Inesperado e assustador. É assim que pessoas que vivem ou trabalham na região do Pantanal têm definido os incêndios no bioma em pleno junho, período em que historicamente não há tanto fogo no bioma. (www.bbc.com.br, 21.06.2024. Adaptado.) As causas dos incêndios no Pantanal, em junho de 2024, estão relacionadas
A)à construção de hidrelétricas e ao desmatamento.
B)à vegetação densa e às descargas elétricas.
C)ao período de estiagem e às ações antrópicas.
D)ao fenômeno climático La Niña e à produção canavieira.
E)à urbanização e ao sistema de abastecimento de água.
O mercado de crédito de carbono está se tornando cada vez mais popular para indivíduos, organizações e empresas. Os créditos e compensações de carbono são obtidos por meio de diversas iniciativas e projetos que tentam reduzir as emissões, como a produção de energia renovável, as melhorias na eficiência energética, o reflorestamento e a captura de metano em aterros sanitários. (www.exame.com.br, 12.01.2024. Adaptado.) O crédito de carbono é
A)uma unidade que representa a redução de uma tonelada de dióxido de carbono não emitida por projetos ambientais.
B)uma permissão para uma empresa emitir uma quantidade específica de gases de efeito estufa em países subdesenvolvidos.
C)um empréstimo financeiro concedido a projetos de energia renovável, melhorando o custo da eletricidade verde.
D)um certificado que permite a uma empresa compensar o custo de seus produtos ao reduzir a emissão de poluentes.
E)um voucher que pode ser trocado por produtos sustentáveis, promovendo práticas de consumo responsável.
Examine os mapas.
Propriedades privadas (99 662 481 hectares) Áreas de proteção ambiental (19 903 841 hectares)
Terras indígenas (115 091 408 hectares) Unidades de conservação (94 074 236 hectares) (https://ipam.org.br. Adaptado.) Considerando o uso e a ocupação do solo típicos das áreas representadas nos mapas,
Imagens anexadas
A)as unidades de conservação, atreladas às bacias hidrográficas regionais, caracterizam a saída para a crise hídrica nas regiões meridionais do Brasil.
B)as propriedades privadas, com intensa transformação dos espaços naturais, territorializam o chamado arco do desmatamento.
C)as áreas de interesse ambiental, em suas diferentes classificações, sinalizam os recentes avanços do Brasil no cuidado com o meio ambiente.
D)as terras indígenas, espaços privados de interesse coletivo, sinalizam os eixos de desenvolvimento para atividades sustentáveis no Brasil.
E)as áreas de proteção ambiental, livres do desmatamento, impulsionam as atividades agropecuárias na região.
A educação ambiental é uma proposta que nasce em um momento histórico de alta complexidade. Faz parte de uma tentativa de responder aos sinais de falência de todo um modo de vida, o qual já não sustenta as promessas de felicidade, afluência, progresso e desenvolvimento. A modernidade ocidental, da qual somos filhos, apostou todas as suas fichas em uma razão científica objetificadora e no otimismo tecnológico correspondente. Do mesmo modo, fez-nos crer que o bem viver residia no imperativo da acumulação material baseada nos circuitos de trabalho, produção e consumo. (Isabel C. de M. Carvalho. Educação ambiental, 2012. Adaptado.) De acordo com o excerto, a educação ambiental caracteriza uma resposta
A)ao modo de produção capitalista, ineficiente na construção de paisagens naturais.
B)à sociedade de consumo, predatória em sua relação sociedade-natureza.
C)ao consumo consciente, agregador de valor aos produtos com baixa demanda nos mercados.
D)à obsolescência programada, estratégia adotada pelas empresas para estimular a sustentabilidade.
E)à desorganização social, ausente de leis reguladoras de uso e ocupação dos espaços.
Analise o mapa.
(Maria Elena Simielli. Geoatlas, 2012. Adaptado.)
O mapa refere-se a um protocolo internacional, ratificado por 170 países no ano de 2000, denominado
A desertificação é um fenômeno que se desenvolve sobre ecossistemas fragilizados. Concebida como um fenômeno principalmente climático, a desertificação tem implicação sobretudo ecológica, daí falar-se em desertificação ecológica. Diferentemente da desertificação climática, a ecológica pode se desenvolver até mesmo em ambiente úmido, sendo que o elemento clima poderá não ter sofrido variação tão perceptível quanto aquela do manto vegetal e do solo promovidos pela ação humana. (Francisco Mendonça e Inês M. D. Oliveira. Climatologia, 2007. Adaptado.) Considerando as informações apresentadas no excerto, constitui um indicador da desertificação ecológica a
Em agosto de 2013, o Tribunal de Justiça de São Paulo liberou a polêmica construção de 193 prédios residenciais na zona sul da capital, em área de manancial da represa Billings. Do ponto de vista ambiental, o conflito em torno dessa obra justifica-se
A)pelo processo de terraceamento, que altera o fluxo superficial das águas que chegam à represa.
B)pela degradação do solo, que promove a laterização decorrente da impermeabilização da área.
C)pela ocorrência da inversão térmica, que aumenta a temperatura local com a instalação de equipamentos urbanos.
D)pelo comprometimento da área de nascentes, que diminui os espaços permeáveis de recarga da represa.
E)pela chegada de espécies invasoras, que prejudica o equilíbrio do ecossistema com a implantação de novos usos.
Na construção civil, no design e na arquitetura, uma tendência já bem difundida é a união entre a preocupação com o meio ambiente e projetos rentáveis, práticos e econômicos. Desde 2004, os empreendimentos construídos e projetados pela empresa são feitos com bambu, fibras vegetais e lonas têxteis tensionadas, utilizando tecnologias e materiais não convencionais. “Utilizar bambu no lugar do aço representa uma opção inteligente. Uma das vantagens dessa substituição é a de que o bambu tem qualidades mecânicas comparáveis às do aço, com resistência à tração de 200 megapascal (MPa), além de um amplo potencial ecológico”. (www.faperj.br. Adaptado.) Considerando o uso apresentado pelo excerto, o amplo potencial ecológico do bambu pode ser compreendido, dentre outros motivos, por
A)ser amplamente encontrado no bioma da caatinga.
B)substituir matas sem função econômica pelo seu cultivo.
C)ajudar na redução do déficit habitacional.
D)configurar um recurso renovável e biodegradável.
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