Prova · UEA 2026

Prova UEA 2026: questões por disciplina

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O que caiu na prova 2026

Questões da prova UEA 2026

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UEA2026Conhecimentos EspecíficosQuestao 1BiologiaCitologiaFacil
A figura ilustra uma célula bacteriana e seus componentes estruturais. Tendo em vista os componentes estruturais indicados, a função principal
Imagens anexadas
  1. A)da membrana plasmática é a permeabilidade seletiva.
  2. B)do ribossomo é a digestão intracelular.
  3. C)do flagelo é a conjugação bacteriana.
  4. D)da parede celular é a locomoção.
  5. E)do nucleoide é a produção de energia.
UEA2026Conhecimentos GeraisQuestao 1PortuguêsFiguras de linguagemFacil
Para a produção do efeito humorístico, o autor recorre, no quarto quadrinho,
Imagens anexadas
  1. A)a uma hipérbole.
  2. B)a um eufemismo.
  3. C)a um paradoxo.
  4. D)a uma comparação.
  5. E)a uma gradação.
UEA2026Conhecimentos GeraisQuestao 2PortuguêsTempo verbal e narraçãoFacil
Em relação ao momento em que o narrador conta a história, os fatos narrados acontecem
Imagens anexadas
  1. A)em um passado hipotético.
  2. B)em um futuro hipotético.
  3. C)em um futuro próximo.
  4. D)em um passado recente.
  5. E)em um tempo indeterminado.
UEA2026Conhecimentos EspecíficosQuestao 2BiologiaEvoluçãoMedia
Em uma região diversa em ecossistemas, uma população de lagartos foi separada por uma barreira natural. Após milhares de anos, os dois grupos passaram a viver em condições ambientais diferentes, acumulando variações genéticas. Constatou-se que, mesmo se a barreira fosse removida, os indivíduos dos dois grupos não cruzariam entre si. Esse processo é um exemplo de
  1. A)variação fenotípica sem base genotípica.
  2. B)seleção natural sem isolamento reprodutivo.
  3. C)adaptação individual a mudanças no clima.
  4. D)deriva genética reversível entre populações.
  5. E)especiação por isolamento geográfico.
UEA2026Conhecimentos GeraisQuestao 3PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Facil
considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura. A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha. Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos. Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema. O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução. A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto. A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa. A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes. (www.olhardigital.com.br, 02.05.2025. Adaptado.) Dentro da perspectiva apresentada pelo autor, a Inteligência Artificial vai
  1. A)potencializar a criatividade humana nas novas produções.
  2. B)substituir o trabalho humano nas atividades criativas.
  3. C)aumentar a audiência para os filmes que a utilizarem.
  4. D)reduzir o objeto artístico a um produto mercadológico.
  5. E)ampliar o entendimento sobre as obras artísticas do passado.
UEA2026Conhecimentos EspecíficosQuestao 3BiologiaEvoluçãoFacil
Durante uma visita a um museu de ciências, estudantes observaram réplicas de esqueletos de diferentes hominídeos. O guia do local explicou que uma das principais características que marcaram a evolução humana foi o desenvolvimento da locomoção bípede, ou seja, a capacidade de andar sobre dois pés. A bipedia
  1. A)tornou desnecessária a comunicação entre os indivíduos da população.
  2. B)contribuiu para deixar as mãos livres, favorecendo o uso de ferramentas.
  3. C)facilitou a locomoção sobre as árvores das florestas tropicais.
  4. D)permitiu aos hominídeos utilizarem os membros anteriores para locomoção.
  5. E)surgiu como consequência direta do aumento do tamanho do cérebro nos primeiros hominídeos.
UEA2026Conhecimentos GeraisQuestao 4PortuguêsSemântica ContextualFacil
considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura. A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha. Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos. Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema. O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução. A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto. A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa. A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes. (www.olhardigital.com.br, 02.05.2025. Adaptado.) “Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética.” (2o parágrafo) No contexto em que se encontra, a palavra sublinhada deve ser entendida como:
  1. A)especulou sobre o futuro sem considerar os riscos envolvidos.
  2. B)desperdiçou capital que poderia ter sido mais bem empregado.
  3. C)direcionou recursos na expectativa de receber um ganho futuro.
  4. D)utilizou meios ilícitos a fim de transformar uma dada situação.
  5. E)repetiu antigos procedimentos para obter resultados diferentes.
UEA2026Conhecimentos EspecíficosQuestao 4BiologiaAdaptação e endemismoMedia
Examine o esquema que ilustra, em um ecossistema, a energia do Sol captada pelas plantas e que, a partir delas, é transformada e transferida aos demais seres vivos por meio das cadeias alimentares. A matéria é transferida entre os organismos e o ambiente, passando por processos como alimentação, excreção e decomposição. De acordo com o comportamento da energia e da matéria ao longo das cadeias alimentares, espera-se que
Imagens anexadas
  1. A)a matéria seja totalmente eliminada no final da cadeia.
  2. B)a energia solar seja reciclada da mesma forma que a matéria.
  3. C)a energia circule indefinidamente entre os seres vivos.
  4. D)a energia flua e se dissipe, enquanto a matéria seja reciclada.
  5. E)a matéria seja perdida constantemente como calor.
UEA2026Conhecimentos EspecíficosQuestao 5BiologiaAdaptação e endemismoFacil
Alguns projetos voltados à proteção ambiental e à sustentabilidade foram apresentados em um seminário de ecologia. Foram propostas ações como o reflorestamento de áreas degradadas; a utilização de energia renovável nas escolas e a criação de unidades de proteção. Com base nas ações propostas no seminário de ecologia, uma prática sustentável é
  1. A)a construção de vias de acesso em áreas de proteção.
  2. B)a renovação constante de pastagens.
  3. C)a instalação de painéis solares nos telhados.
  4. D)a ampliação de áreas agrícolas para o cultivo.
  5. E)o lançamento moderado de resíduos e dejetos nos rios.
UEA2026Conhecimentos GeraisQuestao 5PortuguêsSintaxe: sujeito oracionalMedia
considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura. A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha. Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos. Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema. O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução. A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto. A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa. A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes. (www.olhardigital.com.br, 02.05.2025. Adaptado.) O sujeito oracional ocorre quando uma oração exerce a função de sujeito de outra oração. Nesse sentido, ocorre sujeito oracional em:
  1. A)“As produções também aceleraram a adoção do filme colorido” (2o parágrafo).
  2. B)“Nem todas as ideias pegaram” (3o parágrafo).
  3. C)“Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos” (5o parágrafo).
  4. D)“Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência” (4o parágrafo).
  5. E)“Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal” (2o parágrafo).
UEA2026Conhecimentos GeraisQuestao 6PortuguêsCoesão: locuçõesFacil
considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura. A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha. Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos. Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema. O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução. A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto. A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa. A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes. (www.olhardigital.com.br, 02.05.2025. Adaptado.) “Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir” (6o parágrafo) Sem modificar o sentido da frase, a expressão sublinhada pode ser substituída por
  1. A)A fim de.
  2. B)Além de.
  3. C)A ponto de.
  4. D)Depois de.
  5. E)No lugar de. Leia o trecho a seguir, retirado do romance Macunaíma, de
UEA2026Conhecimentos EspecíficosQuestao 6BiologiaMétodo científicoFacil
Ao investigar se a luz afeta o crescimento de plantas, estudantes observaram que, quando os vegetais eram colocados perto da janela, cresciam mais do que aqueles mantidos em locais escuros. A partir disso, formularam a seguinte pergunta: “A intensidade da luz influencia o crescimento das plantas?”. Para responder a essa pergunta, os estudantes planejaram um experimento em que plantas de mesma espécie foram cultivadas sob diferentes intensidades de luz. Com base no texto, os estudantes realizaram uma etapa do método científico caracterizada por
  1. A)escolher o solo mais fértil para garantir que todas as plantas cresçam homogeneamente.
  2. B)concluir que a luz afeta o crescimento das plantas sem necessidade de experimentação.
  3. C)repetir o experimento com os vegetais várias vezes para obter o mesmo resultado sempre.
  4. D)divulgar os resultados do experimento com as plantas o mais rápido possível.
  5. E)formular uma hipótese sobre as plantas para que seja testada em condições controladas.
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