Prova · FUVEST 2024

Prova FUVEST 2024: questões por disciplina

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O que caiu na prova 2024

Questões da prova FUVEST 2024

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FUVEST20241a faseQuestao 1PortuguêsFiguras de linguagemFacil
Tempo de nos aquilombar É tempo de caminhar em fingido silêncio, e buscar o momento certo no grito, aparentar fechar um olho evitando o cisco e abrir escancaradamente o outro. É tempo de fazer os ouvidos moucos para os vazios lero-leros, e cuidar dos passos assuntando as vias, ir se vigiando atento, que o buraco é fundo. É tempo de ninguém se soltar de ninguém, mas olhar fundo na palma aberta a alma de quem lhe oferece o gesto. O laçar de mãos não pode ser algemas, e sim acertada tática, necessário esquema. É tempo de formar novos quilombos, em qualquer lugar que estejamos e que venham dias futuros, salve 2020 A mística quilombola persiste afirmando: “a liberdade é uma luta constante”. Conceição Evaristo. Jornal O Globo, 31/12/2019. O verso “É tempo de formar novos quilombos” é um exemplo de
  1. A)paradoxo, na medida em que propõe retomar o passado num contexto atual.
  2. B)metonímia, já que os quilombos fazem parte de um novo contexto cultural, sem relação com o passado.
  3. C)metáfora, representando uma união coletiva como forma de resistência social.
  4. D)antítese, ao relacionar a noção de tempo passado a uma nova configuração de futuro.
  5. E)hipérbole, apresentando o termo “quilombos” no plural para indicar o grau de difusão do movimento.
FUVEST20241a faseQuestao 2PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Facil
Tempo de nos aquilombar É tempo de caminhar em fingido silêncio, e buscar o momento certo no grito, aparentar fechar um olho evitando o cisco e abrir escancaradamente o outro. É tempo de fazer os ouvidos moucos para os vazios lero-leros, e cuidar dos passos assuntando as vias, ir se vigiando atento, que o buraco é fundo. É tempo de ninguém se soltar de ninguém, mas olhar fundo na palma aberta a alma de quem lhe oferece o gesto. O laçar de mãos não pode ser algemas, e sim acertada tática, necessário esquema. É tempo de formar novos quilombos, em qualquer lugar que estejamos e que venham dias futuros, salve 2020 A mística quilombola persiste afirmando: “a liberdade é uma luta constante”. Conceição Evaristo. Jornal O Globo, 31/12/2019. Considerando o enfoque do texto na denúncia social, o eu lírico revela, predominantemente,
  1. A)a crítica às reações da nossa sociedade frente aos problemas que ficaram no passado.
  2. B)as justificativas para a segregação social no mundo contemporâneo.
  3. C)as tensões sociais presentes há tempos, sob a luz dos embates do momento atual.
  4. D)a importância de contornar os problemas sociais do passado.
  5. E)as peculiaridades das diferentes classes sociais ao enfrentar os problemas sociais atuais.
FUVEST20241a faseQuestao 3ArtesArtes visuais e corpoMedia
A arte foi e ainda pode ser utilizada para criar, reforçar e disseminar ideias, valores e estereótipos, mas também pode colocá-los em discussão. A obra “Sentem para jantar”, de Gê Viana, faz parte da série “Atualizações traumáticas de Debret”, na qual o artista propõe uma revisão iconográfica da história do Brasil tendo como referência as obras de JeanBaptiste Debret, especificamente aquelas presentes em “Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil” (1834-1839), publicação que pautou de maneira imagética o período colonial brasileiro. Em sua revisão, Gê Viana dá continuidade ao seu projeto de análise crítica de representações históricas, produzindo releituras de algumas dessas obras, dentre as quais, a obra “Um jantar brasileiro”, do artista francês. A seguir, são reproduzidos os quadros desses dois artistas. Jean-Baptiste Debret. “Um jantar brasileiro”, 1827. Aquarela, 15,7 x 22 cm. Disponível em http://museuscastromaya.com.br/. Gê Viana. “Sentem para jantar”, 2021. Impressão em jato de tinta com pigmento natural de colagem digital sobre papel Hahnemuhle Photo Rag 308 g/m2; 29,7 x 42 cm. Disponível em https://mam.rio/ge-viana/. Com base nas informações e imagens apresentadas, assinale a alternativa que corresponde à abordagem adotada por Gê Viana em sua obra “Sentem para jantar”, ao utilizar como referência a obra “Um jantar brasileiro”, de Jean-Baptiste Debret.
Imagens anexadas
  1. A)Gê Viana reproduz, em sua obra, as mesmas relações sociais representadas na obra de Debret.
  2. B)Gê Viana exalta, em sua obra, especialmente as características físicas das pessoas retratadas, enquanto Debret enfatiza as relações pessoais.
  3. C)Gê Viana emprega, em sua obra, as mesmas técnicas e os mesmos materiais utilizados na obra de Debret, o que lhes confere grande semelhança.
  4. D)Gê Viana ignora aspectos relacionados a questões étnicoraciais em sua releitura da obra de Debret, focando apenas na estética visual da obra.
  5. E)Gê Viana busca desconstruir, em sua obra, os estereótipos étnico-raciais presentes na obra original de Debret.
FUVEST20241a faseQuestao 4InglêsInterpretação de textoMedia
Disponível em https://www.tate.org.uk/art/artworks/. No anúncio, o segmento “won’t bestow mega-buck prices” indica
Imagens anexadas
  1. A)a tentativa de angariar fundos para patrocinar artistas iniciantes.
  2. B)a falta de incentivo dos museus a pintores vanguardistas.
  3. C)a possibilidade de redução dos valores financeiros de obras de arte consagradas.
  4. D)a ausência de qualidade artística de quadros tradicionais.
  5. E)a crise financeira vivida por galerias de arte famosas.
FUVEST20241a faseQuestao 5InglêsVocabulário e expressões idiomáticasFacil
Disponível em https://www.tate.org.uk/art/artworks/. Considerado o contexto, a expressão “be worth” tem sentido de
Imagens anexadas
  1. A)prontidão.
  2. B)esperteza.
  3. C)valorização.
  4. D)apelo.
  5. E)experimento.
FUVEST20241a faseQuestao 6HistóriaBrasil ColôniaFacil
“Na coluna do ativo como na do passivo, seria difícil exagerar o papel do açúcar na história do Brasil colonial. Se ele foi o produto que proporcionou a base inicial solidamente econômica para o esforço do colonizador, foi também o que plasmou o regime de propriedade latifundiária, instalou a escravidão africana na América portuguesa e, no seu exclusivismo, inibiu o desenvolvimento da policultura (...), embora estimulando, em áreas apartadas, a pecuária e a lavoura de subsistência. (...) Ele desenvolveu um estilo de vida que marcou a existência de todas as camadas da população que integrou, reservando, contudo, seus privilégios a uns poucos.” MELLO, Evaldo Cabral de. Um imenso Portugal: História e historiografia. São Paulo: Ed. 34, 2002. p.110. O texto indica que, no Nordeste açucareiro dos séculos XVI e XVII,
  1. A)a mão de obra de escravizados de origem africana e indígena era empregada nos canaviais, na pecuária e na lavoura de subsistência.
  2. B)a distribuição de terras baseava-se na concessão, pela Coroa portuguesa, de privilégios e pequenos lotes a donatários.
  3. C)os privilégios concentravam-se nas mãos dos senhores de engenho, em detrimento da população escravizada ou livre e pobre.
  4. D)o desenvolvimento de relações socioeconômicas fundadas na horizontalidade recebia estímulos governamentais.
  5. E)o modo de produção feudal prevaleceu na exploração agrícola pela metrópole.
FUVEST20241a faseQuestao 7HistóriaBrasil Império: educação feminina e debate de gênero (1827)Media
A charge de Angelo Agostini foi publicada em 1880, em meio aos debates sobre a Lei dos Sexagenários no parlamento brasileiro. Angelo Agostini. “Escravidão ou morte”, Revista Illustrada n.222 (RJ), 1880. A charge
Imagens anexadas
  1. A)endossa a defesa, pelos setores políticos liberais, do emprego de trabalhadores brancos, representados nas laterais do monumento.
  2. B)critica a concepção de independência manifesta na estátua equestre de Pedro I e a defesa da extinção do tráfico de escravizados.
  3. C)expõe a contradição entre a liberdade expressa na estátua equestre de Pedro I e as mazelas enfrentadas pelos escravizados.
  4. D)defende a manutenção da escravidão, em oposição à exploração do trabalho compulsório de indígenas e de imigrantes europeus.
  5. E)expressa a indignação dos proprietários rurais, grupo social hegemônico, diante da redução gradual do trabalho escravo.
FUVEST20241a faseQuestao 8SociologiaRelações raciais e racismo estruturalMedia
“Entre os anos de 2012 e 2022, o número de pessoas autodeclaradas pretas e pardas aumentou em uma taxa superior à do crescimento do total da população do país, segundo o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua do IBGE. No caso dos negros, essa porcentagem variou de 7,4% em 2012 para 10,6% em 2022. ‘(...) uma das hipóteses para o crescimento da proporção é que a percepção racial tenha mudado dentro da população, nos últimos anos’.” O Globo, 22/07/2022; CNN Brasil, 16/06/2023. “Pois bem, é justamente a partir daí que aparece a necessidade de teorizar as ‘raças’ como o que elas são, ou seja, construtos sociais, formas de identidade baseadas numa ideia biológica errônea, mas eficaz, socialmente, para construir, manter e reproduzir diferenças e privilégios. Se as raças não existem num sentido estritamente realista de ciência, ou seja, se não são um fato do mundo físico, são, contudo, plenamente existentes no mundo social, produtos de formas de classificar e de identificar que orientam as ações dos seres humanos.” GUIMARÃES, Antônio Sergio Alfredo. Raças e estudos de relações raciais no Brasil. Novos Estudos CEBRAP, n.54, 1999. p.153. Relacionando os dados trazidos pela PNAD/IBGE e o conceito de raça do sociólogo Antônio Sergio Alfredo Guimarães, é correto afirmar:
  1. A)A hipótese de que a autopercepção racial de parte dos brasileiros mudou está em conflito com a tese de que raça é um construto social. Isso porque, como os traços fenotípicos da população brasileira mantiveram-se os mesmos de 2012 a 2022, não haveria motivos para o aumento dos autodeclarados pretos e pardos.
  2. B)A tese de que raças são construtos sociais ganha força diante das mudanças na autopercepção de parte dos brasileiros sobre sua condição racial. Alterações culturais e ideológicas da inserção social de negros e pardos teriam permitido o crescimento dos assim autodeclarados.
  3. C)As alterações na autopercepção racial captadas pelas pesquisas do IBGE não guardam relação com a ideia de que raça é um construto social. Na verdade, reafirmam que as raças são realidades biológicas e que mais indivíduos estariam se dando conta do seu verdadeiro pertencimento racial.
  4. D)Os dados colhidos pelo IBGE sobre o aumento da autodeclaração racial dos respondentes como pretos e pardos indicam que houve um aumento dessa população no Brasil, o que contraria a tese de que raça é um construto social, e não uma realidade biológica.
  5. E)A existência do racismo no Brasil indica que a tese de raça como construto social está errada. Se raça fosse um construto social, e não uma realidade biológica, os indivíduos prefeririam se declarar como brancos para evitar serem vítimas de racismo.
FUVEST20241a faseQuestao 9HistóriaÁfrica: Apartheid e Pós-ApartheidMedia
“O lugar do ensino superior agora tem as portas abertas. A (...) Constituição é que impõe essa situação por decreto. Mas (...) este não pode garantir que todos tenham a tal ‘capacidade’ que lhes vai permitir o aproveitamento dessa educação. Há rapazes – até agora são poucas as moças com a força de vontade que Jabu, ainda menina, tinha para dar e vender – que recebem bolsas ou auxílios de algum tipo (...). As ‘aulas de reforço’ (...): um band-aid. Steve sabe que isso não é uma solução para o abismo da educação ruim do fundo do qual os alunos tentam emergir. A Luta não terminou. – (...) Eu tenho alunos de estudos africanos que não sabem escrever (...). – Então o que é que nós devíamos estar fazendo? (...) O professor Nielson ainda usa terno (...), embora o padrão da indumentária tenha relaxado a partir do exemplo dado pelas túnicas de Mandela. (...) – Você não está propondo que a gente baixe ainda mais os critérios de admissão à universidade. Então a universidade é pra avançar no conhecimento ou é pra andar pra trás? O que Steve está perguntando é se esse ensino adicional de faz de conta na esperança de elevar os alunos a um nível universitário pode compensar dez anos de educação primária e secundária de péssimo nível.” GORDIMER, Nadine. O melhor tempo é o tempo presente. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.82-83. No excerto do romance da escritora sul-africana Nadine Gordimer, é possível identificar:
  1. A)o regime de apartheid em vigor na África do Sul na época em que o romance se passa, que mantinha alunos e professores negros fora da universidade.
  2. B)a segregação formal das mulheres no acesso à educação, conforme estabelecido pela Constituição promulgada no pós-apartheid.
  3. C)as eficazes estratégias de apoio aos estudantes pobres para assegurar a boa qualidade da educação básica e superior na época do apartheid.
  4. D)as incertezas sobre as estratégias adotadas para enfrentar desigualdades sociais e educacionais legadas pelo regime do apartheid na África do Sul.
  5. E)o reconhecimento consensual do sucesso do projeto de inclusão educacional no cenário sul-africano pósapartheid.
FUVEST20241a faseQuestao 10FilosofiaÉtica e Direitos HumanosFacil
“Por quê? Porque pensar em direitos humanos tem um pressuposto: reconhecer que aquilo que consideramos indispensável para nós é também indispensável para o próximo. (...). Nesse ponto as pessoas são frequentemente vítimas de uma curiosa obnubilação. Elas afirmam que o próximo tem direito, sem dúvida, a certos bens fundamentais, como casa, comida, instrução, saúde, coisas que ninguém bem formado admite hoje em dia que sejam privilégio de minorias, como são no Brasil. Mas será que pensam que seu semelhante pobre teria direito a ler Dostoievski ou ouvir os quartetos de Beethoven? (...). Ora, o esforço para incluir o semelhante no mesmo elenco de bens que reivindicamos está na base da reflexão sobre os direitos humanos.” CANDIDO, Antonio. Vários escritos. 3ª ed. revista e ampliada. São Paulo: Duas Cidades, 1995. Com base na leitura do texto, pode-se afirmar que Antonio Candido defende que o acesso a bens como a literatura e a música
  1. A)é privilégio de minorias, pois são bens que exigem reflexão.
  2. B)deve ser reivindicado como um direito, e não como um privilégio.
  3. C)vitimiza as pessoas que não têm acesso a bens fundamentais para viver.
  4. D)humaniza as minorias privilegiadas, incentivando-as a compartilhar seu conhecimento.
  5. E)é indispensável para quem luta pelos direitos humanos.
FUVEST20241a faseQuestao 11InglêsInterpretação de textoFacil
Vincent van Gogh. Salvador Dalí. Frida Kahlo. Casual perusers of ads everywhere would be forgiven for thinking that art galleries are enjoying some sort of golden age. The truth is less exciting, more expensive and certainly more depressing. For this is no ordinary art on offer; this art is “immersive”, the latest lovechild of TikTok and enterprising warehouse landlords. The first problem with immersive art? It's not actually very immersive. A common trope of “immersive” retrospectives is to recreate original pieces using gimmicky tech. But merely aiming a projector at a blank canvas doesn’t do much in the way of sensory stimulation. My favourite element of an “immersive” show I have been to was their faithful recreation of Van Gogh’s bedroom. An ambitious feat, executed with some furniture and, of course, mutilated pastiches of his paintings. While projectors, surround sound and uncomfortably wacky seating are mainstays of immersive art, there are also the VR headsets. But many exhibitions don’t even include these with the standard ticket, so my return to reality has twice been accompanied by an usher brandishing a credit card machine. Sometimes these installations are so banal and depthless, visitors have often walked through installations entirely oblivious to whatever is happening around them. Despite the fixation “immersive experiences” have with novelty, the products of their labours are remarkably similar: disappointing light shows punctuated by a few gamified set pieces. Disponível em https://www.vice.com/en/article/. Adaptado. De acordo com o texto, muitos visitantes das exposições de arte imersivas demonstram
  1. A)fascínio pelas novidades tecnológicas utilizadas pelos curadores.
  2. B)desconforto causado pelo excesso de estímulos sensoriais.
  3. C)curiosidade sobre a biografia dos pintores e os movimentos artísticos.
  4. D)apreciação pelas informações oferecidas por guias e educadores.
  5. E)indiferença diante das simulações das obras de arte.
FUVEST20241a faseQuestao 12InglêsInterpretação de textoMedia
Vincent van Gogh. Salvador Dalí. Frida Kahlo. Casual perusers of ads everywhere would be forgiven for thinking that art galleries are enjoying some sort of golden age. The truth is less exciting, more expensive and certainly more depressing. For this is no ordinary art on offer; this art is “immersive”, the latest lovechild of TikTok and enterprising warehouse landlords. The first problem with immersive art? It's not actually very immersive. A common trope of “immersive” retrospectives is to recreate original pieces using gimmicky tech. But merely aiming a projector at a blank canvas doesn’t do much in the way of sensory stimulation. My favourite element of an “immersive” show I have been to was their faithful recreation of Van Gogh’s bedroom. An ambitious feat, executed with some furniture and, of course, mutilated pastiches of his paintings. While projectors, surround sound and uncomfortably wacky seating are mainstays of immersive art, there are also the VR headsets. But many exhibitions don’t even include these with the standard ticket, so my return to reality has twice been accompanied by an usher brandishing a credit card machine. Sometimes these installations are so banal and depthless, visitors have often walked through installations entirely oblivious to whatever is happening around them. Despite the fixation “immersive experiences” have with novelty, the products of their labours are remarkably similar: disappointing light shows punctuated by a few gamified set pieces. Disponível em https://www.vice.com/en/article/. Adaptado. O texto apresenta uma crítica às exposições de arte imersivas que está relacionada com
  1. A)a manipulação digital das imagens exibidas pelos usuários do TikTok.
  2. B)o emprego das obras de arte para fins publicitários ilícitos.
  3. C)a cobrança pelo uso de equipamentos para simular a experiência de imersão nas obras.
  4. D)a falta de informação para o público leigo nos catálogos das exibições.
  5. E)o investimento necessário para a criação da tecnologia usada nas instalações.
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