Prova · UEA 2023

Prova UEA 2023: questões por disciplina

As 120 questões da prova 2023 do UEA, organizadas por disciplina. Veja o que mais caiu e treine de graça com correção e comentário.

Criar conta grátis10 questões por dia, sem cartão de crédito.

O que caiu na prova 2023

Questões da prova UEA 2023

Uma amostra das questões. Crie uma conta para resolver todas com correção e comentário.

UEA2023Conhecimentos EspecíficosQuestao 1BiologiaTaxonomia e sistemáticaFacil
O tracajá (Podocnemis unifilis) e a tartaruga-da-Amazônia (Podocnemis expansa) são dois répteis cujas histórias evolutivas são bastante semelhantes. Considerando os nomes científicos desses dois répteis, conclui-se que ambos os animais pertencem, taxonomicamente,
Imagens anexadas
  1. A)à mesma ordem e à mesma espécie.
  2. B)ao mesmo gênero e à mesma espécie.
  3. C)à mesma família e à mesma subespécie.
  4. D)ao mesmo filo e à mesma subespécie.
  5. E)ao mesmo reino e ao mesmo gênero.
UEA2023Conhecimentos GeraisQuestao 1PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Facil
Leia a tirinha. Contribui para o efeito de humor da tirinha
Imagens anexadas
  1. A)o emprego do verbo “arrumar” no imperativo afirmativo, no primeiro quadrinho.
  2. B)o sentido atribuído pela criança ao verbo “arrumar”, no segundo quadrinho.
  3. C)a ironia contida no pedido de desculpas da criança, no terceiro quadrinho.
  4. D)a dupla negação na frase da mulher, no segundo quadrinho.
  5. E)o uso irônico da palavra “sim” para indicar forte discordância, no segundo quadrinho.
UEA2023Conhecimentos EspecíficosQuestao 2BiologiaOrigem da vida e evoluçãoMedia
A hipótese de Oparin e Haldane, em resumo, considera que moléculas mais simples teriam adquirido, ao longo de milhões de anos, novas organizações e propriedades mais complexas, o que teria aumentado consideravelmente as possibilidades de reações entre elas. Essa hipótese fornece elementos que fundamentam pesquisas relacionadas
  1. A)à origem das primeiras manifestações de vida.
  2. B)ao desenvolvimento da célula eucariótica.
  3. C)ao surgimento da reprodução sexuada.
  4. D)à evolução dos seres pluricelulares.
  5. E)à especiação em microrganismos.
UEA2023Conhecimentos GeraisQuestao 2PortuguêsLiteratura: Carolina Maria de Jesus e ironiaMedia
O gerente [...] me encarou, o rosto tenso, mãos nos bolsos da calça. [...] Meu pai não tinha renovado o seguro do Eldorado, e a empresa ainda devia muito dinheiro ao banco inglês. Estiliano não sabia disso? Era um assunto do doutor Cordovil. Teu pai não autorizava ninguém a assinar apólices de seguro. Ele ia renovar, mas morreu. Então o gerente continuou: no naufrágio do Eldorado a Companhia Adler tinha perdido oitenta toneladas de borracha e castanha, e movia um processo contra a empresa; as taxas portuárias não haviam sido pagas para a Manaus Harbour... O falatório desastroso me irritou. Eu não sabia de nada; a ignorância era a minha fraqueza. O gerente parou de falar, sentou e apoiou os cotovelos na escrivaninha, os dedos na testa, o olhar de admiração e saudade na fotografia do meu pai. Eu não conseguia encarar Amando, nem na parede. Murmurei: A empresa afundou. Ouvi alguém dizer em voz baixa: Covarde. Perguntei ao gerente o que ele estava dizendo. Permaneceu mudo, na mesma posição. O retrato do meu pai parecia me desafiar. Covarde. Não serves para nada. Era a voz de Amando Cordovil. As mesmas palavras. Ou minha memória repetia o que eu tinha ouvido tantas vezes? Então naquela manhã fui com o gerente ao banco inglês. O empréstimo. Só de pensar, fico agoniado. [...] Senti o mesmo sufoco quando o diretor do banco me mostrou os documentos assinados por Amando. A dívida, uma fortuna. Saí tonto, peguei o bonde para a chácara e esperei Estiliano em Manaus. Uns dez dias depois ele apareceu. Já sabia de tudo: eu tinha sido ingênuo ou irresponsável. Fui as duas coisas, pensei. Mas fiz questão de dizer que só meu pai fazia a renovação do seguro. Vim antes porque li a notícia do naufrágio nos jornais de Belém, ele disse. E então revelou que estava em Manaus havia uma semana. Não quis perder tempo, prosseguiu. Conversei com o juiz, com os diretores do banco e da Adler. Explicou que os dois batelões estavam atracados no Manaus Harbour, confiscados pela justiça. Essas barcaças velhas não valiam muito, mas era possível vendê-las. O que tinha valor era o cargueiro alemão: o Eldorado. Acusei o gerente de leviano, podia ter evitado essas dívidas. Estiliano não se alterou: o gerente era uma sombra do meu pai, e uma sombra não podia pensar em tudo. Mas era preciso vender os dois batelões? Vais ter que vender tudo: esta chácara, o edifício da empresa e o terreno de Flores. Como eu ia admitir? Queria casar com Dinaura, viajar com ela. Vives em outro mundo, disse Estiliano. Se não venderes tudo, podes ser preso. As pequenas companhias de navegação da Amazônia estão falidas. Sai desta chácara e anda pela cidade. Aquela moça arrancou tua cabeça, te deixou sem razão. Cego. (Órfãos do Eldorado, 2008.) No trecho, Arminto
  1. A)recorre a Estiliano em busca de auxílio para solucionar os problemas financeiros em que a empresa da família se encontrava.
  2. B)mostra-se arrependido por ter incumbido Estiliano da administração do navio Eldorado.
  3. C)confessa a si mesmo que o relacionamento amoroso com Dinaura o impedira de zelar pelo patrimônio familiar.
  4. D)isenta o gerente dos negócios da família pela derrocada financeira dos Cordovil.
  5. E)sente-se inconformado porque o Eldorado, navio a que dedicara todo o seu trabalho, naufragara sem a renovação da apólice de seguro.
UEA2023Conhecimentos GeraisQuestao 3PortuguêsLiteratura: Carolina Maria de Jesus e ironiaMedia
O gerente [...] me encarou, o rosto tenso, mãos nos bolsos da calça. [...] Meu pai não tinha renovado o seguro do Eldorado, e a empresa ainda devia muito dinheiro ao banco inglês. Estiliano não sabia disso? Era um assunto do doutor Cordovil. Teu pai não autorizava ninguém a assinar apólices de seguro. Ele ia renovar, mas morreu. Então o gerente continuou: no naufrágio do Eldorado a Companhia Adler tinha perdido oitenta toneladas de borracha e castanha, e movia um processo contra a empresa; as taxas portuárias não haviam sido pagas para a Manaus Harbour... O falatório desastroso me irritou. Eu não sabia de nada; a ignorância era a minha fraqueza. O gerente parou de falar, sentou e apoiou os cotovelos na escrivaninha, os dedos na testa, o olhar de admiração e saudade na fotografia do meu pai. Eu não conseguia encarar Amando, nem na parede. Murmurei: A empresa afundou. Ouvi alguém dizer em voz baixa: Covarde. Perguntei ao gerente o que ele estava dizendo. Permaneceu mudo, na mesma posição. O retrato do meu pai parecia me desafiar. Covarde. Não serves para nada. Era a voz de Amando Cordovil. As mesmas palavras. Ou minha memória repetia o que eu tinha ouvido tantas vezes? Então naquela manhã fui com o gerente ao banco inglês. O empréstimo. Só de pensar, fico agoniado. [...] Senti o mesmo sufoco quando o diretor do banco me mostrou os documentos assinados por Amando. A dívida, uma fortuna. Saí tonto, peguei o bonde para a chácara e esperei Estiliano em Manaus. Uns dez dias depois ele apareceu. Já sabia de tudo: eu tinha sido ingênuo ou irresponsável. Fui as duas coisas, pensei. Mas fiz questão de dizer que só meu pai fazia a renovação do seguro. Vim antes porque li a notícia do naufrágio nos jornais de Belém, ele disse. E então revelou que estava em Manaus havia uma semana. Não quis perder tempo, prosseguiu. Conversei com o juiz, com os diretores do banco e da Adler. Explicou que os dois batelões estavam atracados no Manaus Harbour, confiscados pela justiça. Essas barcaças velhas não valiam muito, mas era possível vendê-las. O que tinha valor era o cargueiro alemão: o Eldorado. Acusei o gerente de leviano, podia ter evitado essas dívidas. Estiliano não se alterou: o gerente era uma sombra do meu pai, e uma sombra não podia pensar em tudo. Mas era preciso vender os dois batelões? Vais ter que vender tudo: esta chácara, o edifício da empresa e o terreno de Flores. Como eu ia admitir? Queria casar com Dinaura, viajar com ela. Vives em outro mundo, disse Estiliano. Se não venderes tudo, podes ser preso. As pequenas companhias de navegação da Amazônia estão falidas. Sai desta chácara e anda pela cidade. Aquela moça arrancou tua cabeça, te deixou sem razão. Cego. (Órfãos do Eldorado, 2008.) A figura do pai, embora já morto, produz em Arminto um sentimento de
  1. A)indiferença.
  2. B)orgulho.
  3. C)gratidão.
  4. D)compaixão.
  5. E)inferioridade.
UEA2023Conhecimentos EspecíficosQuestao 3BiologiaEcologia: sucessão ecológicaMedia
Pastagem abandonada no Cerrado impossibilita a recuperação do bioma original A destruição do Cerrado constitui uma perda inestimável em termos de biodiversidade, uma vez que esse bioma pode apresentar 35 espécies diferentes de plantas por metro quadrado. (https://envolverde.com.br. Adaptado.) Dentro do bioma Cerrado existem inúmeros ecossistemas, preservados e não preservados, como a pastagem abandonada, a qual é classificada como uma
Imagens anexadas
  1. A)área em processo de sucessão ecológica.
  2. B)cadeia alimentar sem a presença dos produtores.
  3. C)relação ecológica intraespecífica desarmônica.
  4. D)comunidade caracterizada pela ausência de nichos ecológicos.
  5. E)população de espécie exótica em equilíbrio.
UEA2023Conhecimentos GeraisQuestao 4PortuguêsPontuaçãoMedia
O gerente [...] me encarou, o rosto tenso, mãos nos bolsos da calça. [...] Meu pai não tinha renovado o seguro do Eldorado, e a empresa ainda devia muito dinheiro ao banco inglês. Estiliano não sabia disso? Era um assunto do doutor Cordovil. Teu pai não autorizava ninguém a assinar apólices de seguro. Ele ia renovar, mas morreu. Então o gerente continuou: no naufrágio do Eldorado a Companhia Adler tinha perdido oitenta toneladas de borracha e castanha, e movia um processo contra a empresa; as taxas portuárias não haviam sido pagas para a Manaus Harbour... O falatório desastroso me irritou. Eu não sabia de nada; a ignorância era a minha fraqueza. O gerente parou de falar, sentou e apoiou os cotovelos na escrivaninha, os dedos na testa, o olhar de admiração e saudade na fotografia do meu pai. Eu não conseguia encarar Amando, nem na parede. Murmurei: A empresa afundou. Ouvi alguém dizer em voz baixa: Covarde. Perguntei ao gerente o que ele estava dizendo. Permaneceu mudo, na mesma posição. O retrato do meu pai parecia me desafiar. Covarde. Não serves para nada. Era a voz de Amando Cordovil. As mesmas palavras. Ou minha memória repetia o que eu tinha ouvido tantas vezes? Então naquela manhã fui com o gerente ao banco inglês. O empréstimo. Só de pensar, fico agoniado. [...] Senti o mesmo sufoco quando o diretor do banco me mostrou os documentos assinados por Amando. A dívida, uma fortuna. Saí tonto, peguei o bonde para a chácara e esperei Estiliano em Manaus. Uns dez dias depois ele apareceu. Já sabia de tudo: eu tinha sido ingênuo ou irresponsável. Fui as duas coisas, pensei. Mas fiz questão de dizer que só meu pai fazia a renovação do seguro. Vim antes porque li a notícia do naufrágio nos jornais de Belém, ele disse. E então revelou que estava em Manaus havia uma semana. Não quis perder tempo, prosseguiu. Conversei com o juiz, com os diretores do banco e da Adler. Explicou que os dois batelões estavam atracados no Manaus Harbour, confiscados pela justiça. Essas barcaças velhas não valiam muito, mas era possível vendê-las. O que tinha valor era o cargueiro alemão: o Eldorado. Acusei o gerente de leviano, podia ter evitado essas dívidas. Estiliano não se alterou: o gerente era uma sombra do meu pai, e uma sombra não podia pensar em tudo. Mas era preciso vender os dois batelões? Vais ter que vender tudo: esta chácara, o edifício da empresa e o terreno de Flores. Como eu ia admitir? Queria casar com Dinaura, viajar com ela. Vives em outro mundo, disse Estiliano. Se não venderes tudo, podes ser preso. As pequenas companhias de navegação da Amazônia estão falidas. Sai desta chácara e anda pela cidade. Aquela moça arrancou tua cabeça, te deixou sem razão. Cego. (Órfãos do Eldorado, 2008.) A vírgula foi empregada para demarcar a elipse de um verbo em:
  1. A)“Ele ia renovar, mas morreu” (3o parágrafo).
  2. B)“A dívida, uma fortuna” (7o parágrafo).
  3. C)“Eu não conseguia encarar Amando, nem na parede” (4o parágrafo).
  4. D)“Só de pensar, fico agoniado” (7o parágrafo).
  5. E)“Permaneceu mudo, na mesma posição” (6o parágrafo).
UEA2023Conhecimentos EspecíficosQuestao 4BiologiaVitaminas e metabolismoFacil
As vitaminas representam uma classe de nutrientes de que o organismo humano necessita em pequenas quantidades diárias. São obtidas em diversos tipos de alimentos e são essenciais para o bom funcionamento do organismo. De modo simplificado, afirma-se que, no organismo humano, muitas vitaminas
  1. A)atuam no processo de hematose.
  2. B)atuam nas reações químicas enzimáticas.
  3. C)integram os carboidratos e os lipídios.
  4. D)integram os tecidos cartilaginosos.
  5. E)atuam no equilíbrio osmótico.
UEA2023Conhecimentos EspecíficosQuestao 5BiologiaMétodo científicoFacil
A construção do conhecimento científico humano, também conhecida como investigação científica, segue uma metodologia lógica e sequencial, em que os fatos observados na natureza são analisados e pesquisados para uma melhor compreensão das leis naturais. Considerando que a observação do fato constitui a primeira etapa da investigação científica, a etapa subsequente em tal metodologia é a
  1. A)identificação de um problema e de novas hipóteses.
  2. B)ratificação de uma nova teoria sobre o fato.
  3. C)exclusão de qualquer informação anterior sobre o fato.
  4. D)execução de experimentos inéditos e controlados.
  5. E)elaboração de uma nova lei natural.
UEA2023Conhecimentos GeraisQuestao 5PortuguêsSemânticaMedia
O gerente [...] me encarou, o rosto tenso, mãos nos bolsos da calça. [...] Meu pai não tinha renovado o seguro do Eldorado, e a empresa ainda devia muito dinheiro ao banco inglês. Estiliano não sabia disso? Era um assunto do doutor Cordovil. Teu pai não autorizava ninguém a assinar apólices de seguro. Ele ia renovar, mas morreu. Então o gerente continuou: no naufrágio do Eldorado a Companhia Adler tinha perdido oitenta toneladas de borracha e castanha, e movia um processo contra a empresa; as taxas portuárias não haviam sido pagas para a Manaus Harbour... O falatório desastroso me irritou. Eu não sabia de nada; a ignorância era a minha fraqueza. O gerente parou de falar, sentou e apoiou os cotovelos na escrivaninha, os dedos na testa, o olhar de admiração e saudade na fotografia do meu pai. Eu não conseguia encarar Amando, nem na parede. Murmurei: A empresa afundou. Ouvi alguém dizer em voz baixa: Covarde. Perguntei ao gerente o que ele estava dizendo. Permaneceu mudo, na mesma posição. O retrato do meu pai parecia me desafiar. Covarde. Não serves para nada. Era a voz de Amando Cordovil. As mesmas palavras. Ou minha memória repetia o que eu tinha ouvido tantas vezes? Então naquela manhã fui com o gerente ao banco inglês. O empréstimo. Só de pensar, fico agoniado. [...] Senti o mesmo sufoco quando o diretor do banco me mostrou os documentos assinados por Amando. A dívida, uma fortuna. Saí tonto, peguei o bonde para a chácara e esperei Estiliano em Manaus. Uns dez dias depois ele apareceu. Já sabia de tudo: eu tinha sido ingênuo ou irresponsável. Fui as duas coisas, pensei. Mas fiz questão de dizer que só meu pai fazia a renovação do seguro. Vim antes porque li a notícia do naufrágio nos jornais de Belém, ele disse. E então revelou que estava em Manaus havia uma semana. Não quis perder tempo, prosseguiu. Conversei com o juiz, com os diretores do banco e da Adler. Explicou que os dois batelões estavam atracados no Manaus Harbour, confiscados pela justiça. Essas barcaças velhas não valiam muito, mas era possível vendê-las. O que tinha valor era o cargueiro alemão: o Eldorado. Acusei o gerente de leviano, podia ter evitado essas dívidas. Estiliano não se alterou: o gerente era uma sombra do meu pai, e uma sombra não podia pensar em tudo. Mas era preciso vender os dois batelões? Vais ter que vender tudo: esta chácara, o edifício da empresa e o terreno de Flores. Como eu ia admitir? Queria casar com Dinaura, viajar com ela. Vives em outro mundo, disse Estiliano. Se não venderes tudo, podes ser preso. As pequenas companhias de navegação da Amazônia estão falidas. Sai desta chácara e anda pela cidade. Aquela moça arrancou tua cabeça, te deixou sem razão. Cego. (Órfãos do Eldorado, 2008.) A palavra empregada em sentido figurado está sublinhada em:
  1. A)“Se não venderes tudo, podes ser preso” (13o parágrafo).
  2. B)“Vais ter que vender tudo: esta chácara, o edifício da empresa e o terreno de Flores” (11o parágrafo).
  3. C)“Já sabia de tudo: eu tinha sido ingênuo ou irresponsável” (8o parágrafo).
  4. D)“Estiliano não se alterou: o gerente era uma sombra do meu pai” (10o parágrafo).
  5. E)“As pequenas companhias de navegação da Amazônia estão falidas” (13º parágrafo).
UEA2023Conhecimentos EspecíficosQuestao 6BiologiaDigestão e bioquímicaMedia
No corpo humano, a digestão das proteínas ingeridas durante as refeições ocorre no estômago e no intestino delgado, por meio da ação dos sucos gástrico, pancreático e entérico. O processo de quebra das proteínas em moléculas menores se dá por meio da hidrólise enzimática, a qual ocorre especificamente nas
  1. A)ligações iônicas entre os sais minerais das proteínas.
  2. B)pontes de hidrogênio entre bases nitrogenadas.
  3. C)ligações peptídicas entre os aminoácidos.
  4. D)pontes de hidrogênio dos monossacarídeos.
  5. E)ligações covalentes entre ácidos graxos.
UEA2023Conhecimentos GeraisQuestao 6PortuguêsEscolas literáriasDificil
A cultura amazônica é uma rara reminiscência de cultura mítica marcada pela dominante poética do imaginário. Original cultura mítica sobrevivente neste terceiro milênio, onde ainda se constata uma incessante produção de narrativas fabulosas na oralidade que caracteriza a sociedade regional amazônica. São os deuses de uma teogonia1 cotidiana e operativa. Para abrigá-los, os caboclos ribeirinhos inventaram uma singular paisagem ideal, um lugar ameno situado no fundo dos rios ou nas brenhas das florestas. Trata-se das encantarias, lugar onde moram os seres encantados, os deuses e personagens do imaginário amazônico, decorrente do fertilíssimo devaneio do homem do lugar, diante do correr das águas doces de seus rios. A convivência cotidiana com seres fabulosos de seu imaginário passa a condicionar um sentido contemplativo de beleza na convivência dessa relação dos homens entre si e deles com a natureza. (João de Jesus Paes Loureiro. www.amazonialatitude.com. Adaptado.) 1 teogonia: conjunto de deuses que constituem a mitologia de um povo. “Para abrigá-los, os caboclos ribeirinhos inventaram uma singular paisagem ideal, um lugar ameno situado no fundo dos rios ou nas brenhas das florestas.” A referência a um lugar ameno (em latim, locus amoenus) aproxima as narrativas produzidas pelo imaginário amazônico da estética
  1. A)simbolista.
  2. B)barroca.
  3. C)naturalista.
  4. D)parnasiana.
  5. E)árcade.
Resolver as 120 questões de graça

Veja também todas as provas do UEA ou as questões por disciplina.

Treine direto nas questões reais

No Presarium Vestibulares, você resolve essas questões com correção na hora, comentário e um painel que cruza a incidência com o seu desempenho — e monta sua lista de prioridade automaticamente.

Começar de graça

10 questões por dia, sem cartão de crédito.