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UEMA20181a faseQuestao 1PortuguêsIntertextualidadeMedia________________________________________________
Questões de 01 a 20
As questões de 01 a 04 tomam como base poemas da escritora Adélia Prado. A escritora mineira, do Modernismo brasileiro, dedicou-se à poesia desde 1971 com o livro “Lapinha de Jesus” junto com outro poeta, Lázaro Barreto. Cinco anos depois, publicou sozinha vários livros dentre os quais destaca-se “Coração Disparado”, coletânea que lhe garantiu o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do livro, em São Paulo. Considerando que os textos podem dialogar entre si, leia o poema de Adélia Prado e, em seguida, compare com versos selecionados de outros autores para responder à questão 01. Texto I
Com licença poética
Quando nasci um anjo esbelto, desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira. Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada. Aceito os subterfúgios que me cabem, sem precisar mentir. Não sou tão feia que não possa casar, acho o Rio de Janeiro uma beleza e ora sim, ora não, creio em parto sem dor. Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina. Inauguro linhagens, fundo reinos − dor não é amargura. Minha tristeza não tem pedigree, já a minha vontade de alegria, sua raiz vai ao meu mil avô. Vai ser coxo na vida é maldição pra homem. Mulher é desdobrável. Eu sou.
PRADO, A. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.
Os versos que apresentam diálogo com esse poema são
- A)“Boi espantosamente, boi Morto, sem forma ou sentido Ou significado.” (Boi morto, Manuel Bandeira)
- B)“Meu Deus, eu quero a mulher que passa. Seu dorso frio é um campo de lírio, Tem sete cores nos seus cabelos Sete esperanças na boca fresca!” (Mulher que passa, Vinicius de Moraes)
- C)“Mas, afinal Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de Amor É que são ridículas.” (Cartas de amor, Fernando Pessoa)
- D)“[...] essa dor da vida que devora A ânsia da glória, o dolorido afã... A dor no peito emudeceria ao menos Se eu morresse amanhã!” (Se eu morresse amanhã, Álvares de Azevedo)
- E)“Quando nasci, um anjo torto Desses que vivem na sombra Disse: vai, Carlos! Ser gauche na vida.” (Poema de sete faces, Carlos Drummond de Andrade)
UEMA20181a faseQuestao 2PortuguêsInterpretação de texto poéticoMediaTexto II
Bucólica nostálgica
Ao entardecer no mato, a casa entre bananeiras, pés-de-manjericão e cravo-santo, aparece dourada. Dentro dela, agachados, na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo, rápidos como se fossem ao Êxodo, comem feijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis, muitas vezes abóbora. Depois, café na canequinha e pito. O que um homem precisa pra falar, entre enxada e sono: Louvado seja Deus!
PRADO, A. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.
A poesia Bucólica nostálgica traduz artisticamente o cotidiano de homens comuns que jantam ao entardecer numa casa simples. No bucólico espaço em que se encontram, revela-se
- A)a condição de pobreza mesclada de resignação e de fé na providência divina.
- B)uma existência pontilhada de leveza e de religiosidade na vida rural.
- C)a apatia do trabalhador associada ao misticismo praticado.
- D)a realidade rural junto à esperança de dias melhores.
- E)um inconformismo misturado às dores da vida.
UEMA20181a faseQuestao 3PortuguêsSemântica e referênciaMediaA expressão “aí mesmo”, no texto II, denota, ao mesmo tempo localização e inclusão, e gera a possibilidade de
- A)sátira acerca dos costumes rurais.
- B)aproximação entre homens reunidos.
- C)isolamento contemplativo no entardecer.
- D)denúncia da miséria vivida pelas famílias.
- E)identificação ante a escassez cotidiana de alimentos.
UEMA20181a faseQuestao 4PortuguêsCoesão: conjunçõesMediaTexto III
Solar
Minha mãe cozinhava exatamente: arroz, feijão-roxinho, molho de batatinhas. Mas cantava. PRADO, A. Poesia reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.
Nesse texto poético, fala-se de uma mãe que canta ao mesmo tempo em que faz o preparo racional dos alimentos. A introdução do verbo cantar pela conjunção mas, nesse contexto, anuncia, além da ressalva,
- A)um evento conclusivo.
- B)uma ideia de alternância.
- C)uma relação de explicação.
- D)um elemento de excepcionalidade.
- E)uma situação de complementaridade.
UEMA20181a faseQuestao 5PortuguêsArgumentação e persuasãoMediaO capítulo, a seguir, extraído de Dias e Dias, de Ana Miranda, integra a segunda parte do livro intitulada “Um sabiá na gaiola”. Leia-o com atenção para responder ao que se pede nas questões 05 e 06.
Texto IV
Astúcia de caçador
Os sabiás são assim: você não pode caçar um sabiá crescido, porque ele nunca se acostuma na gaiola, ele vai definhando, fica tão triste que nem canta mais, e morre, você também não pode caçar os sabiás filhotes porque eles igualmente morrem quando ficam longe da mãe, então o que o papai fazia era caçar toda a ninhada com ninho e tudo, e caçava a mãe, ele punha a ninhada e o ninho dentro de uma gaiola, a mãe ele deixava solta depois que ela aprendia a encontrar os filhotes no ninho, a mãe vinha trazer as minhocas e as sementes para os filhotes no ninho e papai abria a porta da gaiola, a mãe alimentava os filhotes e ia voar, voltava depois, assim as coisas iam se passando, até que um dia os filhotes ficavam grandes, acostumados com a gaiola, e papai separava os filhotes, levava-os para lugares onde a mãe não os encontrava mais, e a mãe ficava triste, definhava, até morrer. Ele era capaz de palmilhar léguas e léguas para negociar um sabiá por sessenta mil- réis, porque ouvira falar que tinha um assobio diferente, e estava sempre barganhando gaiolas e pios.
MIRANDA, A. Dias e Dias. São Paulo: Cia das Letras, 2002.
No capítulo Astúcia de caçador, percebe-se que o discurso literário se utiliza do tom de convencimento para fazer o leitor acreditar na “astúcia” do pai caçador. Essa característica ocorre no uso do (da)
- A)linguagem prosaica, que usa de uma metáfora para explicar a inteligência do pai.
- B)adjetivação comedida que acentua a tragicidade do relato e a argúcia do pai.
- C)pronome de tratamento você, que convoca para a narrativa a segunda pessoa verbal.
- D)linguagem referencial e objetiva, que recorre à terceira pessoa verbal para ilustrar a esperteza do pai.
- E)pontuação, sem uso de travessões, reticências, interrogações e exclamações, que intensifica a objetividade.
UEMA20181a faseQuestao 6PortuguêsSemântica e inferência lexicalMediaO capítulo, a seguir, extraído de Dias e Dias, de Ana Miranda, integra a segunda parte do livro intitulada “Um sabiá na gaiola”. Leia-o com atenção para responder ao que se pede nas questões 05 e 06.
Texto IV
Astúcia de caçador
Os sabiás são assim: você não pode caçar um sabiá crescido, porque ele nunca se acostuma na gaiola, ele vai definhando, fica tão triste que nem canta mais, e morre, você também não pode caçar os sabiás filhotes porque eles igualmente morrem quando ficam longe da mãe, então o que o papai fazia era caçar toda a ninhada com ninho e tudo, e caçava a mãe, ele punha a ninhada e o ninho dentro de uma gaiola, a mãe ele deixava solta depois que ela aprendia a encontrar os filhotes no ninho, a mãe vinha trazer as minhocas e as sementes para os filhotes no ninho e papai abria a porta da gaiola, a mãe alimentava os filhotes e ia voar, voltava depois, assim as coisas iam se passando, até que um dia os filhotes ficavam grandes, acostumados com a gaiola, e papai separava os filhotes, levava-os para lugares onde a mãe não os encontrava mais, e a mãe ficava triste, definhava, até morrer. Ele era capaz de palmilhar léguas e léguas para negociar um sabiá por sessenta mil-
1° Etapa - 22/10/2017 das 13 às 18h réis, porque ouvira falar que tinha um assobio diferente, e estava sempre barganhando gaiolas e pios.
MIRANDA, A. Dias e Dias. São Paulo: Cia das Letras, 2002.
No capítulo Astúcia de caçador, percebe-se que o discurso literário se utiliza do tom de convencimento para fazer o leitor acreditar na “astúcia” do pai caçador. Essa característica ocorre no uso do (da)
Infere-se da expressão “barganhando”, no texto IV, ao final do parágrafo, que o pai caçador negociava
- A)economizando.
- B)enganando.
- C)disputando.
- D)liquidando.
- E)doando.
UEMA20181a faseQuestao 7PortuguêsFiguras de linguagemMediaLeia o fragmento para responder à questão 07.
Texto V
[...] Caxias já era uma comarca próspera, os portugueses desde muito antigamente tinham se estabelecido lá para negócios de comércio, retalho, exportação, importação, eles animavam a economia, tinham os cargos políticos, controlavam os negócios públicos, até mesmo trocaram o velho churka por um descaroçador de algodão mais novo, construíram casas grandes de negócio e edifícios sólidos de cantaria, eram os donos de tudo por aqui e achavam que aqui era terra deles, sempre foram uns “espetados”, dizia papai. [...]
MIRANDA, A. Dias e Dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
No plano da expressividade e da intencionalidade discursiva, a caracterização metafórica dos portugueses traz a marca linguística de depreciação no seguinte trecho:
- A)“eles animavam a economia”
- B)“sempre foram uns „espetados‟ ”
- C)“eram os donos de tudo por aqui”
- D)“Caxias já era uma comarca próspera”
- E)“até mesmo trocaram o velho churka por um descaroçador de algodão”
UEMA20181a faseQuestao 8PortuguêsIntenção comunicativaMediaO fragmento a seguir, extraído do capítulo Alma compassiva, serve de referência para responder à questão 08.
Texto VI
[...] E dizem em Caxias que sempre fui uma alma boa, titio falava isso, e Natalícia dizia: Ah, ela é uma boa samaritana! [...], sei que a Boa Samaritana queria dizer que eu dava trela mais a um filho de estrangeiro do que a um natural, que eu dava de beber a um inimigo e não a um brasileiro, mas como podia eu ser a boa samaritana se ela teve seis maridos? ou foram oito? ou doze? feliz dela que teve tantos amores, se é que amou, eu tive nenhum marido e apenas um único amor em toda a minha vida, um amor sem modos de o conseguir, [...] Maria Luiza disse que não entende como eu aceito ser uma preterida, [...]
MIRANDA, A. Dias e Dias. São Paulo: Cia. das Letras, 2002.
O trecho que apresenta marca da intenção comunicativa de negação do falante é o seguinte:
- A)“eu tive nenhum marido”
- B)“eu aceito ser uma preterida”
- C)“eu dava de beber a um inimigo”
- D)“E dizem em Caxias que sempre fui uma alma boa”
- E)“eu dava trela mais a um filho de estrangeiro do que a um natural”
UEMA20181a faseQuestao 9PortuguêsInterpretação de texto literárioMediaUma das propriedades do narrador é, por meio das falas dos personagens, revelar determinada visão de mundo. Leia os fragmentos, sob essa perspectiva, para responder à
I)
Ultimamente, sem saber como, (Pedro) havia perdido, um a um, os seus lápis de cor, só lhe restando agora, com uma velha caixa vazia [...], a saudade das horas que passava à mesa da varanda desenhando e pintando, com a Mãe Lourença [...], e que por vezes exclamava, envaidecida: − Este Pedro tem cada estrepolia! E ela própria, na mesma voz mansa, o advertiu: − Mas não é para isso que teu avô te quer. Pela vontade dele, tens de ser barqueiro, como ele, como teu pai, como teu avô. Toda a tua família se fez no mar.
II)
– O senhor devia por o seu rapaz na Marinha Mercante – sugeriu Clementino, descansando mais o corpo na borda do balaústre – Tem mais futuro. Conheço muita gente que tem feito carreira por lá. [...] Hoje a rapaziada quer viver num meio maior. E vamos e venhamos, não deixa de ter as suas razões. Nada como um meio grande. Vive-se a gosto, com mais conforto. [...] Mestre Severino, semblante encrespado, cortou a conversa: − Guarde os seus conselhos. Já vivi mais que o senhor, tenho também minhas ideias. Se quer ir num barco a motor, ainda está em tempo de saltar. Não me faz falta.
MONTELLO, J. Cais da Sagração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.
Da fala de Lourença e de Mestre Severino, pode-se deduzir que há defesa de ideias que comportam
- A)necessidade de modernização do trabalho.
- B)desejo de ascensão econômica de Pedro.
- C)valorização da profissão de barqueiro.
- D)progressão social na família.
- E)exaltação ao conforto.
UEMA20181a faseQuestao 10PortuguêsSemântica e efeitos de sentidoMediaLeia o fragmento a seguir para responder à questão 10.
Texto VII
Até ali a viagem tinha sido calma, o barco subindo e descendo suavemente na correnteza do canal. Agora tudo mudava. O mar alto dir-se-ia não querer aceitar no seu dorso o peso da embarcação que o vento empurrava, e de repente reagia, com uma onda alta atrás de outra, sempre rebramindo. A quilha da proa aceitava o desafio, repetindo a investida bravia, e outra vez a toalha de espuma era rasgada ao meio, por entre o rangido da mastreação. A luz da tarde tinha-se tisnado com as primeiras sombras do anoitecer. Não se via mais a tonalidade rósea, riscada de barras sanguíneas, que tomava o horizonte quando o sol se escondia. [...] [...] O próprio vento tinha ali uma voz diferente, a esfuziar no velame, a correr por cima das ondas. Criado ouvindo-lhe os gemidos, Pedro agora o desconhecia. Não era o vento que sibilava nas palmas dos coqueiros do quintal [...], nem a brisa crepuscular que levantava o pó do chão [...] espalhava na casa o cheiro ativo das latadas de jasmineiro; porém uma força brutal e cega que enchia as velas, adernava o barco, alteava as ondas bravias, e era assobio e ameaça, vaia e lamento. [...]
MONTELLO, J. Cais da Sagração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.
Considerando as combinações lexicais responsáveis pelos efeitos de sentido, a explicação coerente sobre as palavras ou as expressões selecionadas é a seguinte:
- A)“tisnado com as primeiras sombras” representa o tom brilhante da luz esmaecida.
- B)“sibilava”, “adernava”, “enchia” sugerem evocação serena da memória.
- C)“voz diferente”, “barras sanguíneas”, “força brutal” compõem a expressividade de uma onomatopeia.
- D)“rasgada ao meio” expressa a fragilidade do pano de toalha estendida.
- E)“desafio”, “bravia”, “rangido” caracterizam um espaço intimidador aos embarcados.
UEMA20181a faseQuestao 11PortuguêsFiguras de linguagemMediaLeia o texto VIII para responder à questão 11.
Texto VIII
Cavaleiro no seu cavalo, lá vai Mestre Severino pela planura desatada, senhor das rédeas, do chicote e das esporas. O vento lhe bate em meio no rosto queimado de sol. E ele galopa sempre, sem que seja preciso fustigar a montaria com as rosetas de metal. Mestre Severino sabe que a serenidade do mar nem sempre perdura. De repente o vento cresce, vira e desembesta. Seu gemido longo e fino se converte em alarido de muitas vozes, enquanto as velas do barco se debatem numa palpitação de asas em agonia, cercadas pelas ondas revoltas de um rebanho em disparada. É preciso correr, acudir, lutar, ora com o leme, ora com as velas, ora com as escotas, ou então descer todos os panos e só deixar o casco no combate. Em seguida as vagas se aplacam, o céu se destolda, abrem-se clareiras de sol ou de estrelas, e outra vez a planura se desata, e as velas se abrem, e a quilha da proa avança, retalhando as ondas.
MONTELLO, J. Cais da Sagração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.
O trecho apresenta analogias entre elementos diferentes para marcar a mensagem poética. Há analogia adequada, respectivamente, entre os seguintes termos:
- A)Rosetas de metal / asas de agonia → mar / velas.
- B)Rebanho / vagas → ondas revoltas / leme.
- C)Clareiras de sol / chicote → casco / quilha.
- D)Cavaleiro / cavalo → Mestre/ barco.
- E)Estrada / gemido → vento / vozes.
UEMA20181a faseQuestao 12PortuguêsGênero: artigo de opiniãoMedia Para responder às questões de 12 a 15, leia o artigo de opinião, extraído da Revista Planeta.
Texto IX
Homem e Máquina
Desde que as primeiras máquinas começaram a atuar em fábricas, as queixas sobre a perda de postos de trabalho são constantes. Um estudo divulgado em 2015 revelou que a tecnologia, na verdade, criou mais empregos do que eliminou. “A tendência de reduzir postos de trabalho na agricultura e na indústria é compensada pelo rápido crescimento nos setores de serviços, criatividade e tecnologia”, dizem os economistas que analisaram dados dos últimos 144 anos para avaliar como os avanços na tecnologia afetaram o emprego na Inglaterra e no País de Gales. Eles falam em uma “mudança profunda” nas relações de trabalho. [...] Os dados confirmam a ideia de que os robôs livram o homem de trabalhos pesados ou degradantes. As inovações tecnológicas reduziram os postos de trabalho em atividades maçantes, perigosas e repetitivas. O setor agrícola foi o primeiro a se beneficiar disso. [...] Uma pesquisadora de Massachussets Institute of Technology (MIT), especialista nas relações humanosrobôs, é menos alarmista em relação à perda de postos para as máquinas. “A automação pode até ter substituído os humanos em algumas áreas, mas a tecnologia atual ainda não é suficiente para o trabalho totalmente sem humanos. Isso significa que boa parte do desenvolvimento hoje vai na direção de termos robôs criados para trabalhar com os humanos, em vez de substituí-los”, afirmou à PLANETA. Um professor do departamento de Ciência da Computação da USP preocupa-se com uma troca de mão de obra. “Os robôs deveriam substituir o trabalho humano apenas em duas condições: na medida em que o trabalho desagrada o ser humano e na medida em que se dê um trabalho mais digno para a pessoa substituída”, avalia. Para ele, há risco de as pessoas tratarem colegas como máquinas. Revista Planeta. 2017. (Adaptado).
Considerando as ideias expostas no texto sobre a relação homem e máquina, compreende-se que o artigo apresenta
- A)argumentação contrária à inserção da tecnologia moderna no setor agrícola, com analogias.
- B)sugestão de automação dos robôs como parceria ideal para plena convivência com o trabalhador, sem concessões.
- C)ideia de que máquinas são infalíveis ante a rejeição à mão de obra qualificada do profissional, sem justificativa.
- D)defesa de que métodos humanos de criatividade tornam-se obsoletos em confronto com a inteligência da máquina, sem alternativas.
- E)posicionamentos diversos, conforme as diferentes áreas de trabalho, com comparações.