Prova · FAMEMA 2025

Prova FAMEMA 2025: questões por disciplina

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O que caiu na prova 2025

Questões da prova FAMEMA 2025

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FAMEMA20251a faseQuestao 1PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
leia a fábula “O camelo e os troncos boiando” de La Fontaine. Tal novidade era o Camelo, Que o primeiro fugiu ao vê-lo; O segundo aproximou-se; o terceiro, presto, Pôs no Dromedário um cabresto. Tudo se torna assim familiar com o hábito. O que antes parecia assustador e insólito Se acomoda à nossa visão Quando já é repetição. Aliás este caso do qual estamos falando Lembra o das pessoas que, olhando Longe no mar algo impreciso balançando, Garantiram ter pela frente Um navio todo imponente. Mas momentos depois tornou-se aquilo um bote, Ora foi balsa, ora caixote, Sendo por fim troncos boiando. Bem sei que a muitos, circulando, Convém no mundo esta tirada: De longe é alguma coisa, de perto não é nada. (Jean de La Fontaine. Fábulas selecionadas, 2013.) Implícita à “tirada” da fábula está a seguinte contraposição:
  1. A)submissão x liberdade.
  2. B)ação x reflexão.
  3. C)constância x volubilidade.
  4. D)aparência x essência.
  5. E)originalidade x imitação.
FAMEMA20251a faseQuestao 2PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
leia a fábula “O camelo e os troncos boiando” de La Fontaine. Tal novidade era o Camelo, Que o primeiro fugiu ao vê-lo; O segundo aproximou-se; o terceiro, presto, Pôs no Dromedário um cabresto. Tudo se torna assim familiar com o hábito. O que antes parecia assustador e insólito Se acomoda à nossa visão Quando já é repetição. Aliás este caso do qual estamos falando Lembra o das pessoas que, olhando Longe no mar algo impreciso balançando, Garantiram ter pela frente Um navio todo imponente. Mas momentos depois tornou-se aquilo um bote, Ora foi balsa, ora caixote, Sendo por fim troncos boiando. Bem sei que a muitos, circulando, Convém no mundo esta tirada: De longe é alguma coisa, de perto não é nada. (Jean de La Fontaine. Fábulas selecionadas, 2013.) Tendo em vista as associações estabelecidas internamente na fábula, o “Dromedário”, mencionado no quarto verso, equivaleria
  1. A)ao imponente navio.
  2. B)às pessoas que observam o mar.
  3. C)aos troncos boiando.
  4. D)ao bote.
  5. E)ao caixote.
FAMEMA20251a faseQuestao 3PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
leia a fábula “O camelo e os troncos boiando” de La Fontaine. Tal novidade era o Camelo, Que o primeiro fugiu ao vê-lo; O segundo aproximou-se; o terceiro, presto, Pôs no Dromedário um cabresto. Tudo se torna assim familiar com o hábito. O que antes parecia assustador e insólito Se acomoda à nossa visão Quando já é repetição. Aliás este caso do qual estamos falando Lembra o das pessoas que, olhando Longe no mar algo impreciso balançando, Garantiram ter pela frente Um navio todo imponente. Mas momentos depois tornou-se aquilo um bote, Ora foi balsa, ora caixote, Sendo por fim troncos boiando. Bem sei que a muitos, circulando, Convém no mundo esta tirada: De longe é alguma coisa, de perto não é nada. (Jean de La Fontaine. Fábulas selecionadas, 2013.) O narrador manifesta-se explicitamente na fábula no seguinte trecho:
  1. A)“Tudo se torna assim familiar com o hábito.” (5o verso)
  2. B)“De longe é alguma coisa, de perto não é nada.” (19o verso)
  3. C)“O segundo aproximou-se; o terceiro, presto, / Pôs no Dromedário um cabresto.” (3o/4o versos)
  4. D)“Garantiram ter pela frente / Um navio todo imponente.” (12o/13o versos)
  5. E)“O que antes parecia assustador e insólito / Se acomoda à nossa visão” (6o/7o versos)
FAMEMA20251a faseQuestao 4PortuguêsSintaxe (sujeito, concordância e pronomes)Media
leia a fábula “O camelo e os troncos boiando” de La Fontaine. Tal novidade era o Camelo, Que o primeiro fugiu ao vê-lo; O segundo aproximou-se; o terceiro, presto, Pôs no Dromedário um cabresto. Tudo se torna assim familiar com o hábito. O que antes parecia assustador e insólito Se acomoda à nossa visão Quando já é repetição. Aliás este caso do qual estamos falando Lembra o das pessoas que, olhando Longe no mar algo impreciso balançando, Garantiram ter pela frente Um navio todo imponente. Mas momentos depois tornou-se aquilo um bote, Ora foi balsa, ora caixote, Sendo por fim troncos boiando. Bem sei que a muitos, circulando, Convém no mundo esta tirada: De longe é alguma coisa, de perto não é nada. (Jean de La Fontaine. Fábulas selecionadas, 2013.) “Tal novidade era o Camelo, / Que o primeiro fugiu ao vê-lo” (1o/2o versos) Em relação à oração que o antecede, o verso sublinhado expressa ideia de
  1. A)condição.
  2. B)consequência.
  3. C)causa.
  4. D)concessão.
  5. E)comparação.
FAMEMA20251a faseQuestao 5PortuguêsFiguras de linguagemMedia
Examine a tirinha do cartunista Snelse, publicada no perfil @twonkscomic no Instagram, em 09.07.2024. Para obter seu efeito de humor, a tirinha mobiliza essencialmente o seguinte recurso expressivo:
Imagens anexadas
  1. A)intertextualidade.
  2. B)hipérbole.
  3. C)eufemismo.
  4. D)metalinguagem.
  5. E)ambiguidade.
FAMEMA20251a faseQuestao 6PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Facil
leia o pequeno ensaio, intitulado “Variação sobre um tema de Diderot”, de Eduardo Giannetti. Querem saber a história abreviada de quase todo o mal-estar na civilização? Ei-la: a evolução produziu o animal homem. No âmago desse homem, entretanto, foi se instalando um inquilino altivo, exigente e dado à hipocrisia e ao autoengano: o homem civilizado. As rusgas foram crescendo, o conflito escalou, mas nenhum dos dois é forte o bastante para aniquilar o outro. E assim brotou no interior da caverna uma guerra civil que se prolonga por toda a vida. (Eduardo Giannetti. Trópicos utópicos, 2016.) No ensaio, entende-se por “guerra civil”:
  1. A)o conflito entre animal homem e homem civilizado.
  2. B)o conflito entre mal-estar e bem-estar.
  3. C)o conflito entre hipocrisia e homem civilizado.
  4. D)o conflito entre animal e homem.
  5. E)o conflito entre hipocrisia e autoengano.
FAMEMA20251a faseQuestao 7PortuguêsSemânticaFacil
leia o pequeno ensaio, intitulado “Variação sobre um tema de Diderot”, de Eduardo Giannetti. Querem saber a história abreviada de quase todo o mal-estar na civilização? Ei-la: a evolução produziu o animal homem. No âmago desse homem, entretanto, foi se instalando um inquilino altivo, exigente e dado à hipocrisia e ao autoengano: o homem civilizado. As rusgas foram crescendo, o conflito escalou, mas nenhum dos dois é forte o bastante para aniquilar o outro. E assim brotou no interior da caverna uma guerra civil que se prolonga por toda a vida. (Eduardo Giannetti. Trópicos utópicos, 2016.) No contexto em que se insere, o termo sublinhado no texto pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do ensaio, por:
  1. A)portanto.
  2. B)além disso.
  3. C)contudo.
  4. D)pois.
  5. E)por isso.
FAMEMA20251a faseQuestao 8PortuguêsSintaxe (sujeito, concordância e pronomes)Media
leia o pequeno ensaio, intitulado “Variação sobre um tema de Diderot”, de Eduardo Giannetti. Querem saber a história abreviada de quase todo o mal-estar na civilização? Ei-la: a evolução produziu o animal homem. No âmago desse homem, entretanto, foi se instalando um inquilino altivo, exigente e dado à hipocrisia e ao autoengano: o homem civilizado. As rusgas foram crescendo, o conflito escalou, mas nenhum dos dois é forte o bastante para aniquilar o outro. E assim brotou no interior da caverna uma guerra civil que se prolonga por toda a vida. (Eduardo Giannetti. Trópicos utópicos, 2016.) “Ei-la: a evolução produziu o animal homem.” Ao se transpor esse trecho para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
  1. A)teria produzido.
  2. B)foi produzido.
  3. C)seria produzido.
  4. D)fora produzido.
  5. E)tinha produzido.
FAMEMA20251a faseQuestao 9PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
leia o poema “Congresso internacional do medo”, de Carlos Drummond de Andrade. Provisoriamente não cantaremos o amor, que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos. Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços, não cantaremos o ódio porque esse não existe, existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro, o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos, o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas, cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas, cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte, depois morreremos de medo e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas. (Carlos Drummond de Andrade. Sentimento do mundo, 1998.) Esse poema de Drummond exemplifica sua poesia de cunho
  1. A)lírico-amoroso.
  2. B)místico-religioso.
  3. C)satírico.
  4. D)nostálgico.
  5. E)social.
FAMEMA20251a faseQuestao 10PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
leia o poema “Congresso internacional do medo”, de Carlos Drummond de Andrade. Provisoriamente não cantaremos o amor, que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos. Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços, não cantaremos o ódio porque esse não existe, existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro, o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos, o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas, cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas, cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte, depois morreremos de medo e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas. (Carlos Drummond de Andrade. Sentimento do mundo, 1998.) Uma característica que afasta esse poema da estética parnasiana, ainda em voga no início do século XX no Brasil, é
  1. A)o uso de vocabulário rebuscado.
  2. B)a ocorrência de rimas raras.
  3. C)o emprego do verso livre.
  4. D)a métrica rigorosa.
  5. E)a contenção lírica.
FAMEMA20251a faseQuestao 11MatemáticaAritmética (cálculo de custo total)Dificil
A tabela apresenta três frações e as doze primeiras casas decimais correspondentes às representações decimais dessas frações: Para as três frações apresentadas, a primeira casa decimal é, respectivamente, 2, 8 e 1; a segunda casa decimal é, respectivamente, 5, 5 e 2; e considere que a centésima casa decimal seja representada, respectivamente, pelas letras x, y e z. O valor de x + y + z é igual a
  1. A)10.
  2. B)8.
  3. C)11.
  4. D)7.
  5. E)12.
FAMEMA20251a faseQuestao 12MatemáticaAnálise combinatóriaMedia
Uma empresa disponibiliza a seus 8 funcionários duas opções de horário de almoço, um que se inicia às 12h e outro às 13h, de maneira que, em cada horário, devem almoçar 4 funcionários, que podem decidir entre si a distribuição de funcionários por horário. Dois funcionários preferem almoçar às 12h, três funcionários preferem almoçar às 13h e os outros três funcionários aceitam almoçar em qualquer horário. O número de maneiras distintas de esses funcionários se distribuírem nessas duas opções de horário de almoço, de acordo com as preferências manifestadas, é:
  1. A)12.
  2. B)3.
  3. C)6.
  4. D)2.
  5. E)24.
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