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FAMERP20191a faseQuestao 1PortuguêsInterpretação de texto (TIC)MediaEles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo. Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias. (https://istoe.com.br, 25.05.2018.)
A frase que interpreta corretamente o texto e que está redigida com coesão, coerência e em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
- A)A utilização da inteligência artificial na medicina resultou o engajamento de 1,5 mil especialistas na última edição do Fórum de Inovação Médica Mundial, que se tratou do tema dos robôs e seus avanços.
- B)Na medida em que tornam mais ágil e precisa a formulação de diagnósticos e evitam gastos com terapias dispensáveis, os robôs representam grande avanço na medicina.
- C)Os robôs tem revolucionado a sociedade contemporânea de modo geral e, com a medicina não poderia ser diferente. Contudo vem fazendo com que se tornem cada vez mais eficiente os tratamentos.
- D)Ao levar tratamento a regiões pouco acessíveis, os robôs promovem o avanço da medicina, especialmente por que contribuem sobre a facilidade de encontrar remédios comprovadamente eficazes.
- E)O fato que o uso de robôs na medicina é benéfico é inquestionável, contanto que auxiliam o tratamento. Conforme afirma o médico Gregg Meyer, considerado um dos estudiosos do assunto mais respeitado.
FAMERP20191a faseQuestao 2PortuguêsSemânticaFacilEles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo. Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias. (https://istoe.com.br, 25.05.2018.)
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que expressa adequadamente o sentido daquela que está sublinhada na passagem do texto.
- A)“Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos” (2o parágrafo) – científico
- B)“Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso” (1o parágrafo) – necessário
- C)“reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias” (2o parágrafo) – interrompem
- D)“as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas” (2o parágrafo) – elucidam
- E)“ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente” (1o parágrafo) – agilizar
FAMERP20191a faseQuestao 3PortuguêsCoesão e referênciaMediaEles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo. Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias. (https://istoe.com.br, 25.05.2018.)
“Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões.” (2o parágrafo)
A palavra “disponível” modifica o sentido da palavra , e a palavra “seu” retoma o sentido da palavra .
As lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por
- A)utilização e assunto.
- B)número e dados.
- C)utilização e dados.
- D)número e assunto.
- E)dados e assunto. 3 Leia a crônica de Clarice Lispector, publicada no Jornal do
FAMERP20191a faseQuestao 4PortuguêsInterpretação literáriaMediaPerguntas grandes Pessoas que são leitoras de meus livros parecem ter receio de que eu, por estar escrevendo em jornal, faça o que se chama de concessões. E muitas disseram: “Seja você mesma.” Um dia desses, ao ouvir um “seja você mesma”, de repente senti-me entre perplexa e desamparada. É que também de repente me vieram então perguntas terríveis: quem sou eu? como sou? o que ser? quem sou realmente? e eu sou? Mas eram perguntas maiores do que eu. (A descoberta do mundo, 1999.)
A sugestão “seja você mesma” deixou a autora “perplexa e desamparada” porque
- A)mostrou que seus leitores não eram capazes de compreender o que ela queria expressar em seus textos.
- B)fez com que ela percebesse que não sabia como ser, no jornal, uma escritora tão boa quanto nos livros.
- C)provocou questionamentos de ordem existencial, para os quais não encontrou resposta.
- D)levou-a a se perguntar se seria capaz de evitar as temidas concessões ao escrever para o jornal.
- E)gerou dúvidas quanto à sua identidade, pois se viu dividida em duas escritoras com estilos antagônicos.
FAMERP20191a faseQuestao 5PortuguêsRelações lógico-discursivasMediaPerguntas grandes Pessoas que são leitoras de meus livros parecem ter receio de que eu, por estar escrevendo em jornal, faça o que se chama de concessões. E muitas disseram: “Seja você mesma.” Um dia desses, ao ouvir um “seja você mesma”, de repente senti-me entre perplexa e desamparada. É que também de repente me vieram então perguntas terríveis: quem sou eu? como sou? o que ser? quem sou realmente? e eu sou? Mas eram perguntas maiores do que eu. (A descoberta do mundo, 1999.)
Os trechos “por estar escrevendo em jornal” (1o parágrafo) e “ao ouvir um ‘seja você mesma’” (2o parágrafo) exprimem, respectivamente, circunstância de
- A)consequência e tempo.
- B)causa e condição.
- C)causa e tempo.
- D)finalidade e condição.
- E)consequência e finalidade. Leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma,
FAMERP20191a faseQuestao 6PortuguêsInterpretação literáriaMediaQuaresma viveu lá, no manicômio, resignadamente, conversando com os seus companheiros, onde via ricos que se diziam pobres, pobres que se queriam ricos, sábios a maldizer da sabedoria, ignorantes a se proclamarem sábios; mas, deles todos, daquele que mais se admirou, foi de um velho e plácido negociante da Rua dos Pescadores que se supunha Átila1. Eu, dizia o pacato velho, sou Átila, sabe? Sou Átila. Tinha fracas notícias da personagem, sabia o nome e nada mais. Sou Átila, matei muita gente – e era só. Saiu o major mais triste ainda do que vivera toda a vida. De todas as cousas tristes de ver, no mundo, a mais triste é a loucura; é a mais depressora e pungente. Aquela continuação da nossa vida tal e qual, com um desarranjo imperceptível, mas profundo e quase sempre insondável, que a inutiliza inteiramente, faz pensar em alguma cousa mais forte que nós, que nos guia, que nos impele e em cujas mãos somos simples joguetes. Em vários tempos e lugares, a loucura foi considerada sagrada, e deve haver razão nisso no sentimento que se apodera de nós quando, ao vermos um louco desarrazoar, pensamos logo que já não é ele quem fala, é alguém, alguém que vê por ele, interpreta as cousas por ele, está atrás dele, invisível!... (Triste fim de Policarpo Quaresma, 1992.)
1 Átila: rei dos hunos, governou o maior império europeu de seu tempo, desde o ano 434 até sua morte em 453; muitas lendas o retratam como um imperador violento e cruel.
A leitura do primeiro parágrafo permite concluir que o major Quaresma ficou admirado com o negociante da Rua dos Pescadores especialmente devido
- A)à discrepância entre sua serenidade e a imagem que ele fazia de si próprio.
- B)à paz de espírito que ele havia alcançado mesmo sendo um assassino.
- C)ao grau de erudição exibido por um homem pertencente à classe trabalhadora.
- D)à maneira como ele agia contraditoriamente ao maldizer a própria sabedoria.
- E)à ignorância quanto a fatos históricos pouco condizente com sua classe social. 4
FAMERP20191a faseQuestao 7PortuguêsTipologia textualDificilQuaresma viveu lá, no manicômio, resignadamente, conversando com os seus companheiros, onde via ricos que se diziam pobres, pobres que se queriam ricos, sábios a maldizer da sabedoria, ignorantes a se proclamarem sábios; mas, deles todos, daquele que mais se admirou, foi de um velho e plácido negociante da Rua dos Pescadores que se supunha Átila1. Eu, dizia o pacato velho, sou Átila, sabe? Sou Átila. Tinha fracas notícias da personagem, sabia o nome e nada mais. Sou Átila, matei muita gente – e era só. Saiu o major mais triste ainda do que vivera toda a vida. De todas as cousas tristes de ver, no mundo, a mais triste é a loucura; é a mais depressora e pungente. Aquela continuação da nossa vida tal e qual, com um desarranjo imperceptível, mas profundo e quase sempre insondável, que a inutiliza inteiramente, faz pensar em alguma cousa mais forte que nós, que nos guia, que nos impele e em cujas mãos somos simples joguetes. Em vários tempos e lugares, a loucura foi considerada sagrada, e deve haver razão nisso no sentimento que se apodera de nós quando, ao vermos um louco desarrazoar, pensamos logo que já não é ele quem fala, é alguém, alguém que vê por ele, interpreta as cousas por ele, está atrás dele, invisível!... (Triste fim de Policarpo Quaresma, 1992.)
1 Átila: rei dos hunos, governou o maior império europeu de seu tempo, desde o ano 434 até sua morte em 453; muitas lendas o retratam como um imperador violento e cruel.
Embora o texto seja narrativo, há nele trechos em que o tom argumentativo, característico da dissertação, se faz presente, como se observa em:
- A)“daquele que mais se admirou, foi de um velho e plácido negociante da Rua dos Pescadores que se supunha Átila” (1o parágrafo).
- B)“Quaresma viveu lá, no manicômio, resignadamente, conversando com os seus companheiros” (1o parágrafo).
- C)“ricos que se diziam pobres, pobres que se queriam ricos, sábios a maldizer da sabedoria, ignorantes a se proclamarem sábios” (1o parágrafo).
- D)“Saiu o major mais triste ainda do que vivera toda a vida” (2o parágrafo).
- E)“De todas as cousas tristes de ver, no mundo, a mais triste é a loucura” (2o parágrafo).
FAMERP20191a faseQuestao 8PortuguêsDiscurso direto e indiretoMediaQuaresma viveu lá, no manicômio, resignadamente, conversando com os seus companheiros, onde via ricos que se diziam pobres, pobres que se queriam ricos, sábios a maldizer da sabedoria, ignorantes a se proclamarem sábios; mas, deles todos, daquele que mais se admirou, foi de um velho e plácido negociante da Rua dos Pescadores que se supunha Átila1. Eu, dizia o pacato velho, sou Átila, sabe? Sou Átila. Tinha fracas notícias da personagem, sabia o nome e nada mais. Sou Átila, matei muita gente – e era só. Saiu o major mais triste ainda do que vivera toda a vida. De todas as cousas tristes de ver, no mundo, a mais triste é a loucura; é a mais depressora e pungente. Aquela continuação da nossa vida tal e qual, com um desarranjo imperceptível, mas profundo e quase sempre insondável, que a inutiliza inteiramente, faz pensar em alguma cousa mais forte que nós, que nos guia, que nos impele e em cujas mãos somos simples joguetes. Em vários tempos e lugares, a loucura foi considerada sagrada, e deve haver razão nisso no sentimento que se apodera de nós quando, ao vermos um louco desarrazoar, pensamos logo que já não é ele quem fala, é alguém, alguém que vê por ele, interpreta as cousas por ele, está atrás dele, invisível!... (Triste fim de Policarpo Quaresma, 1992.)
1 Átila: rei dos hunos, governou o maior império europeu de seu tempo, desde o ano 434 até sua morte em 453; muitas lendas o retratam como um imperador violento e cruel.
A transposição da frase “Eu, dizia o pacato velho, sou Átila” (1o parágrafo) para o discurso indireto resultará em:
- A)O pacato velho dizia que havia sido Átila.
- B)O pacato velho dizia que era Átila.
- C)O pacato velho dizia que foi Átila.
- D)O pacato velho dizia: eu sou Átila.
- E)O pacato velho dizia: fui Átila.
FAMERP20191a faseQuestao 9PortuguêsInterpretação literáriaMediaRondó pra você De você, Rosa, eu não queria Receber somente esse abraço Tão devagar que você me dá, Nem gozar somente esse beijo Tão molhado que você me dá... Eu não queria só porque Por tudo quanto você me fala Já reparei que no seu peito Soluça o coração benfeito De você.
Pois então eu imaginei Que junto com esse corpo magro Moreninho que você me dá, Com a boniteza a faceirice A risada que você me dá E me enrabicham como o quê, Bem que eu podia possuir também O que mora atrás do seu rosto, Rosa, O pensamento a alma o desgosto De você. (De Pauliceia desvairada a Lira paulistana, 2016.)
O sentimento expresso pelo eu lírico revela
- A)uma visão sacralizada da mulher, um ser cultuado por meio de imagens que a elevam a um plano distante do cotidiano.
- B)um desejo de abarcar o ser amado em sua totalidade, tanto no aspecto carnal quanto no espiritual.
- C)um modo machista de entender a relação amorosa, pois a mulher é descrita como alvo passivo da vontade do homem.
- D)uma concepção materialista do amor, já que o objetivo do texto é dar vazão ao desejo sensual.
- E)um amor platônico, tendo em vista que o encontro amoroso não chega a se consumar no âmbito material.
FAMERP20191a faseQuestao 10PortuguêsLiteratura - Modernismo (poesia)DificilRondó pra você De você, Rosa, eu não queria Receber somente esse abraço Tão devagar que você me dá, Nem gozar somente esse beijo Tão molhado que você me dá... Eu não queria só porque Por tudo quanto você me fala Já reparei que no seu peito Soluça o coração benfeito De você.
Pois então eu imaginei Que junto com esse corpo magro Moreninho que você me dá, Com a boniteza a faceirice A risada que você me dá E me enrabicham como o quê, Bem que eu podia possuir também O que mora atrás do seu rosto, Rosa, O pensamento a alma o desgosto De você. (De Pauliceia desvairada a Lira paulistana, 2016.)
O poema apresenta traços da estética da primeira fase do modernismo, o que se faz evidente
- A)na exploração de palavras próprias da linguagem espontânea e popular, como “boniteza”, e na ausência de pontuação em “O pensamento a alma o desgosto”, por exemplo.
- B)no emprego do verso livre ao longo de todo o texto e no desprezo dos recursos que imprimem musicalidade aos versos, considerando que não há rimas nem recorrências sonoras.
- C)no uso de expressões com sentidos que contrastam, como “pensamento” e “alma”, e na repetição sistemática de frases inteiras, como “De você”.
- D)na subjetividade marcante, explicitada na presença do pronome de primeira pessoa, e no uso de neologismos, como “faceirice” e “enrabicham”.
- E)na ruptura com a gramática normativa, com o evidente erro no emprego do verbo “receber” em “De você, Rosa, eu não queria / Receber somente esse abraço”, e na presença reiterada de inversões sintáticas. 5
FAMERP20191a faseQuestao 11InglêsReading comprehension (atribuição de fala)FacilThere is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember. By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory. “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.” Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”. It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage. (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)
The text is mainly about
- A)Michael Fuller’s dreams for the future.
- B)a young autistic boy’s relantionship with sound and music.
- C)the use of music in dealing with autism.
- D)a modern-day composer and his inspiration sources.
- E)stories of resilience, just like Michael Fuller’s.
FAMERP20191a faseQuestao 12InglêsVocabulário em contextoFacilThere is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember. By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory. “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.” Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”. It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage. (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)
In the excerpt from the first paragraph “has been with him for as long as he can remember”, the underlined expression indicates
- A)time.
- B)purpose.
- C)reason.
- D)consequence.
- E)comparison.