)no intervalo A-C a planta se apresenta em processo de crescimento e, a partir do ponto C, há apenas a manutenção da biomassa vegetal.
E)no intervalo A-B a variação na intensidade luminosa afeta as taxas de respiração e de fotossíntese e, a partir do ponto C, essas taxas se mantêm constantes.
Em uma matéria sobre o papel das plantas na redução da concentração atmosférica dos gases do efeito estufa, consta a seguinte informação:
O vegetal “arranca” o carbono, que é o C do CO2, para usar de matéria-prima para o seu tronco, e devolve para a atmosfera o O2, ou seja, oxigênio. (Superinteressante, maio de 2016. Adaptado.) Tal informação refere-se à
A)respiração celular e está correta, uma vez que, nas mitocôndrias, o carbono do CO2 é disponibilizado para a síntese de tecidos vegetais e o O2 é devolvido para a atmosfera.
B)fotossíntese e está correta, uma vez que, através desse processo, a planta utiliza o carbono na síntese de seus tecidos, devolvendo para a atmosfera o oxigênio do CO2.
C)fotossíntese e está incorreta, uma vez que o carbono do CO2 é utilizado na síntese de carboidratos que serão consumidos na respiração celular, mas não como matéria-prima do tronco.
D)fotossíntese e está incorreta, uma vez que o oxigênio liberado para atmosfera provém da reação de decomposição da água, e não do CO2 que a planta capta da atmosfera.
E)respiração celular e está incorreta, uma vez que o O2 liberado para atmosfera tem origem na quebra de carboidratos na glicólise, da qual também resulta o carbono que irá compor os tecidos vegetais.
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