Prova · FUVEST 2023

Prova FUVEST 2023: questões por disciplina

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O que caiu na prova 2023

Questões da prova FUVEST 2023

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FUVEST20231a faseQuestao 1SociologiaDesigualdade e gêneroFacil
“A associação de sistemas múltiplos de subordinação tem sido descrita de vários modos: discriminação composta, cargas múltiplas ou como dupla ou tripla discriminação. A interseccionalidade é uma conceituação do problema que busca capturar as consequências estruturais e dinâmicas da interação entre dois ou mais eixos da subordinação. Ela trata especificamente da forma pela qual o racismo, o patriarcalismo, a opressão de classe e outros sistemas discriminatórios criam desigualdades básicas que estruturam as posições relativas de mulheres, raças, etnias, classes e outras”. CRENSHAW, Kimberlé W. “Documento para o Encontro de Especialistas em Aspectos da Discriminação Racial Relativos ao Gênero”. Estudos Feministas, ano 10, nº 1/2002. DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), 2021. Adaptado. O texto da professora e jurista estadunidense Kimberlé Crenshaw define o conceito de interseccionalidade para o estudo das múltiplas discriminações. A partir dessa definição, é possível dizer que os dados do Dieese sobre o mercado de trabalho brasileiro em 2021 indicam que
  1. A)a interseccionalidade de discriminações de gênero, de raça e de classe faz com que homens negros sejam o grupo social mais vulnerável.
  2. B)as discriminações de raça e gênero não se relacionam; assim, mulheres negras e homens negros sofrem as mesmas discriminações no mercado de trabalho.
  3. C)a interseccionalidade de discriminações atinge de maneira igual mulheres brancas e negras pertencentes às classes trabalhadoras.
  4. D)a interseccionalidade de discriminações de gênero e raça explica o fato de as mulheres negras ocuparem as posições menos valorizadas e mais mal pagas no mercado de trabalho.
  5. E)as situações de gênero e de raça não têm impacto no mercado de trabalho. Trabalhadores e trabalhadoras são discriminados igualmente em virtude da desigualdade de classe social.
FUVEST20231a faseQuestao 2SociologiaDesigualdade e gêneroFacil
“O voto feminino no Brasil completou 90 anos. Desde que a professora Celina Guimarães se alistou para votar em Mossoró, em 1927, e Alzira Soriano, primeira mulher eleita para um cargo público no país, assumiu a Prefeitura de Lajes, em 1929, ambos municípios do Rio Grande do Norte, muita coisa mudou. Em que pesem os avanços legais, o cenário nacional segue desfavorável, e a participação das mulheres na política ainda é irrisória considerando-se o perfil demográfico brasileiro. Mulheres somam 52% dos votantes, mas representam apenas 15% dos parlamentares do Congresso. A maioria da população feminina é negra, ao contrário da parlamentar, que é majoritariamente não negra. Indígena, apenas uma. Verdade que o percentual de participação feminina na Câmara e no Senado cresceu na comparação com legislaturas anteriores. Ainda assim, é pouco. Na prática, a política no Brasil é feita por homens brancos. Dados da União Interparlamentar, que reúne países ligados à ONU, colocam o Brasil na posição 145º do ranking Mulheres nos Parlamentos Nacionais. Numa nação onde em 2021 quatro mulheres foram vítimas de feminicídio por dia, e os casos de estupro voltaram a crescer, já passou da hora de usar a via democrática para tentar mudar esse cenário. É necessário que as mulheres assumam o protagonismo nesse pleito, reivindiquem cabeças de chapas majoritárias e exijam transparência na distribuição dos recursos do fundo partidário. Claro que não há garantias de transformação, mas pode ser uma bela oportunidade de ao menos dar uma sacolejada no jogo e incluir em pauta a discussão de alguns problemas reais do Brasil”. ROSA, Ana Cristina. “Com mulheres na cabeça”. Folha de S. Paulo. 27.02.2022. Adaptado. É correto afirmar que o cenário nacional ao qual se refere a autora do texto
  1. A)dispôs equitativamente as legislaturas, ainda que sem afetar a participação das mulheres.
  2. B)sofreu um expressivo retrocesso quanto à participação das mulheres na política.
  3. C)alterou-se ao longo da história do Brasil, porém não consolidou significativamente a atuação das mulheres na política.
  4. D)adequou-se ao perfil demográfico brasileiro, embora sem alçar o país a boas posições nos rankings de mulheres na política.
  5. E)estruturou-se por meio de vias democráticas, visto que possibilitou a discussão de problemas relacionados a fundos partidários.
FUVEST20231a faseQuestao 3PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Facil
“O ‘País’ abriu quarta-feira em suas colunas o mais interessante dos plebiscitos para solução de um importante problema social: Como deve ser educada a mulher... Trata-se de saber se devemos ser educadas para, pelo casamento, sermos sustentadas pelo homem, ou para nos tornarmos hábeis e prover à nossa própria subsistência pelo nosso único trabalho. Se admitis a primeira hipótese, em que consiste a educação feminina para o casamento? Se preferis a segunda, quais são os gêneros de trabalho em que a mulher pode, sem decair, ganhar a vida em nossa terra? (...) Esta forma de educação requer toda uma ordem de conhecimento que não sejam apenas frívolos. (...) Os nossos costumes, por isso mesmo, são ingênuos e se apoiam em preconceitos e tradições, não admitem ainda a mulher que trabalha. (...) Assim mesmo as professoras já lograram subir um pouco na cotação social. As médicas vão impondo-se pouco a pouco...”. Carmem Dolores. “A Semana”. Rio de Janeiro, 08/04/1906. In: VASCONCELLOS, Eliane (org.). Carmem Dolores. Crônicas, 1905-1910. Rio de Janeiro: Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, 1998. De acordo com o excerto, assinale a alternativa mais adequada para expressar o processo de inserção das mulheres no mundo do trabalho no início do século XX.
  1. A)O patriarcalismo e o emprego do dote foram erradicados pelos protocolos jurídicos adotados no regime republicano, favorecendo o reconhecimento social do trabalho feminino.
  2. B)A educação feminina dissociava-se das convenções vigentes na sociedade e dos padrões morais preconizados pelo catolicismo.
  3. C)O reconhecimento social do trabalho feminino estava limitado à esfera pública, pois o espaço doméstico ainda permanecia marcado pela autoridade masculina.
  4. D)O processo de feminização do magistério na escola básica proporcionou o reconhecimento do trabalho das mulheres e a conquista de novos papéis sociais.
  5. E)A ruptura do preconceito para com o trabalho feminino nas fábricas, comércio, serviço público e profissões liberais se deu efetivamente após a conquista dos direitos políticos pelas mulheres, em 1934.
FUVEST20231a faseQuestao 4PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
FAMÍLIA Três meninos e duas meninas, sendo uma ainda de colo. A cozinheira preta, a copeira mulata, o papagaio, o gato, o cachorro, as galinhas gordas no palmo de horta e a mulher que trata de tudo. A espreguiçadeira, a cama, a gangorra, o cigarro, o trabalho, a reza, a goiabada na sobremesa de domingo, o palito nos dentes contentes, o gramofone rouco toda noite e a mulher que trata de tudo. O agiota, o leiteiro, o turco, o médico uma vez por mês, o bilhete todas as semanas branco! mas a esperança sempre verde. A mulher que trata de tudo e a felicidade. Carlos Drummond de Andrade. Alguma poesia. No poema de Drummond,
  1. A)a hierarquização dos substantivos que compõem a primeira estrofe tem a função de situar essa família na sociedade escravagista do século XIX.
  2. B)a repetição de um verbo de ação, em contraste com o caráter nominal dos versos, destaca a serventia da figura feminina na organização familiar.
  3. C)a ausência de menção direta ao homem produz um retrato reativo à família patriarcal, por salientar o protagonismo social da mulher.
  4. D)o modo como os elementos que compõem a terceira estrofe estão relacionados permite inferir a prosperidade econômica familiar.
  5. E)o enquadramento da mulher no ambiente doméstico lança luz sobre um regime social que favorece a realização plena das potencialidades femininas.
FUVEST20231a faseQuestao 5PortuguêsAnálise linguística e recursos estilísticosFacil
Luc Boltanski e Ève Chiapello demonstram com clareza e sagacidade a capacidade antropofágica do capitalismo financeiro que “engole” a linguagem do protesto e da libertação para transformá-la e utilizá-la para legitimar a dominação social e política a partir do próprio mercado. Na dimensão do mundo do trabalho, por exemplo, todo um novo vocabulário teve que ser inventado para escamotear as novas transformações e melhor oprimir o trabalhador. Com essa linguagem aparentemente libertadora, passa-se a impressão de que o ambiente de trabalho melhorou e o trabalhador se emancipou. Assim houve um esforço dirigido para transformar o trabalhador em "colaborador", para eufemizar e esconder a consciência de sua superexploração; tenta-se também exaltar os supostos valores de liderança para possibilitar que, a partir de agora, o próprio funcionário, não mais o patrão, passe a controlar e vigiar o colega de trabalho. Ou, ainda, há a intenção de difundir a cultura do empreendedorismo, segundo a qual todo mundo pode ser empresário de si mesmo. E, o mais importante, se ele falhar nessa empreitada, a culpa é apenas dele. É necessário sempre culpar individualmente a vítima pelo fracasso socialmente construído. SOUZA, Jessé. Como o racismo criou o Brasil. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2021. De acordo com o texto, o uso de "colaborador” no lugar de “trabalhador”, no campo das relações de trabalho, indica
  1. A)o apagamento da linguagem de reivindicação e a falsa ideia de um trabalhador fortalecido.
  2. B)a valorização do trabalhador vigiado pelo Estado nas tradicionais relações empregatícias.
  3. C)a difusão da cultura da meritocracia, que fortalece as relações do trabalhador com o Estado.
  4. D)a consciência do patrão que rejeita a cultura do neoliberalismo.
  5. E)o impedimento de o trabalhador investir na prática do empreendedorismo.
FUVEST20231a faseQuestao 6PortuguêsAnálise linguística e recursos estilísticosMedia
Luc Boltanski e Ève Chiapello demonstram com clareza e sagacidade a capacidade antropofágica do capitalismo financeiro que “engole” a linguagem do protesto e da libertação para transformá-la e utilizá-la para legitimar a dominação social e política a partir do próprio mercado. Na dimensão do mundo do trabalho, por exemplo, todo um novo vocabulário teve que ser inventado para escamotear as novas transformações e melhor oprimir o trabalhador. Com essa linguagem aparentemente libertadora, passa-se a impressão de que o ambiente de trabalho melhorou e o trabalhador se emancipou. Assim houve um esforço dirigido para transformar o trabalhador em "colaborador", para eufemizar e esconder a consciência de sua superexploração; tenta-se também exaltar os supostos valores de liderança para possibilitar que, a partir de agora, o próprio funcionário, não mais o patrão, passe a controlar e vigiar o colega de trabalho. Ou, ainda, há a intenção de difundir a cultura do empreendedorismo, segundo a qual todo mundo pode ser empresário de si mesmo. E, o mais importante, se ele falhar nessa empreitada, a culpa é apenas dele. É necessário sempre culpar individualmente a vítima pelo fracasso socialmente construído. SOUZA, Jessé. Como o racismo criou o Brasil. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2021. O uso dos verbos “passar” (2º parágrafo) e “tentar” (3º parágrafo) no texto, em sua forma pronominal, revela
  1. A)adequação à forma analítica da voz passiva.
  2. B)construção com conjunção integrante.
  3. C)marcação da impessoalidade do discurso.
  4. D)informalidade correspondente ao gênero discursivo.
  5. E)ênfase na reciprocidade da linguagem.
FUVEST20231a faseQuestao 7PortuguêsAnálise linguística e recursos estilísticosMedia
Disponível em https://tirasarmandinho.tumblr.com/. Adaptado. Os verbos “detonar” e “avariar”, no texto, são exemplos de
Imagens anexadas
  1. A)usos linguísticos próprios de gêneros da área jurídica.
  2. B)termos cujos sentidos se contradizem na composição da tira.
  3. C)vocábulos empregados informalmente.
  4. D)recursos linguísticos inadequados à situação de comunicação.
  5. E)escolhas vocabulares associadas ao contexto de cada personagem.
FUVEST20231a faseQuestao 8PortuguêsGêneros e linguagensFacil
Disponível em https://tirasarmandinho.tumblr.com/. Adaptado. Da leitura da tira, depreende-se que
Imagens anexadas
  1. A)o filho leva o pai a uma reflexão inócua a respeito do patrimônio público.
  2. B)o patrimônio público é restrito a equipamentos dispostos nas vias de uma cidade.
  3. C)as lixeiras e as placas de trânsito não fazem parte do patrimônio público.
  4. D)a destruição de hospitais, universidades, florestas e estatais é também crime de dano ao patrimônio público.
  5. E)o pai e o filho discordam quanto aos efeitos da depreciação do patrimônio público.
FUVEST20231a faseQuestao 9GeografiaGeomorfologiaMedia
CUNHA, Sandra B.; GUERRA, Antônio J. T. (Orgs.). Geomorfologia: exercícios, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 1998. Adaptado. A partir da figura, pode-se afirmar que as áreas com as condições naturais mais favoráveis à ocupação humana são:
Imagens anexadas
  1. A)Os topos mais aplainados dos morros ou a área de terraços fluviais, partes mais planas do relevo; no entanto, variações nas cheias dos rios podem atingir as áreas de terraços, e a ocupação dos topos pode comprometer as áreas de nascentes.
  2. B)Entre os morros e a planície, áreas de maior declividade sujeitas a desabamentos; também deve evitar os terraços fluviais por possuírem sedimentos consolidados, propensos à erosão.
  3. C)O sopé das encostas dos morros ou a área da planície fluvial, partes planas do relevo sem risco de deslizamentos de terra; além disso, a captação das águas para abastecimento público pode ser aproveitada pela proximidade do canal fluvial.
  4. D)As áreas de planície com sedimentos inconsolidados resultantes das rochas cristalinas friáveis; além disso, o desmatamento e acúmulo de lixo nas inundações podem soterrar o curso fluvial retilíneo.
  5. E)Os morros com encostas mais inclinadas, suscetíveis a deslizamentos e assoreamentos; estes acabam por prejudicar a conservação das áreas de nascentes que estão a jusante dos setores mais elevados.
FUVEST20231a faseQuestao 10SociologiaEstado e poderMedia
“Em nossa época, entretanto, devemos conceber o Estado contemporâneo como uma comunidade humana que, dentro dos limites de determinado território (...) reivindica o monopólio do uso legítimo da violência física. É, com efeito, próprio de nossa época não reconhecer, em relação a qualquer outro grupo ou aos indivíduos, o direito de fazer uso da violência, a não ser nos casos em que o Estado o tolere: o Estado se transforma, portanto, na única fonte do ‘direito’ à violência”. WEBER, Max. Ciência e Política: duas vocações. São Paulo: Cultrix, 1970. “Com a entrada das milícias na disputa por territórios no Rio de Janeiro, elas passaram a se digladiar pelo domínio geográfico das comunidades cariocas e fluminenses (...). Embora as milícias também comandem a comunidade com tirania e sua autoridade se mantenha à base de ameaças, como fazem os traficantes, e aqueles que contestam seu poder possam perder a vida e sofrer torturas, ao contrário do tráfico, os milicianos se vendem como fiadores de mercadorias valiosíssimas: ordem, estabilidade e possibilidade de planejar o futuro, aliança política com o Estado e a polícia. (...) O lado impopular desse modelo é que a maior parte das receitas para bancar o negócio vem da extorsão dos habitantes”. PAES MANSO, Bruno. A república das milícias. São Paulo: Todavia, 2020. A partir da definição de Estado proposta por Max Weber e de acordo com a citação de Paes Manso, como é possível analisar a atuação das milícias no Rio de Janeiro?
  1. A)As milícias, assim como o Estado, controlam a população e mantêm a ordem em determinado território com o uso ilegal da violência, da ameaça e da extorsão.
  2. B)As milícias contribuem para o exercício do monopólio do uso legítimo da violência pelo Estado, pois garantem a imposição da ordem e o controle do tráfico nos territórios que dominam.
  3. C)As milícias desafiam o monopólio do uso legítimo da violência física do Estado ao utilizar a violência ilegalmente para controlar determinados territórios.
  4. D)As milícias diferenciam-se dos traficantes ao atuar pacificamente em resposta à reivindicação popular por maior estabilidade e ordem nos territórios em que atuam.
  5. E)As milícias e os traficantes, assim como o Estado, possuem autonomia e legitimidade para usar a violência e controlar territórios.
FUVEST20231a faseQuestao 11QuímicaQuímica orgânicaMedia
Os cães podem ser treinados para identificar certas substâncias, dentre elas, a cocaína. Contudo, no treinamento, os cães não precisam ser expostos à cocaína para aprenderem a reconhecer o seu odor. O treinamento pode ser realizado com o benzoato de metila, um éster de odor pungente, produto volátil da degradação da cocaína. Considerando o exposto, qual das reações representadas poderia gerar o mesmo éster capaz de atrair um cão treinado para a identificação de cocaína? (A) (B) (C) (D) (E)
  1. A)Imagem da alternativa A
  2. B)Imagem da alternativa B
  3. C)Imagem da alternativa C
  4. D)Imagem da alternativa D
  5. E)Imagem da alternativa E
FUVEST20231a faseQuestao 12QuímicaLigações químicasMedia
Em um estudo, pesquisadores mostraram que a energia de interação (E) de SO3 com diversas espécies tem relação com a distância da ligação S=O (DS=O), como representado na figura. A energia de interação de uma espécie com outra pode ser entendida como a energia necessária para desfazer a interação entre o SO3 e os compostos estudados (X), como representado na figura ao lado. Considerando essas informações, é correto afirmar que
Imagens anexadas
  1. A)a interação mais forte ocorre entre SO3 e MeCN.
  2. B)quanto mais forte a interação entre moléculas, mais longa é a ligação S=O.
  3. C)a interação de SO3 e NH3 é a que faz com que a ligação S=O se alongue mais.
  4. D)a ligação S=O se torna mais curta com o aumento da energia de interação entre moléculas.
  5. E)a energia de interação do SO3 com uma molécula de HCN é do mesmo valor do que com uma molécula de NH3.
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