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Questões de Português do UEPG

49 questões de Português do UEPG (2017–2026): os tópicos que mais caem e uma amostra para treinar de graça.

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Português no UEPG (tópico × ano)

2017–2026
Topico202620252024202320222020201920182017
Interpretação de texto (TIC)12114
Literatura brasileira (prosa)11111
Semântica1111
Interpretação de texto3
Acentuação gráfica11
Conjugação verbal11
Graciliano Ramos / Vidas Secas2
Literatura brasileira2
Literatura: Carolina Maria de Jesus e ironia2
Prosa brasileira (conto)2

Tópicos de Português que mais caem

  • Literatura brasileira (prosa)10% · 5 questões
  • Semântica8% · 4 questões
  • Interpretação de texto6% · 3 questões
  • Acentuação gráfica4% · 2 questões
  • Conjugação verbal4% · 2 questões
  • Graciliano Ramos / Vidas Secas4% · 2 questões
  • Literatura brasileira4% · 2 questões

Questões de Português do UEPG

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UEPG2026Conhecimentos GeraisQuestao 1PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Facil
Se eu tivesse uma livraria Se eu tivesse uma livraria, ela se chamaria Capela. Porque ler é meio que minha religião. Na Livraria Capela, teríamos “cultos” todos os sábados às 17h, com temas como “O evangelho de José Saramago” e “Jesus segundo J.M. Coetzee”. (Pensando melhor, “Culto” também é um bom nome de livraria!) Cada tema traria um convidado diferente e poderiam ser autores, tradutores, pesquisadores e leitores. Os cultos terminariam por volta das 18h e, em seguida, seriam oferecidos drinques (alcoólicos e não alcoólicos) para todos os leitores. Porque sábado, às 18h, é um bom horário para fazer um aperitivo. Assim as pessoas teriam chance de bater um papo, dar uma olhada nas novidades e adquirir seus textos (sagrados e não). Quem quisesse, poderia contribuir com a Livraria Capela adquirindo também produtos da loja de suvenires, como camisetas, sacolas de pano, canecas, lápis e marcadores. Como tema, as estampas e impressões teriam só o primeiro nome de escritoras e escritores (bem ao estilo bíblico), como Annie (Ernaux), Olga (Tokarczuk) e Franz (Kafka). A loja venderia também cafés em grãos ou moídos e várias opções de chás com nomes simpáticos como “O sol também se levanta” e “Meu ano de descanso e relaxamento”. “Leia à Capela” seria o slogan da livraria porque alguns trocadilhos são irresistíveis. E acho que senso de humor é uma ótima forma de vender livros. Inspirada no serviço de curadoria oferecido pela Heywood Hill, em Londres, a Livraria Capela teria planos de assinatura em que a pessoa receberia um livro por mês baseado em seu perfil de leitora, traçado a partir de uma conversa com os curadores da loja. Cada sugestão enviada pelo correio seria uma surpresa (idealmente) positiva — um serviço de boas novas. Por fim, a Livraria Capela prestaria assistência literária para pessoas físicas e jurídicas. Assim, empresas que se gabam de oferecer planos médico e odontológico para seus funcionários, poderiam oferecer também um plano literário. Quem dispuser desse plano, terá acesso a profissionais capazes de sugerir leituras de livros de ficção que ajudem em crises profissionais, pessoais e amorosas. Ou que sirvam de inspiração para questões mais objetivas como “largar o celular” e “sair das redes sociais”. Adaptado de: NETTO, Irinêo Baptista. Se eu tivesse uma livraria. Plural Curitiba, 19/11/2024. Disponível em: www.plural.jor.br/se-eu-tivesse-uma-livraria. Acesso em: 02/02/2025. A respeito do texto de Irinêo Baptista Netto, assinale o que for correto.
  1. 01)Ao prever os encontros que aconteceriam na Livraria Capela, o autor imagina que seriam voltados apenas para profissionais da área, como tradutores e pesquisadores.
  2. 02)Os encontros de leitores imaginados pelo autor transcorreriam nas tardes de sábado e abordariam o acervo da livraria, exclusivamente de obras de caráter devoto e místico.
  3. 04)Ao imaginar batizar sua livraria de Capela, o autor quer destacar que considera a leitura uma experiência próxima à da religiosidade.
  4. 08)A denominação Capela, além de ter ligação com a visão do autor sobre a leitura, também é o tema que guiaria os encontros de leitores, comparados a cultos.
UEPG2026Conhecimentos GeraisQuestao 2PortuguêsSemânticaFacil
Se eu tivesse uma livraria Se eu tivesse uma livraria, ela se chamaria Capela. Porque ler é meio que minha religião. Na Livraria Capela, teríamos “cultos” todos os sábados às 17h, com temas como “O evangelho de José Saramago” e “Jesus segundo J.M. Coetzee”. (Pensando melhor, “Culto” também é um bom nome de livraria!) Cada tema traria um convidado diferente e poderiam ser autores, tradutores, pesquisadores e leitores. Os cultos terminariam por volta das 18h e, em seguida, seriam oferecidos drinques (alcoólicos e não alcoólicos) para todos os leitores. Porque sábado, às 18h, é um bom horário para fazer um aperitivo. Assim as pessoas teriam chance de bater um papo, dar uma olhada nas novidades e adquirir seus textos (sagrados e não). Quem quisesse, poderia contribuir com a Livraria Capela adquirindo também produtos da loja de suvenires, como camisetas, sacolas de pano, canecas, lápis e marcadores. Como tema, as estampas e impressões teriam só o primeiro nome de escritoras e escritores (bem ao estilo bíblico), como Annie (Ernaux), Olga (Tokarczuk) e Franz (Kafka). A loja venderia também cafés em grãos ou moídos e várias opções de chás com nomes simpáticos como “O sol também se levanta” e “Meu ano de descanso e relaxamento”. “Leia à Capela” seria o slogan da livraria porque alguns trocadilhos são irresistíveis. E acho que senso de humor é uma ótima forma de vender livros. Inspirada no serviço de curadoria oferecido pela Heywood Hill, em Londres, a Livraria Capela teria planos de assinatura em que a pessoa receberia um livro por mês baseado em seu perfil de leitora, traçado a partir de uma conversa com os curadores da loja. Cada sugestão enviada pelo correio seria uma surpresa (idealmente) positiva — um serviço de boas novas. Por fim, a Livraria Capela prestaria assistência literária para pessoas físicas e jurídicas. Assim, empresas que se gabam de oferecer planos médico e odontológico para seus funcionários, poderiam oferecer também um plano literário. Quem dispuser desse plano, terá acesso a profissionais capazes de sugerir leituras de livros de ficção que ajudem em crises profissionais, pessoais e amorosas. Ou que sirvam de inspiração para questões mais objetivas como “largar o celular” e “sair das redes sociais”. Adaptado de: NETTO, Irinêo Baptista. Se eu tivesse uma livraria. Plural Curitiba, 19/11/2024. Disponível em: www.plural.jor.br/se-eu-tivesse-uma-livraria. Acesso em: 02/02/2025. “Quem quisesse, poderia contribuir com a Livraria Capela adquirindo também produtos da loja de suvenires, como camisetas, sacolas de pano, canecas, lápis e marcadores”. Sobre esse segmento, assinale o que for correto.
  1. 01)O termo “adquirindo” poderia ser substituído por “obtendo” sem prejuízo semântico para o entendimento da frase.
  2. 02)A forma verbal “contribuir” poderia ser substituída por “colaborar” sem prejuízo semântico para o entendimento do trecho.
  3. 04)O vocábulo “suvenires” poderia ser substituído por “mantimentos” sem prejuízo semântico para o entendimento da oração.
  4. 08)A palavra “produtos” poderia ser substituída por “artigos” sem prejuízo semântico para o entendimento do período.
UEPG2026Conhecimentos GeraisQuestao 3PortuguêsConjugação verbalMedia
Se eu tivesse uma livraria Se eu tivesse uma livraria, ela se chamaria Capela. Porque ler é meio que minha religião. Na Livraria Capela, teríamos “cultos” todos os sábados às 17h, com temas como “O evangelho de José Saramago” e “Jesus segundo J.M. Coetzee”. (Pensando melhor, “Culto” também é um bom nome de livraria!) Cada tema traria um convidado diferente e poderiam ser autores, tradutores, pesquisadores e leitores. Os cultos terminariam por volta das 18h e, em seguida, seriam oferecidos drinques (alcoólicos e não alcoólicos) para todos os leitores. Porque sábado, às 18h, é um bom horário para fazer um aperitivo. Assim as pessoas teriam chance de bater um papo, dar uma olhada nas novidades e adquirir seus textos (sagrados e não). Quem quisesse, poderia contribuir com a Livraria Capela adquirindo também produtos da loja de suvenires, como camisetas, sacolas de pano, canecas, lápis e marcadores. Como tema, as estampas e impressões teriam só o primeiro nome de escritoras e escritores (bem ao estilo bíblico), como Annie (Ernaux), Olga (Tokarczuk) e Franz (Kafka). A loja venderia também cafés em grãos ou moídos e várias opções de chás com nomes simpáticos como “O sol também se levanta” e “Meu ano de descanso e relaxamento”. “Leia à Capela” seria o slogan da livraria porque alguns trocadilhos são irresistíveis. E acho que senso de humor é uma ótima forma de vender livros. Inspirada no serviço de curadoria oferecido pela Heywood Hill, em Londres, a Livraria Capela teria planos de assinatura em que a pessoa receberia um livro por mês baseado em seu perfil de leitora, traçado a partir de uma conversa com os curadores da loja. Cada sugestão enviada pelo correio seria uma surpresa (idealmente) positiva — um serviço de boas novas. Por fim, a Livraria Capela prestaria assistência literária para pessoas físicas e jurídicas. Assim, empresas que se gabam de oferecer planos médico e odontológico para seus funcionários, poderiam oferecer também um plano literário. Quem dispuser desse plano, terá acesso a profissionais capazes de sugerir leituras de livros de ficção que ajudem em crises profissionais, pessoais e amorosas. Ou que sirvam de inspiração para questões mais objetivas como “largar o celular” e “sair das redes sociais”. Adaptado de: NETTO, Irinêo Baptista. Se eu tivesse uma livraria. Plural Curitiba, 19/11/2024. Disponível em: www.plural.jor.br/se-eu-tivesse-uma-livraria. Acesso em: 02/02/2025. A partir da leitura do texto, em relação à conjugação verbal, assinale o que for correto.
  1. 01)O título do texto apresenta um verbo conjugado no pretérito imperfeito do modo indicativo.
  2. 02)O título da crônica de Irinêo Baptista Netto contém um verbo conjugado no pretérito imperfeito do modo subjuntivo.
  3. 04)No segmento “teríamos cultos”, o verbo está conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.
  4. 08)No excerto “teríamos cultos”, o verbo foi conjugado no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.
UEPG2026Conhecimentos GeraisQuestao 4PortuguêsAcentuação gráficaMedia
Se eu tivesse uma livraria Se eu tivesse uma livraria, ela se chamaria Capela. Porque ler é meio que minha religião. Na Livraria Capela, teríamos “cultos” todos os sábados às 17h, com temas como “O evangelho de José Saramago” e “Jesus segundo J.M. Coetzee”. (Pensando melhor, “Culto” também é um bom nome de livraria!) Cada tema traria um convidado diferente e poderiam ser autores, tradutores, pesquisadores e leitores. Os cultos terminariam por volta das 18h e, em seguida, seriam oferecidos drinques (alcoólicos e não alcoólicos) para todos os leitores. Porque sábado, às 18h, é um bom horário para fazer um aperitivo. Assim as pessoas teriam chance de bater um papo, dar uma olhada nas novidades e adquirir seus textos (sagrados e não). Quem quisesse, poderia contribuir com a Livraria Capela adquirindo também produtos da loja de suvenires, como camisetas, sacolas de pano, canecas, lápis e marcadores. Como tema, as estampas e impressões teriam só o primeiro nome de escritoras e escritores (bem ao estilo bíblico), como Annie (Ernaux), Olga (Tokarczuk) e Franz (Kafka). A loja venderia também cafés em grãos ou moídos e várias opções de chás com nomes simpáticos como “O sol também se levanta” e “Meu ano de descanso e relaxamento”. “Leia à Capela” seria o slogan da livraria porque alguns trocadilhos são irresistíveis. E acho que senso de humor é uma ótima forma de vender livros. Inspirada no serviço de curadoria oferecido pela Heywood Hill, em Londres, a Livraria Capela teria planos de assinatura em que a pessoa receberia um livro por mês baseado em seu perfil de leitora, traçado a partir de uma conversa com os curadores da loja. Cada sugestão enviada pelo correio seria uma surpresa (idealmente) positiva — um serviço de boas novas. Por fim, a Livraria Capela prestaria assistência literária para pessoas físicas e jurídicas. Assim, empresas que se gabam de oferecer planos médico e odontológico para seus funcionários, poderiam oferecer também um plano literário. Quem dispuser desse plano, terá acesso a profissionais capazes de sugerir leituras de livros de ficção que ajudem em crises profissionais, pessoais e amorosas. Ou que sirvam de inspiração para questões mais objetivas como “largar o celular” e “sair das redes sociais”. Adaptado de: NETTO, Irinêo Baptista. Se eu tivesse uma livraria. Plural Curitiba, 19/11/2024. Disponível em: www.plural.jor.br/se-eu-tivesse-uma-livraria. Acesso em: 02/02/2025. Após a leitura do texto, assinale o que for correto.
  1. 01)A palavra “moídos” recebe acentuação gráfica para marcar o posicionamento de duas vogais em sílabas diferentes.
  2. 02)O adjetivo “alcoólicos” recebeu acentuação gráfica por decisão do autor, porém sua utilização é facultativa devido à presença de letras dobradas.
  3. 04)O termo “cafés” recebe acentuação gráfica para indicar a localização da tonicidade em sua última sílaba.
  4. 08)O vocábulo “físicas” recebe acentuação gráfica exatamente pelo mesmo motivo que a expressão “jurídicas”.
UEPG2026Conhecimentos GeraisQuestao 5PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
Sobre as obras literárias indicadas para leitura, assinale o que for correto.
  1. 01)A coletânea de contos de Olhos d’Água retrata o cotidiano de personagens negras em situação de vulnerabilidade. Ao mesclar oralidade e escrita formal, Conceição Evaristo desenvolve um conjunto de textos que pode ser compreendido como uma ruptura com os cânones tradicionais, seja por dar voz a indivíduos tradicionalmente alocados em posição de marginalização e subalternidade, seja pelas inovações na escrita.
  2. 02)Os textos de Ay Kakyri Tama, Clara dos Anjos, Olhos d’Água, Sentimento do Mundo e Torto Arado discutem, em última análise, a condição humana, em diferentes situações e sob pontos de vista diversos. Assim sendo, é possível estabelecer uma aproximação entre as obras indicadas para leitura, haja vista que as angústias existenciais transparecem junto a questões indígenas, raciais, políticas, econômicas e de poder. Ou seja, os textos são utilizados como veículo de denúncia sobre diversos aspectos sensíveis da condição humana.
  3. 04)A lista de obras indicadas para leitura apresenta dois romances – Clara dos Anjos e Torto Arado – e uma coletânea de contos: Olhos d’Água, que pertencem ao gênero narrativo. Além disso, a listagem inclui duas obras compostas por poemas: Ay Kakyri Tama e Sentimento do Mundo, que integram o gênero lírico. Todavia, é possível também identificar elementos líricos e poéticos nos textos narrativos, sobretudo porque o tom lírico é capaz de potencializar a reflexão e o impacto provocado pelas denúncias para as quais os textos literários servem de palco.
  4. 08)O romance Clara dos Anjos é ambientado no subúrbio do Rio de Janeiro no início do século XX e revela o cotidiano da classe média branca, com a acidez e o tom crítico comuns a Lima Barreto. A narrativa acompanha a protagonista, Clara, filha única e superprotegida de um casal de comerciantes, tornando-se adulta e aprendendo a navegar a intrincada estrutura social da elite carioca, enquanto divide seus dias entre reuniões, leituras, saraus e intrigas juvenis.
UEPG2025Conhecimentos GeraisQuestao 1PortuguêsOrtografiaMedia
Por que cientistas defendem livros didáticos em papel Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar – e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica – particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes – como a qualidade dos livros – têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital. Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países. No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram em média 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros. Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. Adaptado de: IDOETA, Paula Adamo. Por que cientistas defendem livros didáticos em papel. BBC News Brasil, 08/08/2023. Disponível em: https://www.bbc.com/ portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Acesso em: 22/09/2023. Após a leitura do texto, analise seu título (“Por que cientistas defendem livros didáticos em papel”) e assinale o que for correto.
  1. 01)Os elementos destacados poderiam ser substituídos pelos termos “pelo qual” sem prejuízo semântico para o entendimento.
  2. 02)As palavras destacadas poderiam ser substituídas pela expressão “por qual razão” sem prejuízo semântico para o entendimento.
  3. 04)Os termos destacados poderiam ser substituídos pelo item “porquê” sem prejuízo semântico para o entendimento.
  4. 08)Os vocábulos destacados poderiam ser substituídos pela locução “por qual motivo” sem prejuízo semântico para o entendimento.
UEPG2025Conhecimentos GeraisQuestao 2PortuguêsEmprego de pronomesMedia
Por que cientistas defendem livros didáticos em papel Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar – e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica – particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes – como a qualidade dos livros – têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital. Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países. No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram em média 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros. Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. Adaptado de: IDOETA, Paula Adamo. Por que cientistas defendem livros didáticos em papel. BBC News Brasil, 08/08/2023. Disponível em: https://www.bbc.com/ portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Acesso em: 22/09/2023. A respeito do pronome que inicia a seguinte oração: “Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo”, assinale o que for correto.
  1. 01)O pronome “essa” tem como referente a palavra seguinte, “discussão”.
  2. 02)O pronome “essa” tem como referente as informações presentes no parágrafo anterior.
  3. 04)O pronome “essa” pode ser classificado como sendo do tipo demonstrativo.
  4. 08)O pronome “essa” pode ser classificado como sendo do tipo relativo.
UEPG2025Conhecimentos GeraisQuestao 3PortuguêsPontuaçãoMedia
Por que cientistas defendem livros didáticos em papel Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar – e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica – particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes – como a qualidade dos livros – têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital. Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países. No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram em média 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros. Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. Adaptado de: IDOETA, Paula Adamo. Por que cientistas defendem livros didáticos em papel. BBC News Brasil, 08/08/2023. Disponível em: https://www.bbc.com/ portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Acesso em: 22/09/2023. A respeito da pontuação no período “Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo”, assinale o que for correto.
  1. 01)As vírgulas destacam a informação que deve ser considerada como o núcleo semântico para o entendimento da frase.
  2. 02)As duas vírgulas presentes na frase poderiam ser trocadas por parênteses.
  3. 04)As duas vírgulas utilizadas na oração poderiam ser substituídas por travessões.
  4. 08)As vírgulas separam uma informação que poderia ser eliminada da frase sem comprometer sua coesão ou coerência.
UEPG2025Conhecimentos GeraisQuestao 4PortuguêsSemânticaMedia
Por que cientistas defendem livros didáticos em papel Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar – e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica – particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes – como a qualidade dos livros – têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital. Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países. No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram em média 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros. Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. Adaptado de: IDOETA, Paula Adamo. Por que cientistas defendem livros didáticos em papel. BBC News Brasil, 08/08/2023. Disponível em: https://www.bbc.com/ portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Acesso em: 22/09/2023. Sobre a frase “Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes – como a qualidade dos livros – têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital”, assinale o que for correto.
  1. 01)O verbo haver (“há pesquisadores que lamentam...”) utilizado na frase não tem sujeito, por isso é empregado na terceira pessoa do singular.
  2. 02)O verbo ter (“têm sido ofuscadas”) é regido pelo termo “questões”, que antecede o trecho destacado entre travessões.
  3. 04)A expressão “mera” (“mera oposição”) pode ser entendida como um sinônimo dos vocábulos “real”, “verdadeira” ou “nobre”.
  4. 08)A palavra “mera” (“mera oposição”) pode ser entendida como um sinônimo dos termos “simples”, “reles” ou “banal”.
UEPG2025Conhecimentos GeraisQuestao 5PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
Sobre as obras literárias indicadas para leitura, assinale o que for correto.
  1. 01)O livro Ay Kakiri Tama, de autoria de Márcia Wayna Kambeba, consiste em um compilado de textos da autora, que poetiza suas vivências de mulher indígena no século XXI, além de uma pequena sessão com poemas de autoria de outros escritores. Em meio aos poemas, a obra apresenta também fotografias que retratam o cotidiano dos indígenas Kambeba, de modo a ilustrar e contextualizar os textos reproduzidos.
  2. 02)Clara dos Anjos, de Lima Barreto, traz à tona temas importantes, como o papel das mulheres na sociedade brasileira do princípio do século XX. Na obra, Clara, a protagonista, é uma menina negra, pobre e ingênua cuja vida muda radicalmente ao conhecer Cassi, rapaz branco de classe média, malandro, que a seduz, tirando-lhe a virtude e desaparecendo quando a menina engravida.
  3. 04)Os contos de Olhos d’água apresentam personagens que ocupam posições periféricas na sociedade. As narrativas buscam aproximar o leitor de experiências de violência, exclusão, preconceito e opressão a partir do olhar de quem vivencia tudo isso diariamente, o que traz aos textos um tom passivo e melancólico. Os personagens dos textos aceitam sua posição na sociedade sem questionar ou resistir, pois a dureza de suas vivências não deixa espaço para a luta nem para a esperança.
  4. 08)O romance Torto Arado narra a história de uma pequena comunidade, com foco na família das protagonistas, Bibiana e Belonísia. As personagens principais são ricas proprietárias de terra que exploram seus funcionários, pessoas que trabalham pelo direito de ter um lugar para morar e algo para comer, não por um salário e por condições dignas de trabalho.
UEPG2024Conhecimentos GeraisQuestao 1PortuguêsAnálise sintática: funções do períodoMedia
Como pobreza e drogas têm transformado bibliotecas nos EUA Para alguns usuários, o objetivo é se proteger do frio ou do calor da rua, usar o banheiro ou talvez os bebedouros. Outros estão em busca de acesso gratuito à internet, computadores ou apenas um local para carregar o celular. Há quem passe horas lendo jornais e livros, ou até mesmo cochilando, e também os que procuram um lugar onde não vão sofrer assédio da polícia. Presentes em bibliotecas públicas ao redor dos Estados Unidos, tanto em grandes metrópoles quanto em cidades pequenas, esses frequentadores assíduos têm uma característica em comum: estão em situação de rua. Em um momento em que a população sem-teto no país é calculada em quase 600 mil pessoas, e é comum ver calçadas tomadas por barracas em várias cidades, as bibliotecas públicas americanas vêm assumindo um papel cada vez mais relevante no combate aos efeitos da crise da falta de moradia. Como já desempenham informalmente a função de abrigo durante o dia para uma parcela da população que não tem para onde ir, muitas vêm decidindo participar de maneira mais ampla nas estratégias de suas comunidades para enfrentar a crise habitacional. Bibliotecas ao redor do país passaram a oferecer programas específicos para esse público, desde a contratação de assistentes sociais até o fornecimento de roupas e produtos de higiene. Em várias delas, funcionários recebem treinamento para lidar com crises de saúde mental, dependência de drogas ou até mesmo overdoses, problemas que afetam parte dessa população. Para os bibliotecários, que antes tinham como foco recomendar obras e autores, a profissão agora traz novas exigências. Adaptado de: CORRÊA, Alessandra. Como pobreza e drogas têm transformado bibliotecas nos EUA. BBC News, 2023. Disponível em: <https:/ /www.bbc.com/portuguese/articles/c98yy9gnw71o>. Acesso em: 20/02/2023. De acordo com as normas da Língua Portuguesa, assinale o que for correto.
  1. 01)No período “Outros estão em busca de acesso gratuito à internet”, o termo sublinhado cumpre a função sintática de sujeito simples, pois é formado por apenas um núcleo indispensável à compreensão da sentença.
  2. 02)Na frase “Outros estão em busca de acesso gratuito à internet”, a palavra sublinhada pode ser classificada como uma preposição, pois é um elemento invariável que estabelece uma relação entre diferentes elementos da oração.
  3. 04)Na oração “Outros estão em busca de acesso gratuito à internet”, o vocábulo sublinhado pode ser classificado como um adjetivo, pois atribui uma característica a um substantivo presente no período.
  4. 08)No segmento “Outros estão em busca de acesso gratuito à internet”, a expressão sublinhada cumpre a função sintática de adjunto adverbial de causa, pois fornece à oração uma ideia de motivação.
UEPG2024Conhecimentos GeraisQuestao 2PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
Como pobreza e drogas têm transformado bibliotecas nos EUA Para alguns usuários, o objetivo é se proteger do frio ou do calor da rua, usar o banheiro ou talvez os bebedouros. Outros estão em busca de acesso gratuito à internet, computadores ou apenas um local para carregar o celular. Há quem passe horas lendo jornais e livros, ou até mesmo cochilando, e também os que procuram um lugar onde não vão sofrer assédio da polícia. Presentes em bibliotecas públicas ao redor dos Estados Unidos, tanto em grandes metrópoles quanto em cidades pequenas, esses frequentadores assíduos têm uma característica em comum: estão em situação de rua. Em um momento em que a população sem-teto no país é calculada em quase 600 mil pessoas, e é comum ver calçadas tomadas por barracas em várias cidades, as bibliotecas públicas americanas vêm assumindo um papel cada vez mais relevante no combate aos efeitos da crise da falta de moradia. Como já desempenham informalmente a função de abrigo durante o dia para uma parcela da população que não tem para onde ir, muitas vêm decidindo participar de maneira mais ampla nas estratégias de suas comunidades para enfrentar a crise habitacional. Bibliotecas ao redor do país passaram a oferecer programas específicos para esse público, desde a contratação de assistentes sociais até o fornecimento de roupas e produtos de higiene. Em várias delas, funcionários recebem treinamento para lidar com crises de saúde mental, dependência de drogas ou até mesmo overdoses, problemas que afetam parte dessa população. Para os bibliotecários, que antes tinham como foco recomendar obras e autores, a profissão agora traz novas exigências. Adaptado de: CORRÊA, Alessandra. Como pobreza e drogas têm transformado bibliotecas nos EUA. BBC News, 2023. Disponível em: <https:/ /www.bbc.com/portuguese/articles/c98yy9gnw71o>. Acesso em: 20/02/2023. A respeito do texto jornalístico, assinale o que for correto.
  1. 01)Um dos objetivos do texto é apresentar as diferentes motivações dos usuários em situação de rua que passaram a frequentar as bibliotecas públicas dos Estados Unidos.
  2. 02)Um dos objetivos do texto é divulgar a ação de muitas bibliotecas estadunidenses, que criaram programas cujo objetivo é atender algumas das necessidades básicas dos usuários em situação de rua que frequentam esses espaços.
  3. 04)Um dos objetivos da matéria jornalística é comparar a descrição dos usuários em situação de rua que frequentam as bibliotecas públicas nos Estados Unidos com a da população sem-teto que frequenta bibliotecas de outras nações.
  4. 08)Um dos objetivos do texto é expor as consequências derivadas da crise habitacional que fez com que diferentes cidades estadunidenses passassem a conviver com uma população sem-teto vivendo em barracas nas calçadas.
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