Prova · UEA 2021

Prova UEA 2021: questões por disciplina

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O que caiu na prova 2021

Questões da prova UEA 2021

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UEA2021Conhecimentos EspecíficosQuestao 1BiologiaDivisão CelularMedia
A figura ilustra uma célula na etapa de anáfase de um dos processos de divisão celular. (https://planetabiologia.com. Adaptado.) Considerando que a célula que iniciou tal divisão é diploide, a análise do número de cromossomos existentes na figura permite afirmar que se trata de uma divisão
Imagens anexadas
  1. A)meiótica, cujas células filhas serão diploides, com 4 cromossomos cada.
  2. B)mitótica, cujas células filhas serão diploides, com 4 cromossomos cada.
  3. C)meiótica, cujas células filhas serão haploides, com 8 cromossomos cada.
  4. D)mitótica, cujas células filhas serão diploides, com 8 cromossomos cada.
  5. E)mitótica, cujas células filhas serão haploides, com 4 cromossomos cada.
UEA2021Conhecimentos GeraisQuestao 1PortuguêsLiteratura — Romance brasileiro contemporâneoMedia
Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, “Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa”, e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. “Sei que um dia ele vai voltar”, Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): “Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular. (Dois irmãos, 2000.) Os acontecimentos descritos neste trecho
  1. A)ocorrem quando a família está em decadência, depois de brigas entre os irmãos que vinham desde a infância.
  2. B)representam o motivo das disputas entre os dois irmãos, que começariam a ocorrer em um futuro pouco posterior.
  3. C)ocorrem quando as divergências entre os dois irmãos, que duraram anos, já estão superadas.
  4. D)representam o fim das disputas entre os irmãos, que já não tinham mais pelo que brigar.
  5. E)representam um momento de virada, da fortuna para a decadência, que une os irmãos em torno da ideia de recuperar a família.
UEA2021Conhecimentos GeraisQuestao 2PortuguêsInterpretação de texto literárioDificil
Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, “Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa”, e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. “Sei que um dia ele vai voltar”, Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): “Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular. (Dois irmãos, 2000.) No último parágrafo do trecho, os elementos do cenário
  1. A)configuram uma paisagem neutra, sem relação com os fatos.
  2. B)contradizem os fatos, fazendo com que se configure um mistério.
  3. C)repetem e reforçam, por analogia, os fatos narrados.
  4. D)localizam os fatos no tempo histórico e no espaço geográfico.
  5. E)estabelecem com os fatos uma relação de causa e efeito.
UEA2021Conhecimentos EspecíficosQuestao 2BiologiaMembrana plasmática e transportesFacil
As células possuem alguns mecanismos para realizar processos de trocas de substâncias com o meio, como a difusão simples e a difusão facilitada. O fluxo de gases respiratórios ocorre por difusão simples. O fluxo de biomoléculas, como os aminoácidos e monossacarídeos, ocorre por difusão facilitada. A difusão simples e a difusão facilitada
  1. A)se diferenciam, pois apenas a difusão facilitada ocorre através das proteínas da membrana.
  2. B)se assemelham, uma vez que ambas são processos ativos que necessitam de ATP produzido pela célula.
  3. C)se diferenciam, pois apenas a difusão simples é um processo passivo que não necessita de ATP produzido pela célula.
  4. D)se assemelham, uma vez que ocorrem contra o gradiente de concentração da substância trocada.
  5. E)se diferenciam, pois apenas a difusão facilitada ocorre diretamente através dos fosfolipídios da membrana.
UEA2021Conhecimentos EspecíficosQuestao 3BiologiaSistema digestórioFacil
A imagem mostra projeções da membrana de uma célula do intestino humano. (www.igastroped.com.br. Adaptado.) Tais projeções estão em contato direto com o lúmen intestinal e são responsáveis por
Imagens anexadas
  1. A)absorver macromoléculas de proteínas e carboidratos.
  2. B)absorver micromoléculas geradas pela digestão.
  3. C)secretar ácido clorídrico para regulação do pH intestinal.
  4. D)secretar bile para a emulsificação dos lipídios.
  5. E)secretar enzimas digestivas sobre os alimentos.
UEA2021Conhecimentos GeraisQuestao 3PortuguêsVariação linguísticaMedia
Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, “Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa”, e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. “Sei que um dia ele vai voltar”, Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): “Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular. (Dois irmãos, 2000.) É possível reconhecer marcas da linguagem oral em:
  1. A)“e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar” (2o parágrafo).
  2. B)“vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal” (1o parágrafo).
  3. C)“Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula” (2o parágrafo).
  4. D)“o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias” (1o parágrafo).
  5. E)“perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem” (3o parágrafo).
UEA2021Conhecimentos EspecíficosQuestao 4BiologiaSangue e hematopoeseMedia
A medula óssea é responsável pela hematopoese, processo responsável pela formação constante de elementos figurados do sangue, tais como os eritrócitos, trombócitos, neutrófilos e linfócitos, a partir das células-mãe. (www.minutobiomedicina.com.br. Adaptado.) Com relação às funções desempenhadas pelos componentes apresentados na figura, pode-se afirmar que
Imagens anexadas
  1. A)os eritrócitos realizam o processo de coagulação sanguínea.
  2. B)os trombócitos produzem anticorpos para defesa imunológica.
  3. C)as células-mãe sofrem mitoses sucessivas seguidas de diferenciação celular.
  4. D)os neutrófilos transportam microrganismos invasores até os gânglios linfáticos.
  5. E)os linfócitos transportam gases respiratórios por meio da hemoglobina.
UEA2021Conhecimentos GeraisQuestao 4PortuguêsFoco narrativoDificil
Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, “Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa”, e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. “Sei que um dia ele vai voltar”, Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): “Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular. (Dois irmãos, 2000.) A história do romance Dois irmãos é contada por
  1. A)um narrador em terceira pessoa, que observa os fatos à distância sem se envolver ou tomar partido, o que permite que diferentes pontos de vista sejam apresentados objetivamente.
  2. B)um narrador em terceira pessoa que parece ter acesso tanto aos aspectos visíveis quanto à intimidade dos personagens, revelando seus pensamentos e seus sentimentos mais escondidos.
  3. C)um narrador em primeira pessoa que conhece todos os aspectos dos fatos narrados, desde o momento em que aconteceram, por ter sido ele o protagonista de toda a história, situada em um passado distante.
  4. D)um narrador em primeira pessoa que junta os relatos dos personagens de uma trama da qual não faz parte e os apresenta como um estranho, revelando eventualmente sua curiosidade por um tipo de vida muito diferente do seu.
  5. E)um narrador em primeira pessoa que tem um interesse específico em como os fatos teriam acontecido, o que configura uma relação de parcialidade entre ele e os acontecimentos.
UEA2021Conhecimentos EspecíficosQuestao 5BiologiaSistema nervoso (sinapses)Media
A propagação do impulso elétrico pelos neurônios que formam os sistemas nervosos central e periférico ocorre em função da geração de uma diferença de potencial entre os meios intra e extracelular. Tendo em vista os estímulos ambientais que são captados pelas estruturas sensoriais, o início da propagação do impulso nervoso ocorre
  1. A)nos dendritos dos neurônios que formam os receptores dos sentidos.
  2. B)nos neurotransmissores liberados na fenda sináptica entre os neurônios.
  3. C)na bainha de mielina que reveste os axônios dos neurônios sensitivos.
  4. D)nas células responsáveis pelo suporte nutricional dos neurônios.
  5. E)nos corpos celulares dos neurônios efetuadores.
UEA2021Conhecimentos GeraisQuestao 5PortuguêsArcadismoMedia
Que havemos de esperar, Marília bela? Que vão passando os florescentes dias? As glórias, que vêm tarde, já vêm frias; E pode enfim mudar-se a nossa estrela. Ah! Não, minha Marília, Aproveite-se o tempo, antes que faça O estrago de roubar ao corpo as forças E ao semblante a graça. (Marília de Dirceu, 1985.) O trecho transcrito exemplifica a ideia de
  1. A)aurea mediocritas, isto é, a proposição de que é mais adequado ao homem viver com moderação, sem excessos.
  2. B)locus amoenus, isto é, a defesa de que o homem deve buscar um lugar tranquilo para viver e, com isso, experimentar uma vida melhor.
  3. C)inutilia truncat, isto é, a defesa de que se deve viver de maneira simples, com pouco, e que o inútil deve ser descartado.
  4. D)carpe diem, isto é, a proposição de que se deve desfrutar o momento presente, vivê-lo sem muita preocupação com passado ou futuro.
  5. E)fugere urbem, isto é, a proposição de que as cidades são prejudiciais ao homem e, por isso, devem ser abandonadas.
UEA2021Conhecimentos GeraisQuestao 6PortuguêsAnálise do poemaMedia
Que havemos de esperar, Marília bela? Que vão passando os florescentes dias? As glórias, que vêm tarde, já vêm frias; E pode enfim mudar-se a nossa estrela. Ah! Não, minha Marília, Aproveite-se o tempo, antes que faça O estrago de roubar ao corpo as forças E ao semblante a graça. (Marília de Dirceu, 1985.) Assinale o verso em que o eu lírico apresenta uma proposta de ação:
  1. A)“Ah! Não, minha Marília,”
  2. B)“Aproveite-se o tempo, antes que faça”
  3. C)“As glórias, que vêm tarde, já vêm frias;”
  4. D)“Que havemos de esperar, Marília bela?”
  5. E)“E pode enfim mudar-se a nossa estrela.”
UEA2021Conhecimentos EspecíficosQuestao 6BiologiaFisiologia muscularFacil
A figura ilustra os tipos 1 e 2 de fibras musculares presentes no corpo humano. (https://blogpilates.com.br. Adaptado.) As fibras do tipo 1 proporcionam contrações musculares mais lentas e uma maior resistência à fadiga. As fibras do tipo 2 proporcionam contrações musculares com maior força nos movimentos e são mais suscetíveis à fadiga. As fibras musculares mais abundantes nos maratonistas são as fibras
Imagens anexadas
  1. A)do tipo 2, por se tratar de um exercício de curta duração e essencialmente aeróbio.
  2. B)do tipo 1, por se tratar de um exercício de curta duração e essencialmente anaeróbio.
  3. C)do tipo 2, por se tratar de um exercício de longa duração e essencialmente aeróbio.
  4. D)do tipo 1, por se tratar de um exercício de longa duração e essencialmente aeróbio.
  5. E)do tipo 1, por se tratar de um exercício de longa duração e essencialmente anaeróbio.
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