Uma amostra das questões. Crie uma conta para resolver todas com correção e comentário.
FAMEMA20241a faseQuestao 1PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Facil
examine a tirinha do cartunista Adão Iturrusgarai.
(Adão Iturrusgarai. La vie en rose, 2015.)
Depreende-se da tirinha que o personagem desejaria que
Imagens anexadas
A)o tempo fosse menos obscuro.
B)o tempo fosse previsível.
C)o tempo transcorresse mais lentamente.
D)o tempo não existisse.
E)o tempo fosse reversível.
FAMEMA20241a faseQuestao 2PortuguêsFiguras de linguagemMedia
examine a tirinha do cartunista Adão Iturrusgarai.
(Adão Iturrusgarai. La vie en rose, 2015.)
Na construção do sentido de sua tirinha, o cartunista explora, sobretudo, o recurso expressivo denominado
Imagens anexadas
A)ambiguidade.
B)metalinguagem.
C)eufemismo.
D)intertextualidade.
E)hipérbole.
FAMEMA20241a faseQuestao 3PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
Leia o poema do poeta romântico Fagundes Varela, para responder às questões de 03 a 05.
A vida nas cidades me enfastia,
Enoja-me o tropel¹ das multidões,
O sopro do egoísmo e do interesse
Mata-me n’alma a flor das ilusões.
Mata-me n’alma a flor das ilusões
Tanta mentira, tão fingido rir,
E cheio e farto de tristeza e tédio
Rejeito as glórias de falaz² porvir!
Rejeito as glórias de falaz porvir,
Galas e festas, o prazer talvez,
E busco altivo as solidões profundas
Que dormem quedas³ do Senhor aos pés,
Que dormem quedas do Senhor aos pés,
Ao doce brilho dos clarões astrais,
Ricas de gozos que não tem mundo,
Pródigas sempre de beleza e paz!
(Fagundes Varela. Cantos e fantasias e outros cantos, 2003.)
¹ tropel: barulho, confusão.
² falaz: ilusório.
³ quedas: quietas.
A característica dos habitantes das cidades criticada pelo eu lírico na segunda estrofe é
Leia o poema do poeta romântico Fagundes Varela, para responder às questões de 03 a 05.
A vida nas cidades me enfastia,
Enoja-me o tropel¹ das multidões,
O sopro do egoísmo e do interesse
Mata-me n’alma a flor das ilusões.
Mata-me n’alma a flor das ilusões
Tanta mentira, tão fingido rir,
E cheio e farto de tristeza e tédio
Rejeito as glórias de falaz² porvir!
Rejeito as glórias de falaz porvir,
Galas e festas, o prazer talvez,
E busco altivo as solidões profundas
Que dormem quedas³ do Senhor aos pés,
Que dormem quedas do Senhor aos pés,
Ao doce brilho dos clarões astrais,
Ricas de gozos que não tem mundo,
Pródigas sempre de beleza e paz!
(Fagundes Varela. Cantos e fantasias e outros cantos, 2003.)
¹ tropel: barulho, confusão.
² falaz: ilusório.
³ quedas: quietas.
A crítica à vida nas cidades explicitada pelo poema constitui um tópico explorado reiteradamente pela poesia
A)barroca.
B)realista.
C)árcade.
D)simbolista.
E)naturalista.
FAMEMA20241a faseQuestao 5PortuguêsVersificação e rimaDificil
Leia o poema do poeta romântico Fagundes Varela, para responder às questões de 03 a 05.
A vida nas cidades me enfastia,
Enoja-me o tropel¹ das multidões,
O sopro do egoísmo e do interesse
Mata-me n’alma a flor das ilusões.
Mata-me n’alma a flor das ilusões
Tanta mentira, tão fingido rir,
E cheio e farto de tristeza e tédio
Rejeito as glórias de falaz² porvir!
Rejeito as glórias de falaz porvir,
Galas e festas, o prazer talvez,
E busco altivo as solidões profundas
Que dormem quedas³ do Senhor aos pés,
Que dormem quedas do Senhor aos pés,
Ao doce brilho dos clarões astrais,
Ricas de gozos que não tem mundo,
Pródigas sempre de beleza e paz!
(Fagundes Varela. Cantos e fantasias e outros cantos, 2003.)
¹ tropel: barulho, confusão.
² falaz: ilusório.
³ quedas: quietas.
Observa-se rima entre palavras de classes gramaticais diferentes
A)na terceira e na quarta estrofes.
B)na primeira e na segunda estrofes.
C)na primeira e na terceira estrofes.
D)na segunda e na terceira estrofes.
E)na segunda e na quarta estrofes.
FAMEMA20241a faseQuestao 6PortuguêsFiguras de linguagemFacil
A nota de cinco mil cruzeiros estava preocupada. Anunciaram para breve a sua entrada em circulação, e já passavam muitos sóis sem que a retirassem do almoxarifado. No almoxarifado, chega-lhe o zum-zum de que continuamente as coisas sobem de preço e as notas baixam de valor. Embora os algarismos continuem os mesmos, cada dia significam uma realidade menor. Quando chegar minha vez de andar por aí — receia a nota de cinco mil — quanto valerão meus cinco mil? Ao ser desenhada, sentira-se toda garbosa, cheia de minhocas na cabeça. Iria suplantar as coleguinhas, dando a vera ideia de grandeza. Mas até agora nada, e a nota inquieta-se: — Quando vejo o cruzeiro metálico passar do tamanho de medalha de chocolate ao de botão de manga de camisa (e amanhã ele chegará talvez a semente de tangerina), sinto que meu futuro não será nada fagueiro. Vão-me reduzir às proporções de ficha de ônibus, feita de papel, e servirei para pagar a passagem de um coletivo circular. No máximo. Estava nessa tristeza quando lhe apareceu, ainda em forma de neblina futura, o projeto da nota de cinco milhões, com efígie de cabeça para baixo, e sussurrou-lhe: — Maninha, depois de mim virá a cédula de cinco trilhões, e assim sucessivamente, pois infinito é o número dos números. Até que um dia o homem se cansará de escrever no papel grandezas que são insignificâncias, e passará a escrever insignificâncias que valham grandezas. Já pressinto no horizonte maravilhosa nota zero, que nos resumirá a todas e alcançará o máximo valor metafísico. (Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 2012.)
Na construção de seu conto, Drummond recorre essencialmente ao seguinte recurso retórico:
A)hipérbole.
B)eufemismo.
C)antítese.
D)personificação.
E)pleonasmo.
FAMEMA20241a faseQuestao 7PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
A nota de cinco mil cruzeiros estava preocupada. Anunciaram para breve a sua entrada em circulação, e já passavam muitos sóis sem que a retirassem do almoxarifado. No almoxarifado, chega-lhe o zum-zum de que continuamente as coisas sobem de preço e as notas baixam de valor. Embora os algarismos continuem os mesmos, cada dia significam uma realidade menor. Quando chegar minha vez de andar por aí — receia a nota de cinco mil — quanto valerão meus cinco mil? Ao ser desenhada, sentira-se toda garbosa, cheia de minhocas na cabeça. Iria suplantar as coleguinhas, dando a vera ideia de grandeza. Mas até agora nada, e a nota inquieta-se: — Quando vejo o cruzeiro metálico passar do tamanho de medalha de chocolate ao de botão de manga de camisa (e amanhã ele chegará talvez a semente de tangerina), sinto que meu futuro não será nada fagueiro. Vão-me reduzir às proporções de ficha de ônibus, feita de papel, e servirei para pagar a passagem de um coletivo circular. No máximo. Estava nessa tristeza quando lhe apareceu, ainda em forma de neblina futura, o projeto da nota de cinco milhões, com efígie de cabeça para baixo, e sussurrou-lhe: — Maninha, depois de mim virá a cédula de cinco trilhões, e assim sucessivamente, pois infinito é o número dos números. Até que um dia o homem se cansará de escrever no papel grandezas que são insignificâncias, e passará a escrever insignificâncias que valham grandezas. Já pressinto no horizonte maravilhosa nota zero, que nos resumirá a todas e alcançará o máximo valor metafísico. (Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 2012.)
Verificam-se as vozes do narrador e de um dos personagens no seguinte trecho:
A)“Ao ser desenhada, sentira-se toda garbosa, cheia de minhocas na cabeça.” (2o parágrafo)
B)“Anunciaram para breve a sua entrada em circulação, e já passavam muitos sóis sem que a retirassem do almoxarifado.” (1o parágrafo)
C)“— Maninha, depois de mim virá a cédula de cinco trilhões, e assim sucessivamente, pois infinito é o número dos números.” (5o parágrafo)
D)“— Quando vejo o cruzeiro metálico passar do tamanho de medalha de chocolate ao de botão de manga de camisa (e amanhã ele chegará talvez a semente de tangerina), sinto que meu futuro não será nada fagueiro.” (3o parágrafo)
E)“Quando chegar minha vez de andar por aí — receia a nota de cinco mil — quanto valerão meus cinco mil?” (1o parágrafo)
A nota de cinco mil cruzeiros estava preocupada. Anunciaram para breve a sua entrada em circulação, e já passavam muitos sóis sem que a retirassem do almoxarifado. No almoxarifado, chega-lhe o zum-zum de que continuamente as coisas sobem de preço e as notas baixam de valor. Embora os algarismos continuem os mesmos, cada dia significam uma realidade menor. Quando chegar minha vez de andar por aí — receia a nota de cinco mil — quanto valerão meus cinco mil? Ao ser desenhada, sentira-se toda garbosa, cheia de minhocas na cabeça. Iria suplantar as coleguinhas, dando a vera ideia de grandeza. Mas até agora nada, e a nota inquieta-se: — Quando vejo o cruzeiro metálico passar do tamanho de medalha de chocolate ao de botão de manga de camisa (e amanhã ele chegará talvez a semente de tangerina), sinto que meu futuro não será nada fagueiro. Vão-me reduzir às proporções de ficha de ônibus, feita de papel, e servirei para pagar a passagem de um coletivo circular. No máximo. Estava nessa tristeza quando lhe apareceu, ainda em forma de neblina futura, o projeto da nota de cinco milhões, com efígie de cabeça para baixo, e sussurrou-lhe: — Maninha, depois de mim virá a cédula de cinco trilhões, e assim sucessivamente, pois infinito é o número dos números. Até que um dia o homem se cansará de escrever no papel grandezas que são insignificâncias, e passará a escrever insignificâncias que valham grandezas. Já pressinto no horizonte maravilhosa nota zero, que nos resumirá a todas e alcançará o máximo valor metafísico. (Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 2012.)
Retoma uma expressão mencionada anteriormente no conto a palavra sublinhada em:
A)“Já pressinto no horizonte maravilhosa nota zero, que nos resumirá a todas e alcançará o máximo valor metafísico.” (5o parágrafo)
B)“Quando chegar minha vez de andar por aí — receia a nota de cinco mil — quanto valerão meus cinco mil?” (1o parágrafo)
C)“Anunciaram para breve a sua entrada em circulação, e já passavam muitos sóis sem que a retirassem do almoxarifado.” (1o parágrafo)
D)“Até que um dia o homem se cansará de escrever no papel grandezas que são insignificâncias, e passará a escrever insignificâncias que valham grandezas.” (5o parágrafo)
E)“— Quando vejo o cruzeiro metálico passar do tamanho de medalha de chocolate ao de botão de manga de camisa (e amanhã ele chegará talvez a semente de tangerina), sinto que meu futuro não será nada fagueiro.” (3o parágrafo)
FAMEMA20241a faseQuestao 9PortuguêsFiguras de linguagemFacil
A nota de cinco mil cruzeiros estava preocupada. Anunciaram para breve a sua entrada em circulação, e já passavam muitos sóis sem que a retirassem do almoxarifado. No almoxarifado, chega-lhe o zum-zum de que continuamente as coisas sobem de preço e as notas baixam de valor. Embora os algarismos continuem os mesmos, cada dia significam uma realidade menor. Quando chegar minha vez de andar por aí — receia a nota de cinco mil — quanto valerão meus cinco mil? Ao ser desenhada, sentira-se toda garbosa, cheia de minhocas na cabeça. Iria suplantar as coleguinhas, dando a vera ideia de grandeza. Mas até agora nada, e a nota inquieta-se: — Quando vejo o cruzeiro metálico passar do tamanho de medalha de chocolate ao de botão de manga de camisa (e amanhã ele chegará talvez a semente de tangerina), sinto que meu futuro não será nada fagueiro. Vão-me reduzir às proporções de ficha de ônibus, feita de papel, e servirei para pagar a passagem de um coletivo circular. No máximo. Estava nessa tristeza quando lhe apareceu, ainda em forma de neblina futura, o projeto da nota de cinco milhões, com efígie de cabeça para baixo, e sussurrou-lhe: — Maninha, depois de mim virá a cédula de cinco trilhões, e assim sucessivamente, pois infinito é o número dos números. Até que um dia o homem se cansará de escrever no papel grandezas que são insignificâncias, e passará a escrever insignificâncias que valham grandezas. Já pressinto no horizonte maravilhosa nota zero, que nos resumirá a todas e alcançará o máximo valor metafísico. (Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 2012.)
O Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa define “onomatopeia” como “formação de uma palavra a partir da reprodução aproximada, com os recursos de que a língua dispõe, de um som natural a ela associado”. Ocorre onomatopeia no seguinte trecho:
A)“Quando vejo o cruzeiro metálico passar do tamanho de medalha de chocolate ao de botão de manga de camisa (e amanhã ele chegará talvez a semente de tangerina), sinto que meu futuro não será nada fagueiro.” (3o parágrafo)
B)“No almoxarifado, chega-lhe o zum-zum de que continuamente as coisas sobem de preço e as notas baixam de valor.” (1o parágrafo)
C)“Vão-me reduzir às proporções de ficha de ônibus, feita de papel, e servirei para pagar a passagem de um coletivo circular.” (3o parágrafo)
D)“Até que um dia o homem se cansará de escrever no papel grandezas que são insignificâncias, e passará a escrever insignificâncias que valham grandezas.” (5o parágrafo)
E)“Já pressinto no horizonte maravilhosa nota zero, que nos resumirá a todas e alcançará o máximo valor metafísico.” (5o parágrafo)
A nota de cinco mil cruzeiros estava preocupada. Anunciaram para breve a sua entrada em circulação, e já passavam muitos sóis sem que a retirassem do almoxarifado. No almoxarifado, chega-lhe o zum-zum de que continuamente as coisas sobem de preço e as notas baixam de valor. Embora os algarismos continuem os mesmos, cada dia significam uma realidade menor. Quando chegar minha vez de andar por aí — receia a nota de cinco mil — quanto valerão meus cinco mil? Ao ser desenhada, sentira-se toda garbosa, cheia de minhocas na cabeça. Iria suplantar as coleguinhas, dando a vera ideia de grandeza. Mas até agora nada, e a nota inquieta-se: — Quando vejo o cruzeiro metálico passar do tamanho de medalha de chocolate ao de botão de manga de camisa (e amanhã ele chegará talvez a semente de tangerina), sinto que meu futuro não será nada fagueiro. Vão-me reduzir às proporções de ficha de ônibus, feita de papel, e servirei para pagar a passagem de um coletivo circular. No máximo. Estava nessa tristeza quando lhe apareceu, ainda em forma de neblina futura, o projeto da nota de cinco milhões, com efígie de cabeça para baixo, e sussurrou-lhe: — Maninha, depois de mim virá a cédula de cinco trilhões, e assim sucessivamente, pois infinito é o número dos números. Até que um dia o homem se cansará de escrever no papel grandezas que são insignificâncias, e passará a escrever insignificâncias que valham grandezas. Já pressinto no horizonte maravilhosa nota zero, que nos resumirá a todas e alcançará o máximo valor metafísico. (Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 2012.)
Em “Ao ser desenhada, sentira-se toda garbosa, cheia de minhocas na cabeça.” (2o parágrafo), a oração subordinada expressa ideia de
A)consequência.
B)finalidade.
C)condição.
D)tempo.
E)comparação.
FAMEMA20241a faseQuestao 11MatemáticaPorcentagem e equaçõesMedia
Um professor de educação física fez uma pesquisa com seus 160 alunos para saber qual o esporte preferido nas aulas. Cada aluno escolheu apenas um esporte dentre quatro opções: futebol, vôlei, basquete e handebol. Ao final da pesquisa: 55% dos alunos escolheram futebol; o número de alunos que escolheram vôlei foi o dobro do número de alunos que escolheram basquete; o número de alunos que escolheram handebol foi 53 do número de alunos que escolheram basquete. Na situação descrita, o esporte menos votado, com sua respectiva porcentagem de votação, foi:
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